Como cobrar um cliente: diminua a inadimplência sem prejudicar a relação

    Planejamento e bom relacionamento são fatores que fazem toda a diferença quando se trata de como cobrar um cliente. Nesse cenário, é importante considerar as notícias sobre o momento ruim da economia brasileira. O desemprego aumenta a cada dia, muitas pessoas estão inadimplentes e com o “nome sujo” no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou Serasa. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 59,1% das famílias brasileiras estão endividadas. Muitas delas estão com pendências no cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal ou prestação de carro. Todos esses fatores criam um ambiente de cautela na hora de conceder crédito ou prestação de serviços, especialmente, na gestão de empreendedores iniciantes. Será que, de fato, seus clientes honrarão com seus compromissos? Como organizar a empresa prevendo essa inadimplência? E, principalmente, como diminuir o número de clientes inadimplentes em seu negócio sem que sua relação com eles seja prejudicada? Para não ficar à mercê de seu consumidor, o capital de giro de sua empresa precisa estar saudável, prevendo despesas como: vendas a prazo; recursos para manter o estoque e o pagamento de fornecedores; pagamento de impostos; demais custos operacionais. Dessa maneira, você previne imprevistos que possam interferir na saúde financeira da sua empresa. A seguir, vamos abordar ações eficientes para obter sucesso, afetando o mínimo possível esse vínculo com o cliente. Acompanhe a seguir! Faça a primeira cobrança por e-mail Muitas hipóteses podem explicar a inadimplência: escassez de recursos, falta de organização interna do setor financeiro, insatisfação, entre outros. Como primeira alternativa para avisar seu cliente sobre o atraso no pagamento, o e-mail é uma ferramenta breve e que não expõe o prestador a dialogar diretamente com o devedor. Nesse momento, envie uma mensagem breve, informando a situação e com o boleto em anexo ou outra forma de pagamento para manter o endividado ciente. Não esqueça de incluir formas de contato, como telefone de contato. Direcione um terceiro As etapas até a concretização de um negócio são árduas. Demandam profissionalismo, negociação e confiança. Uma cobrança agressiva ou mal feita pode jogar pelo ralo todo esse trabalho. Portanto, pessoas em cargos de chefia da empresa ou funcionários da área comercial jamais devem ser as responsáveis por esse trabalho. Nomeie alguém do setor financeiro ou administrativo para tal, ou, em último caso, terceirize essa tarefa. Os resultados, provavelmente, serão mais efetivos, abalando o mínimo possível a relação entre fornecedor e cliente. Descubra os motivos e ofereça alternativas Ninguém fica inadimplente porque quer. Portanto, recuperar uma dívida não é um processo de vingança. Tenha empatia com seu cliente. Dialogue com ele, descubra quais dificuldades estão ocorrendo em seu empreendimento e de que forma você poderá continuar oferecendo seu produto ou serviço, em consonância com formas de parcelamento da dívida. Se a sua empresa exerce uma atividade fundamental para seu cliente, ele continuará desejando sua atuação. Apenas precisará de uma alternativa que se enquadre no seu atual momento financeiro. Não conduza a cobrança de forma exagerada, mas não deixe de cobrar O equilíbrio nos contatos vai interferir diretamente nos resultados quando o assunto é como cobrar um cliente. Se o contato for muito assíduo, ele se irritará, passando ao ponto de não atender às ligações e não responder às outras formas de contato, interferindo novamente no relacionamento com o fornecedor ou consumidor. O oposto também é prejudicial. Se sua empresa não contata seu cliente, outras para quem ele deve entrarão em contato e terão prioridade na quitação dos débitos, simplesmente, porque exerceram a cobrança de uma forma mais inteligente e eficiente. Tenha todas as informações extraídas: data de retorno e motivos da inadimplência. Dessa forma, sua empresa poderá criar uma estratégia mais eficiente para atuar com cada consumidor. Premie os bons pagadores Como uma das formas de cativar sua clientela e atrair mais clientes, premie aqueles com melhores índices de adimplência. A prática de concessão de desconto para bons pagadores deixa sua empresa sempre em evidência. Seu cliente saberá que você oferece condições mais maleáveis para bons pagadores e, assim, sua companhia sempre estará entre as prioritárias no quesito de investimentos. Atente ao contrato Cláusulas contratuais são sempre motivo de atenção. É o assunto mais delicado no momento de fechamento de negócio, mas são imprescindíveis para estabelecer direitos e deveres, tanto para fornecedores quanto para clientes. Contratos bem elaborados, que deixem claras as datas de vencimento, multas por atraso e outras questões importantes mostrarão a seu cliente a organização de sua empresa, comprometendo-o a cumprir com o máximo de rigor o que foi previamente estabelecido em contrato. Conheça o perfil do cliente Nenhum empreendedor deseja ter clientes inadimplentes. Apesar disso, é preciso entender os motivos que levaram uma pessoa a não quitar a dívida. Existem inúmeras razões que contribuem para que isso aconteça. Entre elas, estão à perda do emprego, diminuição no salário, imprevistos como doenças, acidentes ou a falta de planejamento e controle financeiro. Outro dado a ser analisado é o tempo de atraso e a frequência com que isso acontece. Atrasar o pagamento de uma conta em uma semana é bem diferente do que deixar de fazê-lo por três meses, não é mesmo? No momento de fazer a cobrança, você precisa verificar o histórico de relacionamento do consumidor com a sua empresa, com a intenção de saber cobrá-lo de maneira eficiente. A utilização de um sistema CRM (Customer Relationship Management) ou Gestão de Relacionamento com o Cliente auxiliará o seu negócio a conhecer melhor o perfil dos clientes que compram da sua empresa. Esse conhecimento ajudará você a fazer uma proposta adequada ao perfil de uma determinada pessoa, aumentando a chance de ela quitar a dívida. Mantenha a calma Realmente, não é fácil lidar com o problema da inadimplência, mas ficar nervoso ou desesperado não ajudará em nada. A melhor maneira de lidar com essa situação é permanecer calmo para pensar em estratégias adequadas e não cometer erros, como faltar com respeito com o consumidor ou expor a pessoa a situações desagradáveis e constrangedoras. Portanto, procure analisar a situação de forma profissional. Vale ressaltar que a inadimplência é um dos riscos do empreendedorismo, mas eles podem ser superados se as providências tomadas

    Bloco K

    O Bloco K, referente ao Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque (RCPE) trouxe mudanças no layout do SPED fiscal acrescentando novos registros e trazendo benefícios, por isso é necessário estar atento às exigências e aos novo registros inseridos, confira: O que é o Bloco K? O arquivo digital é composto por blocos, os blocos possuem Registro de abertura, Registros de dados e Registro de encerramento, em cada um desses registros estão inseridos informações econômicas e documentações, no caso, o Bloco K é o bloco responsável pelo Controle da Produção e Estoque. O Bloco K tem como objetivo eliminar a sonegação fiscal, que é crime segundo a Lei N°4.729, de 14 de julho de 1965. O Bloco K precisa conter todas as informações referentes à organização do estoque e produção e ser apresentado no SPED fiscal, o SPED fiscal é por onde os órgãos fazendários receberão os dados necessários para realizar a análise do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). É necessário apresentar um controle extremamente preciso a respeito destes dados, o que pode causar problemas para as empresas que não realizarem o processo de forma eficiente, já que serão apresentadas informações não coerentes, levando a multas e penalidades pela fiscalização. O Bloco K torna o Fisco impossível de ser burlado, a reutilização de documentos fiscais e compras sem notas ficais são eliminadas, as empresas que sonegavam, não obterão mais êxito. Quem precisa utilizar o Bloco K? Indústrias, empresas equiparadas e atacadistas possuem obrigatoriedade no envio do Bloco K, no entanto, a obrigatoriedade se dá por enquanto apenas a industrias que possuem um faturamento anual igual ou superior a RS$300.000.000.00, e também aos estabelecimentos industriais que se encaixam nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Deverão ser informadas por parte destes estabelecimentos informações referentes aos produtos já prontos, aos em produção, o estoque final, a matéria prima utilizada, uma lista a respeito dos materiais utilizados no processo de produção e os serviços terceirizados Ou seja, o Bloco K é um documento extremamente complexo e por isso preocupa as empresas, pois não é um trabalho simples de ser realizado. Confira as informações que devem estar presentes para a entrega: A quantidade de produtos produzidos dentro da empresa; As quantidades referentes aos serviços terceirizados; Os materiais utilizados na produção; Os materiais utilizados nos serviços contratados de terceiros; Posição de estoque dos produtos finais; Lista dos materiais utilizados, inclusive os que sofreram perda. Registros Os registros devem ser preenchidos e possuem as informações que carregam dados a respeito de documentos e informações econômicas que constituem o bloco, com a implementação do Bloco K, o layout do SPED fiscal sofreu alterações e foram inseridos os seguintes registros: REGISTROS DESCRIÇÃO K001 Abertura do Bloco K K100 Apuração do ICMS/IPI K200 Estoque escriturado K220 Movimentações internas entre mercadorias K230 Itens produzidos K235 Insumos consumidos K250 Industrialização efetuada por terceiros (Itens produzidos) K255 Industrialização efetuadas por terceiros (insumos consumidos) K990 Encerramento do Bloco K Como o Bloco K é gerado? O Bloco K é gerado pelo sistema que a empresa utiliza no formato leiautado do SPED e então exportado para o sistema fiscal do escritório de contabilidade, a não ser que o contador e a empresa utilizem um sistema integrado. Não há outra forma de gerar esse documento que não seja pelo sistema que a empresa usa, as informações precisam estar exatas e o sistema utilizado deve realizar a coleta desses dados de forma que não existam erros na hora de repassar as informações. As principais mudanças que o Bloco K traz Uma das principais mudanças do bloco K é a impossibilidade de burlar o Fisco e realizar processo de fraude em relação a documentações fiscais no geral, esse fator contribuiu para um mercado mais justo e para que as empresas que realizavam sonegação fiscal não consigam mais efetuar esse tipo de crime. Levando em consideração que o Bloco K exige uma série de informações que precisam ser repassadas de forma precisa e sem erros, correndo o risco de levar uma multa e ser penalizado. É necessário buscar meios de realizar esse processo de uma forma eficiente e tecnológica. A multa pelo atraso do Bloco K é de 5% do percentual total da produção da empresa, além de que poderão ser cortados serviços referentes à Receita Federal, como a emissão da nota fiscal eletrônica, causando problemas e atrasando o desenvolvimento da empresa. É preciso uma integração e organização geral dos serviços e das etapas do processo de produção. Os gestores de logística, contabilidade e outros, necessitam estar alinhados, ou seja, uma gestão empresarial é extremamente importante para realizar a organização de forma eficiente. E como é possível realizar isto? Um software de gestão empresarial profissional e qualificado irá solucionar o seu problema. Como um software qualificado pode ajudar você Utilizando um software de gestão empresarial desenvolvido com excelência e com os recursos necessários para a administração do Planejamento e Controle de Produção da sua empresa (PCP), você terá acesso a diversas ferramentas que permitem o controle dos documentos fiscais, gestão do processo de produção e diversos outros benefícios. Utilizar um software integrado que apresente soluções que envolvam todos os setores logísticos necessários, incluindo a área da contabilidade, facilitará o processo de forma significativa. A implantação do Bloco K é um grande avanço para a indústria brasileira. É impossível realizar a emissão dessa obrigatoriedade sem utilizar um sistema. O fato de ser necessário realizar uma gestão de estoque e produção administrativa através de meios tecnológicas apenas aumenta a organização, facilita os processos, aumenta a performance do mercado e, claro, a necessidade de se adaptar é um dos grandes entusiastas no desenvolvimento de soluções cada vez melhores. Fique atento ao Bloco K Atente-se à necessidade do Bloco K e não perca tempo, procure por um software de gestão que ofereça um serviço qualificado e que dará conta de coletar e administrar todas as informações necessárias para o bloco K e para a gestão

    Aplicativos para empreendedores: 10 apps para você se organizar melhor

      Os smarthphones ganham, cada vez mais, popularidade entre a sociedade. Esses aparelhos vêm facilitando a vida das pessoas e se tornando centrais no desenvolvimento de qualquer atividade e no mundo dos negócios não é diferente. Hoje em dia existem mais de 1,43 milhões de aplicativos ao redor do mundo. Apesar de a maioria deles ser destinado ao lazer (como jogos, por exemplo), há muitos programas que facilitam a vida dos empreendedores. Organizar a rotina é um conselho muito valioso na área dos negócios. Na maioria dos casos, as obrigações da sua empresa só dependem de você, gerando dificuldade de se organizar em meio a tantas tarefas. Dessa maneira, qualquer ajuda é bem-vinda, principalmente se for algo prático, gratuito e que acompanhe você a qualquer lugar. É o caso dos aplicativos.   Confira agora dez aplicativos gratuitos que auxiliam na gestão de planilhas, despesas, finanças e tudo o que envolve a empresa. Evernote O Evernote é um aplicativo com a finalidade de fazer listas, tirar fotos de esboços e anotar lembretes. Nele é possível substituir o papel e manter todas as suas anotações atualizadas e presentes em todos os dispositivos. Ele é o mais conhecido app para anotações em smathphones e tablets, tendo diversos modos de visualização em notas. Além disso, o aplicativo possibilita que você deixe tudo separado por cadernos, evitando misturar sua vida profissional e pessoal. Como padrão, o app armazena informações apenas em nuvem. O Evernote é grátis (também possui versão Plus e Premium) e está disponível em português para Android, Iphone/Ipad, além de outras plataformas. Slack O Slack é um aplicativo muito utilizado pelas empresas. Ele tem a finalidade de comunicação entre equipes, permitindo centralizar as conversas por mensagem de texto, voz, vídeo e documentos. Seu uso permite uma comunicação bem mais direta e rápida do que o e-mail da empresa, por exemplo. Com ele, o tempo é otimizado, sendo possível enviar mensagens diretas ou para grupos que você pode formar. Sua principal vantagem é seu repositório de arquivos. O programa permite que você faça backup de arquivos importantes para seu negócio e tenha acesso a todos eles rapidamente, sem ao menos precisar trocar de janela. Para tal função é necessário criar um atalho de texto. A partir do momento que esse atalho é digitado na conversa, o arquivo aparece no mesmo momento na conversa. O aplicativo pode ser muito semelhante aos grupos do WhatsApp, entretanto, é uma plataforma mais segura e que disponibiliza mais funcionalidades, garantindo maior usabilidade para suas atividades profissionais. O programa está disponível para IOS, Android e em uma versão beta para Windows Phone. DropBox Tem a utilidade de organizar documentos importantes, como por exemplo, notas fiscais e contratos. Hoje em dia, existem diversas opções de armazenamento gratuitas na internet, como o Google Drive, OneDrive (Microsoft) e Icloud (Apple). Apesar disso, o DropBox é o que apresenta maior e melhor interação com os dispositivos móveis. O aplicativo possui uma interface simples, permitindo que o usuário crie botões de atalho para armazenar qualquer tipo de arquivo de modo fácil e rápido, inclusive offline. O programa está disponível para Android, IOS e Windows Phone. Asana O Asana é um gerenciador de projetos destinado a grupos de trabalho. Ele possibilita criar uma lista de tarefas para o grupo, podendo atribuir cada tarefa a uma pessoa específica e estabelecer o prazo de conclusão, além de anexar informações adicionais. Com ele é possível que você acesse suas demandas de qualquer lugar, gerenciando sua carteira de clientes. A interface do Asana é muito funcional, facilitando o manuseio do aplicativo. No Asana, cada membro da equipe faz sua parte e verifica o andamento do projeto, além de trocar mensagem com os demais, gerando interação entre os membros da empresa. O uso é gratuito para grupos com limite de até 15 participantes. O aplicativo possui um ponto fraco, não funciona offline. Ele está disponível para Android, IOS e Web. Primer Em março de 2016, o Google lançou um aplicativo para Android e IOS com aulas gratuitas de marketing digital para empreendedores que estão no começo de sua jornada. O programa traz eficientes lições diárias sobre storytelling, branding, SEO e mídia programática. Toda semana novas aulas são adicionadas. O Primer permite que o usuário faça download do conteúdo e estude mesmo quando não tiver acesso à internet (offline). Trello O Trello auxilia no gerenciamento de projetos em lista e pode ser usado individualmente ou destinado a trabalhos em equipe. O aplicativo pode ser definido como um organizador de tarefas, eventos e projetos prioritários, por ser muito funcional e dinâmico. A plataforma está disponível somente em inglês e é totalmente gratuito (apesar de existirem recursos pagos mais elaborados). Ele é muito útil para uma melhor organização de suas obrigações, estando disponível para IOS, Android e Web (na Web não é necessário qualquer tipo de instalação). Pocket O Pocket é um aplicativo de leitura, o qual possibilita uma versão offline de artigos para você ler onde quiser. Ele é capaz de aumentar a produtividade por meio de conteúdos relevantes para pesquisa ou compreensão de determinado assunto. Utilizar o Pocket para acumular links de tendências e visões de futuro do negócio é muito indicado, o programa está disponível para Android e IOS. Franquias Franquias é um aplicativo muito útil para quem pretende montar uma empresa pelo sistema de franquia. O app lista mais de 500 opções em 18 categorias. Algumas delas são de cosméticos, escola de idiomas, alimentação e serviços automotivos. Ele engloba marcas de peso no mercado, como Fisk, Habib’s, McDonald’s e Chilli Beans. Para cada uma delas, o aplicativo informa a taxa de franquia e o investimento necessário, além de fornecer uma descrição do negócio e o contato de quem o está franqueando. O aplicativo serve de auxilio para quem quer ter uma noção das opções disponíveis, entretanto, quem deseja realmente investir, é aconselhado uma pesquisa mais aprofundada. O Franquias está disponível apenas para o sistema IOS. Skype O Skype é um dos mais conceituais serviços de comunicação por voz na

    MARKETPLACE: DESCUBRA O QUE É E COMO USÁ-LO PARA AUMENTAR SUAS VENDAS

    GRAVATA: Novo modelo de negócio expande parcerias entre empresas e aumenta oferta de produtos aos consumidores Se consolidando cada dia mais no Brasil, os modelos de negócios voltados aos marketplaces, também conhecidos como feirões virtuais ou e-shoppings ganham cada vez mais visibilidade no Brasil. Os números não deixam dúvidas: entre setembro e dezembro de 2016, o crescimento foi de 24%, passando de 5.017 para 6.256 sellers. Mas, afinal, O que é um marketplace? Como ele funciona? Por que cresce tanto? Marketplace pode ser definido como um modelo de comércio eletrônico disponibilizando diversos produtos com inúmeros vendedores. Nesta dinâmica, o consumidor tem acesso a um leque maior de itens, podendo comparar condições como: valor da mercadoria, do frete, prazo de entrega e garantia. Diante de tais opções, o comprador dispõe de mais alternativas no momento de consumo, escolhendo pelo fornecedor que melhor atende às suas demandas. Se para os consumidores as informações são animadoras, para os empreendedores o cenário não muda: de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), a previsão do faturamento do mercado e-commerce nacional deve crescer 12% em relação a 2016, futurando impressionantes R$ 59,9 bilhões. As oportunidades se estendem também para lojas físicas: elas podem anunciar suas mercadorias em um marketplace, eximindo-as da necessidade de arcar com custos de criar e manter uma loja virtual. E AGORA? COMO VOU ENTRAR EM UM MARKETPLACE? O primeiro passo é definir em qual marketplace você deseja colocar sua marca. Há empresas já consolidas no mercado nacional que abrem suas janelas virtuais para divulgação de empresas parceiras como a B2W (que agrupa os e-commerces Lojas Americanas, Submarino e Shoptime). O desafio, para o empreendedor, neste momento, é ser um intermediador; um estrategista. Entrar em um marketplace demanda responsabilidade ao ofertar produtos, pois o marketplace faz a intermediação entre vendedor e consumidor. Todos os trâmites de faturamento, conferência de estoque, entrega, montagem (quando necessário) são atribuídas ao vendedor, que após a concretização de todos esses processos, paga uma comissão ao parceiro pela venda proporcionada. Portanto, atente-se em estruturar sua empresa com um sólido departamento de logística, com parceiros de confiança. No momento de entrega, falhas não serão aceitas; na hipótese de acontecer, você poderá ser retirado do marketplace e não será fácil reconquistar o campo perdido. Prepare-se.   SEGREDOS PARA AUMENTAR SUAS VENDAS Alguns dos segredos que fortalecem essa relação é a organização do fornecedor quanto a cumprir com os tratos estipulados. Prazo de entrega, valor de frete, preço e garantia estão entre os quesitos avaliados no instante de firmar parcerias. Outro erro comum que enfraquece esse tipo de negócio é o esgotamento de produtos. O consumidor, no instante de navegação, ao ser encaminhado à página de compra, e se depara com a mensagem “produto esgotado” ou “sem estoque”, se frustra, levando-o a migrar para outro e-commerce. Se prevenindo neste quesito, algumas empresas vêm atuando por meio do modelo drop shipping, efetuando venda de produtos sem tê-los em estoque. Para tanto, precisam ter fornecedores com alto grau de profissionalismo e celeridade de produção, além de possuir um departamento de logística muito qualificado para entregar as mercadorias vendidas.   CAPRICHE NAS FOTOS Muito antes da consumação da venda, o desejo de consumo deve ser instigado no comprador. Imagens com qualidade profissional, ilustrando como ficaria “x” ou “y” produto em uso ganham muita visibilidade. Se imagine comprando um sofá de luxo. Ao avistar diversas ofertas, você tem duas mercadorias similares. A primeira possui fotos somente do sofá; a segunda tem ele já organizado em uma sala toda decorada, onde a imagem dispõe a peça como principal na ambientação. Instigue a imaginação do seu cliente para que ele deseje concretizar a compra.   DESCRIÇÃO DE PRODUTOS Outro detalhe que pode ajudar ou atrapalhar ao anunciar é a descrição do produto. Determinadas mercadorias têm um valor mais elevado por fornecer mais funções ou fazê-las de modo mais eficiente. Destaque características que diferenciem seus produtos dos demais e que deixem claro que vantagens seu consumidor terá ao adquiri-lo.   OLHO NO PREÇO Dependendo do seu ramo de atuação, você poderá ter os mesmos fornecedores que seus concorrentes. Este fato o depara em anunciar o mesmo produto que outro lojista. Na internet, consumidor busca preço! Confira sempre que puder como o seu item está rankeado. Isso impactará diretamente no resultados de vendas.  Em contra ponto, não deixe esse fator prejudicar o caixa de sua empresa. Não cogite vender um produto com um valor que lhe causará prejuízos. O que está em jogo é a saúde financeira do seu negócio. SÓ PREÇO NÃO BASTA… Dentro dos marketplaces, há os chamados Buybox, que nada mais são do que espaços de maior destaque dentro de anúncios. Para ganha-lo, o preço do produto é o item mais relevante para tê-lo, mas não é o único: valor de frente, prazo de entrega e garantia também têm peso para privilegiar sua mercadoria. Por exemplo: de nada adianta ter um preço final 5% menor que seu concorrente sendo que seu prazo de entrega é três vezes mais demorado e seu valor de frete aumenta o valor final de compra. PRODUTOS EXCLUSIVOS Alternativa para driblar a concorrência, a oferta de produtos exclusivos é uma das formas de otimizar seus resultados dentro do marketplace. Lojistas, principalmente do ramo mobiliário têm pedido exclusividade em determinadas mercadorias, excluindo, desta forma, a possibilidade de outros vendedores ofertarem o mesmo item. E-MAIL MARKETING Estratégia cada vez mais adotada pelos marketplaces, o e-mail marketing funciona como uma espécie de saldão; as ofertas imperdíveis da semana. Para tanto, exige-se um preço muito abaixo do normal para que a maior visibilidade aumente exponencialmente as vendas, compensando a diminuição de preço. Para entrar no e-mail marketing do parceiro, é preciso muita negociação, tanto com o marketplace quanto com o fornecedor, que deverá ser convencido na vantagem em baixar seu preço de venda. CONCLUSÃO Se estabelecendo como um paradigma no mercado do comércio eletrônico no Brasil, modelos de negócios voltados aos marketplaces provam a cada dia mais seu potencial na elevação de vendas

    Emitindo uma NF-e de Venda

    Para emitir uma Nota Fiscal Eletrônica o primeiro passo é realizar os cadastros e as configurações. Os cadastros necessários para emissão de uma NF-e são: – Cliente, clique aqui para ver como realizar. – Produto, clique aqui para ver como realizar. – Certificado digital, clique aqui para ver como realizar. Após verificar todos os cadastros citados anteriormente, vamos para a emissão: Acesse o Menu. Clique no menu Vendas: Clique em NF-e. Clique no botão mais, no canto direito inferior, para adicionar uma nova nota. Clique no modelo de nota de Venda. No campo Cliente busque pelo nome ou CNPJ/CPF e selecione o cliente para quem está vendendo. Caso ainda não esteja cadastrado você pode adicionar clicando em Novo Cliente, abrirá um nova tela e é só preencher os dados do seu cliente. Coloque SIM no campo Operação com consumidor final se a venda for para CPF ou para empresa que não fará a revenda do seu produto. No campo Operação presencial vai ser SIM quando o seu cliente estiver comprando no seu estabelecimento. Para vincular um vendedor nesta nota, selecione no campo Vendedor. Assim você conseguirá tirar o relatório da comissão com o valor a pagar para ele. Para adicionar o seu produto na nota pesquise pelo código ou nome e selecione o item. Caso ainda não esteja cadastrado você pode adicionar clicando em Novo Produto, abrirá um nova tela e é só preencher os dados. A quantidade aparece sempre 1, se você estiver vendendo mais quantidades basta alterar a informação. No campo Preço o valor virá automático conforme o preço que foi cadastrado no produto, se precisar alterar é só clicar no valor. Transação é a tributação da sua nota, a CFOP. Selecione a transação para esta nota e caso tenha dúvida em qual selecionar converse com o seu contador. A transação pode aparecer automaticamente, desde que ela tenha sido informada no cadastro do produto. Para adicionar mais produtos, basta ir utilizando as linhas a baixo. Ou, clique em Adicionar para inserir mais linhas. Clique no botão mais para adicionar valores de frete, seguro, desconto ou outros despesas sobre os produtos. Clicando na opção desejada abrirá a tela para informar o valor, preencha e após clique em aplicar. O campo mudará de cor e aparecerá o valor informado. No campo Forma de pagamento selecione como seu cliente fará o pagamento para você. Após defina a conta onde o valor irá entrar na empresa. A quantidade de parcelas, se houver. O campo Gerar títulos no financeiro automaticamente está preenchido como SIM, assim o Myrp fará o lançamento do valor no seu contas a receber. Se necessário editar alguma informação como data do vencimento, valor, ou espécie de titulo, clique sobre ela e altere. Informe o responsável pelo frete. No campo Pesquise pelo transportador você pode selecionar a transportadora que fará o frete, caso tenha. O campo Possui volumes geralmente é habilitado quando a mercadoria é enviada pela transportadora. Sendo necessário preencher os campos abaixo. Para adicionar informação ao contribuinte ou ao fisco você pode escrever na observação. Ou selecione uma já cadastrada clicando em Adicionar informações. Pronto, agora clique em Salvar . Uma tela será exibida para você decidir se deseja salvar a nota e emiti-la em outro momento, é só clicar em Mais Tarde. Pré-visualizar o DANFE. Você verifica o rascunho da nota fiscal e garante que as informações estão digitadas conforme sua necessidade. Ou Emitir a nota. Sua nota fiscal foi emitida, agora é só aguardar alguns segundos para a nota ser autorizada pela SEFAZ. E imprimir a nota fiscal clicando em Imprimir Agora. 😉

    Qual a diferença entre nota de venda e nota de saída?

    No myrp, quando vamos emitir uma nota fiscal eletrônica (NF-e), ao clicar em Adicionar temos duas opções para selecionar, uma é adicionar uma nova nota de Venda e a outra de Saída. Mas qual a diferença?! No nota de saída você pode fazer diversas operações como Devolução, Remessa, Retorno, Cobrança de Industrialização, nota de ajuste ou complementar. Já na nota de venda a única operação que você pode fazer é vender. A nota de saída faz com que todos os campos sejam preenchidos pelo usuário, pois cada operação é única, e também por esse motivo ela tem mais campos e abas para preenchimento. Na nota de venda você precisa preencher apenas os campos destinados a venda de mercadoria, sendo assim ela tem uma aba apenas com menos campos para preenchimento. Mas qual devo usar?! Você pode usar as duas, você escolhe o que achar mais simples em cada operação, mas lembre-se que a nota de saída pode fazer operação de venda, mas a nota de venda não pode fazer diversas operações, pode apenas fazer nota de saída. Quer saber como emitir uma nota de saída? Clique aqui

    Emitindo a NF-e de saída

    Para emitir a nota é necessário realizar os cadastros: Cliente, clique aqui e veja como realizar. Produto, clique aqui e veja como realizar. Acesse o Menu. Clique em Vendas. Em seguida clique em NF-e, no quadro verde. Clique em Adicionar, no canto direito inferior. Clique em Saída. No campo Destinatário selecione o seu cliente, pesquise pelo CNPJ/CPF ou o nome, aparecerá uma lista com clientes cadastrados com a informação digitada. Selecione a Natureza de operação. No campo Data de emissão o Myrp preenche automaticamente quando a nota emitida. Já os campos Data e Hora de entrada/saída devem ser preenchidos caso queira que apareça na nota. Coloque SIM no campo Operação com consumidor final se a venda for para CPF ou para empresa que não fará a revenda do seu produto. Para vincular um vendedor nesta nota, selecione no campo Vendedor. Assim você conseguirá tirar o relatório da comissão com o valor a pagar para ele. Clique em Adicionar para inserir os produtos na nota fiscal. Selecione o seu Produto, você pode pesquisar por código ou nome. A Unidade de medida aparecerá automaticamente. E a Quantidade aparece sempre 1, caso você estiver vendendo mais quantidades basta alterar a informação. No campo Preço virá automático quando estiver cadastrado o valor no cadastro do produto, se precisar alterar o preço é só mudar o valor, se o valor não aparecer automaticamente você pode preencher. Transação é a tributação da sua nota, selecione uma transação que define como sua nota será tributada, em caso de dúvida consulte o seu contador. A transação também pode aparecer automaticamente, desde que ela tenha sido informada no cadastro do produto. Se o produto possui algum detalhe como Desconto, Frete, Item pedido de compra e  Número pedido de compra habilite possui detalhamento e preencha os campos. Clique em Adicionar. Se houver mais algum item a ser colocado na nota faça o processo novamente, clique em Adicionar, preencha os campos e clique em Adicionar. Se algum dos detalhamentos for para a nota toda, selecione os itens na lista. E clique na informação nos dados que deseja que seja aplicado para todos os produtos. Clique na aba Forma de envio. Selecione no campo Frete por conta, o responsável pelo frete. Se enviar por Transportadora selecione no campo transportador. Caso queira você pode selecionar o placa Veículo da transportadora que fará o carregamento. Caso o endereço de entrega seja diferente do endereço do cliente habilite o campo Local de entrega, selecione o endereço e defina se é para atualizar o endereço do destinatário. Se a nota for de exportação deve ser informado a UF e o Local de embarque da mercadoria. Informações de volumes de carga normalmente são acrescentadas quando a mercadoria é enviada por transportadora, se for o seu caso, basta clicar em Possui Volumes. Preencher os campos de Volumes necessários a esta nota. Em seguida clique em Adicionar. Clique na aba Pagamento. Clique em Adicionar para colocar as informações de pagamento. Selecione a Forma de pagamento, a Conta bancária e a Categoria financeira. Se parcelado você pode editar alguma informação como data do vencimento, valor, ou espécie de titulo. Em seguida, clique em Salvar. Para adicionar informação ao contribuinte ou ao fisco você pode escrever na observação. Pronto, a sua nota foi preenchida e você pode realizar a emissão, clique em Emitir para enviar para a SEFAZ. Ou, em Salvar para voltar a lista de notas e deixar a nota pronta para emitir em outro momento. Para imprimir a nota clique em PDF ou XML para baixar, ao final da linha.

    Emitindo NFe de devolução de compra automático

    Siga o passo a passo de como emitir uma nota de devolução de mercadorias ou produtos para o seu fornecedor, desta forma a sua nota será emita de forma rápida e correta. Passo 1: Para poder fazer uma devolução é necessário que você tenha efetuado a importação da sua nota de compra. Se tiver alguma dúvida de como fazer a importação clique aqui e leia o post que explica como fazer. Passo 2: A nota recebida do seu fornecedor precisa estar com o status fechado, para isso, acesse o menu Compras e clique em NF-e de fornecedor. Encontre a nota que deseja devolver clicando no ícone de busca. Após veja na lista como está o status, se estiver diferente de fechado, clique nos três pontos ao final da linha e clique em finalizar. Após clique no ícone para atualizar garantindo que o status mudou para Fechado. Passo 3: Emita a nota de devolução: para isso encontre a nota que deseja devolver na listagem de NF-e de fornecedor, após clique nos três pontos ao final da linha e depois em Devolver. Uma tela será exibida com os produtos que contém na nota de compra, selecione os que deseja devolver. Se desejar, você pode alterar a quantidade devolvida. E também a CFOP de devolução, o sistema busca automático, mas você pode alterá-lo se necessário. Agora defina a forma de envio se houver. E as observações para contribuinte e fisco, caso tenha. Clique em Salvar. Pronto, agora você pode escolher se deseja emitir mais tarde Pré-visualizar o DANFE ou emitir a sua nota de devolução. Simples, fácil e rápido! 😉 

    Emissão de NF-e conjugada – Distrito Federal

    Para emitir a nota conjugada é necessário cadastrar o: Cliente, clique aqui e veja como realizar. Serviço, clique aqui e veja como realizar. Acesse o “Menu”. Clique em “Vendas”. Em seguida clique “NF-e”, no quadro verde. Clique em Adicionar, no canto direito inferior. Clique em Conjugada, para iniciar a emissão da nota. Selecione o seu “Cliente” e a “Natureza de operação”. Os campos de “Emissão”, “Entrada/saída” e “Hora de entrada/saída” são preenchidos automaticamente. Coloque “SIM no campo “Operação com consumidor final” se a venda for para pessoa física ou para empresa que não irá revender o seu produto. Para vincular um vendedor nesta nota, selecione no campo “Vendedor”. Assim você conseguirá tirar o relatório da comissão com o valor a pagar para ele. Clique em Adicionar, para incluir o serviço que você esta prestando. Selecione o Serviço. Identifique se o ISS será pago ou não, no campo de Exigibilidade, em caso dúvida pergunte ao seu contador. Selecione o Estado e o Município onde o serviço foi prestado ou para onde deverá ser pago o imposto. Preencha a “Quantidade” e “Preço”. Confirme a Descrição do serviço, se desejar pode adicionar mais informações. Nos campos referentes ao “Imposto sobre serviço”, defina se o ISS será retido. Verifique a “Base de cálculo”, “Alíquota” e “valor” do ISS. Habilite o campo “Possui retenções de impostos” somente se houver retenção, caso tenha dúvida fale com o seu contador ou contadora. Caso você tenha definido que “Possui impostos retidos”, selecione os impostos que devem ser retidos nesta nota e verifique as informações de “Base de cálculo”, “Alíquota” e “Valor”. Em seguida clique em “Adicionar”. Ao voltar a tela anterior aparecerá o serviço que você selecionou e o valor total do serviço. A aba “Forma de Envio” não precisa ser preenchida, pois não será necessário transporte. Clique na aba “Pagamento” para preencher as informações de fatura e em seguida clique em “Adicionar”. Selecione a “Forma de pagamento” do seu cliente, a “Conta bancária” e a “Categoria financeira”. Se for parcelado, selecione a quantidade de parcelas. Verifique os “Vencimentos”, “Espécie” e “Conta”, se estiver tudo correto, clique em “Salvar”. Se for necessário alterar alguma informação clique em “Editar”, ou em “Remover” para excluir o cadastro E se você quiser incluir alguma observação na nota, basta preencher o campo “Informações para o Contribuinte”. Pronto, a sua nota foi preenchida e você poderá realizar a emissão. Clique em “Emitir” no botão laranja ao lado direito da tela e ela será enviada para a Secretaria da Fazenda. Você ainda pode clicar em “Salvar” no botão azul ao lado direito da tela, para deixar a nota finalizada e pronta para emiti-la em outro momento. Para imprimir a nota, clique em “PDF” ou “XML” ao lado de cada nota.

    Análise SWOT

    A análise SWOT ou traduzindo para o português, FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) consiste em uma análise profunda interna e externa de mercado referente à uma empresa, visando aproveitar o máximo de oportunidades dentro do mercado e reconhecer defeitos, a fim de incrementar a performance e obter resultados positivos. Confira: O que é Análise SWOT? A análise SWOT é um planejamento estratégico realizado por empresas para efetuar um estudo profundo a respeito dos seguintes fatores: forças, oportunidades, fraquezas e ameaças. São analisadas estas questões com base nos ambientes externos e internos, aplicando-os em uma matriz  para obter uma visão geral a respeito do negócio. A análise SWOT, dividida em dois ambientes, consiste em: Ambiente interno: Forças e fraquezas Ambiente externo: Oportunidade e ameaças Analisando estes dados e desenvolvendo o panorama geral, é possível identificar e compreender de forma mais complexa o seu empreendimento, sabendo dos seus pontos fortes e fracos; suas oportunidades dentro do mercado e as ameaças que rodeiam a sua empresa, gerando soluções para alavancar o seu progresso. Esse processo implica em estabelecer prioridades: dentro do meu nicho de atuação, qual é o perfil de clientes que desejamos atingir? Qual é seu perfil de comportamento e consumo? Sua classe econômica? Quais são seus concorrentes mais nocivos ao seu negócio? Tais questionamentos levam a respostas que vão se transformar em ações, seja na releitura de suas diretrizes ou na forma como você enxerga seu mercado como um todo. Etapas da análise SWOT Para realizar a análise SWOT, precisamos passar por cada uma das etapas: FORÇAS As forças são referentes ao ambiente interno da sua empresa. Mais do que tudo, são características  e elementos que representam alguma vantagem à sua empresa. Um restaurante localizado em uma região movimentada, com ampla infraestrutura de estacionamento obtêm vantagem diante de um concorrente situado em uma região de pouco fluxo de pessoas e carente de infraestrutura. Seus pontes fortes podem se manifestar em diversas áreas, como qualidade do serviço oferecido; atendimento ou exclusividade de algo para seus consumidores. As forças são seus pontos fortes dentro do mercado, por exemplo: Vantagens competitivas Melhores serviços executados Relação com os clientes Como a equipe se relaciona Tudo que favorece a empresa em relação aos concorrentes pode ser considerado uma força, sendo interessante organizar essas vantagens em tópicos e por relevância para maior compreensão do plano geral. FRAQUEZAS Assim como as forças, as fraquezas são os pontos fracos que dizem respeito ao ambiente interno da sua empresa. Identificá-las é imprescindível para buscar melhorias, que vão impactar diretamente seu empreendimento. Por exemplo: uma corporação que trabalhe com transporte de carnes. Sua frota de caminhões encontra-se defasada, culminando em altos gastos com manutenção dos veículos e precárias condições aos seus colaboradores. À primeira vista, a renovação dos veículos pode ser vista somente como aumento de custos; se analisarmos a médio e longo prazo, obviamente, dependendo do montante investido, sua empresa poderá ter economias com revisões e poderá excluir a possibilidade de não entrega dos produtos por problemas mecânicos de sua frota. Isso vai impactar diretamente sua relação com seus fornecedores e sua competência dentro de um mercado tão competitivo. Ou seja, você também possui controle sobre as fraquezas do seu negócio. Desvantagens competitivas Falta de recursos Empresa não possui planejamento Treinamento precário Ao contrário das forças, as fraquezas estão relacionadas com tudo que a sua empresa exerce de forma não eficiente internamente e que acaba prejudicando sua posição no mercado, entrando em desvantagem com a concorrência. AMEAÇAS As ameaças estão relacionadas aos fatores externos à empresa, qualquer fator que coloque o seu negócio em posição de desvantagem e não favorável, pode ser considerado uma ameaça;  já as fraquezas são pontos que atacam de fora da empresa e não problemas internos. Grandes players do mercado Problemas com legislação Problemas naturais (Catástrofes, guerras) Problemas com a produção e entrega do produto As ameaças são fatores externos e que muitas vezes fogem do controle de gestores. O que pode ser feito a respeito é sua corporação tomar atitudes que amenizem a situação para que o prejuízo não seja tão grande. OPORTUNIDADES As oportunidades, assim como as ameaças, também estão relacionadas a fatores externos que afetam diretamente a empresa, no entanto, esses fatores afetam de forma positiva o negócio. Apesar de muitas vezes fugir da previsão da gestão da empresa, é possível ficar atento para calcular possíveis acontecimentos. Nova lei implementada Utilizar uma tecnologia nova Integração com o mercado por serviços complementares A concorrente ter problemas e perder o seu posicionamento no mercado As oportunidades são situações que podem ou não ocorrer, mas sempre são positivas para o seu negócio. Não há como prevê-las, mas é possível apostar e calcular uma porcentagem de chances para analisar as possíveis situações de sua aplicação em favor da sua empresa. Como realizar a análise SWOT Agora que você já sabe o significado de cada letra da sigla SWOT, podemos começar a realizar o planejamento estratégico. Antes de pensar em cada fator, é necessário definir bem os ambientes da sua empresa, divididos entre EXTERNO e INTERNO. Ambiente interno:  O ambiente interno, como já vimos, é formado pelas forças e fraquezas; é o primeiro passo para o reconhecimento e planejamento de estratégias para convertê-las em vantagens e conquistar um posicionamento sobre os pontos positivos e negativos do seu negócio. Essa parte do planejamento é fundamental para o desenvolvimento e conhecimento interno da empresa. Ambiente externo: O ambiente externo é formado pelas oportunidades e ameaças que devem ser bem definidas, assim como as forças e fraquezas, para que possam ser tomadas precauções e usufruir das vantagens que situações externas muitas vezes podem oferecer. A previsão destes fatores é parte essencial para converter situações inesperadas em resultados positivos. Realizados os estudos e pesquisas acerca da sua empresa, a próxima etapa é diagramar todas essas informações para que possam ser analisadas de forma geral e eficiente. O nome dessa diagramação é a chamada Matriz SWOT, onde é feita uma tabela inserindo todos os dados recolhidos, subdividindo-os em categorias de fatores

    Filmes sobre contabilidade que você precisa assistir

    Muitas vezes, os Contadores passam despercebidos no cinema. Entretanto, independente do papel, seja de vilão ou de mocinho, os profissionais contábeis recebem um papel de destaque nas grandes telas. Sua função requer um conhecimento complexo sobre questões fiscais e leis. Assim, por exercerem uma missão essencial para manter o equilíbrio e saúde dos empreendimentos, não se limitam a orientar ou realizar balancetes e contabilizar ganhos ou gastos, podendo assumir uma posição estratégica em diversas frentes. Dessa maneira, devido a importância das tarefas realizadas pelos contadores, os mesmos servem para serem utilizados tanto como um personagem bom quanto para um mal, podendo levar pequenas empresas ao sucesso ou destruir grandes impérios. Confira agora alguns filmes de contador que você não pode deixar de assistir: Os intocáveis O filme se baseia na história de um grupo de mafiosos liderados pelo gângster Al Capone durante a época da Lei Seca nos Estados Unidos e dos grandes esforços da força tarefa policial, a qual tem o intuito de capturar o mafioso e, consequentemente, desmontar seu esquema. Na história, a figura do Contador aparece em dois personagens com funções distintas: De um lado, um agente Contador que faz parte da investigação. Seu principal objetivo é conferir as declarações de impostos de renda de Capone e verificar se existia alguma informação financeira sendo omitida. Na outra situação, o outro profissional presta trabalho para o próprio Al Capone, que se vê forçado a fornecer informações sobre as atividades ilegais dos mafiosos e colaborar com a polícia. Um fato interessante a se observar é, Al Capone acabou na prisão por conta da evasão fiscal, graças ao trabalho bem feito dos contabilistas, que auxiliaram a polícia norte-americana a capturá-lo. Fuga à meia noite O filme conta a história de um Contador que tenta “passar a perna” em toda a máfia, a fim de reverter milhões roubados a causas nobres. Jonathan, o personagem principal, é um habilidoso profissional contábil, que tem a intenção de fraudar mafiosos e doar 15 milhões à caridade. À ousadia é adicionada a uma acirrada perseguição de um caçador de recompensas que pretende silenciá-lo através de um depoimento importante para o FBI. A história traz importantes ensinamentos, demonstrando as escolhas certas feitas por um profissional de grande responsabilidade, as quais poderão ter consequências benéficas para o futuro. Margin Call- O dia antes do fim A história engloba um grupo de funcionários de um grande banco de investimentos de Wall Street nos dias que antecederam o estouro da crise em 2007. O filme questiona a responsabilidade corporativa e da seriedade que deve ser impressa no trabalho do dia a dia do profissional de contabilidade e finanças, as quais lidam com informações sensíveis e de alto risco, em que devem ser analisadas atenciosamente e reportadas sempre que surge algum tipo de desconfiança. Trabalho Interno Um documentário de muita importância para qualquer estudante na área de negócios, não se restringindo apenas aos Contadores. Ele aborda de maneira didática e direta o problema de sistematização da corrupção, o principal motivo da crise financeira que atingiu o mundo inteiro durante os anos de 2007 a 2012. Partindo da contextualização da crise econômica que arruinou a Islândia, o documentário progrediu e levou o problema para o nível global, demonstrando a importância dos profissionais que lidam com setores sensíveis da economia. Contabilidade não é o principal foco do filme, porém as noções abordadas são extremamente importantes para o desempenho das atividades do contabilista de forma responsável e consciente. Um Sonho de Liberdade Se passando em 1946, o filme conta a história do jovem e bem-sucedido banqueiro Andy Dufresne (Tim Robbins), o qual é sentenciado injustamente a duas prisões perpetuas consecutivas pelos assassinados de sua esposa e de sua amante. A pena à de ser cumprida na Penitenciária Estadual de Shawsshak, no Maine. Durante o tempo na prisão, Dusfrene utiliza sumyra influência para se tornar amigo de pessoas importantes e, em razão de sua experiência na área financeira, conquista a confiança do diretor da penitenciária a passa a ser seu Contador pessoal, cuidando inclusive da contabilidade se seus negócios sujos. Andy, com o poder das finanças do diretor nas mãos, se vê em uma situação favorável para limpar a conta bancária do “dono” da prisão e conseguir sua liberdade. A história deixa clara a ideia de como a Contabilidade pode ser utilizada tanto para o bem quanto para o mal, convidando o profissional a ter uma reflexão sobre a importância e grande responsabilidade dos documentos que lida diariamente. Para os Contadores, os filmes são de extremo auxílio na profissão, demonstrando a importância e como a mesma pode influenciar a sociedade. A maioria das histórias passam um conceito de seriedade na profissão, além das consequências que ela tem o poder de causar caso seja utilizada de uma maneira indevida. O mercado está acirrado e os preços não são a única saída, veja mais no nosso e-book:

    Configurando o myrp para calcular o ICMS-ST (Substituição Tributária)

    Para que o myrp calcule o ICMS-ST de forma correta na emissão da nota fiscal, alguns cadastros e algumas informações são necessárias 1) No cadastro de produtos Para começar, edite o seu cadastro de produtos. Após acesse a aba Tributos. Habilite a opção “Este produto utiliza ICMS-ST” para que os campos que precisam ser preenchidos sejam adicionados. Clique em Adicionar. Selecione o estado para onde você irá vender o produto. O campo % de Redução de Base de Cálculo do ICMS-ST só deve ser preenchido se for necessário (verifique com seu contador) Selecione a informação adicional que define como deve ser feito o cálculo, o mais comum é o Margem de Valor Agregado (MVA), mas confirme com seu contador se é esta mesmo a opção que deve ser selecionada. O campo Alíquota personalizada do ICMS-ST você apenas deve preencher se no cálculo não deve ser usado o ICMS da UF de destino, que é o padrão, novamente, confirme com seu contador esta informação. No campo Margem de Valor Agregado preencha com a alíquota que será aplicada Se você tiver mais de uma alíquota para o mesmo produto, para o mesmo estado, clique em Detalhar MVA e preencha uma alíquota em MVA Original e outra em MVA Ajustada. Clique em Adicionar. Para cada estado que você vender repita o processo clicando em Adicionar e preenchendo os dados. Salve seu produto. 2) No cadastro de Transações de saída Edite ou adicione uma transação de saída que deva calcular o ICMS-ST. Selecione uma Tributação do ICMS que permita calcular o ICMS-ST. Defina a Modalidade de cálculo BC do ICMS-ST como Margem de Valor Agregado (%), ou selecione a mesma que você definiu no cadastro do produto. No campo Indicador de Margem Valor Agregado deixe em branco se você tem apenas uma alíquota no estado para o produto. Ou selecione uma das opções Original ou Ajustada caso preenchido esta opção no cadastro do produto. Fique atento a esta informação, pois se não for selecionada a correta, ou deixada em branco se necessário o sistema não calculará o ICMS-ST. Clique em Salvar para gravar a informação. 3) Na emissão da NF-e Na emissão da nota fiscal é só selecionar a transação no seu produto que o ICMS-ST será calculado automaticamente. Nota de venda: Selecione seu cliente, adicione o produto e selecione a transação. Nota de Saída: Selecione seu cliente, adicione o produto e selecione a transação. Agora é só emitir a nota fiscal.

    Investimento na empresa: como criar uma cultura de investimento e fazer seu negócio crescer

    Expandir o negócio é uma prioridade de todas as empresas. Para isso, é necessário inovar no mercado e dinamizar a economia perante a sociedade. Aprender com os erros e acertos, por exemplo, é essencial para se obter sucesso, facilitando assim a escolha de qual caminho seguir. Diversos desafios estão no aguardo do empreendedor que deseja chegar ao topo, entretanto, a recompensa, por sua vez, é muito gratificante. Confira algumas dicas de planejamento estratégico, englobando desde os primeiros passos a serem seguidos, ensinando a lidar com a ansiedade, aprender com os concorrentes e alertando sobre a atual situação do país.   Primeiros passos Conhecer as limitações da empresa é essencial, assim você diminuirá o risco de erros na hora de atender seus clientes. Fazer uma análise de como seus concorrentes se posicionam e da sua oferta é também muito interessante, isso permite um melhor posicionamento no mercado. Definir o porte da sua empresa é de grande auxílio para sua gestão, nessa etapa existem três opções disponíveis, as quais são escolhidas baseadas no faturamento anual da empresa. São elas: Microempresário individual (MEI), Micro Empresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte EPP). O MEI só pode ser escolhido por Empresários Individuais, nele é permitido um faturamento de até R$ 60 mil por ano. Já o ME e a EPP podem ser feitas com todos os tipos de sócios. Na ME se enquadram empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e na EPP a faixa de faturamento começa nos R$ 360 mil e vai até R$ 3,6 milhões.   Pesquise as oportunidades Descubra quem é o seu cliente, quais seus interesses, quais suas expectativas em relação ao serviço/produto, onde eles estão e porquê ele vai recorrer ao seu empreendimento. A internet, por exemplo, oferta diversas ferramentas que podem ajudar a coletar e compilar essas informações com precisão e agilidade. Essas ferramentas podem, inclusive, auxiliar na criação de novos produtos para seu empreendimento. Não perca seu tempo e dinheiro buscando vender algo a clientes que não precisam ou se demonstram indecisos na hora de comprar.   Cuidado com a situação atual do país Mesmo com muitas demandas a serem atendidas, as pessoas pensam duas vezes antes de adquirirem um produto/serviço, principalmente em tempos de crise. Por isso, é importante pensar em um negócio que realmente fará diferença na vida de seus clientes. Não se precipite na criação de algo qualquer, planeje seu negócio, estude, inove. Essas vertentes são de extrema importância, sendo diretamente proporcionais ao crescimento da sua empresa. Esteja sempre atento às reviravoltas financeiras do país, isso pode indicar a hora certa de investir. É importante lembrar que, em meio à crise, problemas é o que mais surgem, portanto saiba como resolvê-los.   Não venda só serviços/negócios, venda experiências Depois que o cliente potencial tomar conhecimento da sua empresa, é essencial que ele não tenha somente um atendimento pré-venda, a pós-venda é também muito importante. A impressão que o cliente levará é tão importante quanto a satisfação dele com o produto/serviço em si. Com um atendimento bem resolvido, a facilidade de receber sugestões construtivas (como melhorias e mudanças) com certeza crescerá. Dessa maneira, é possível criar uma vantagem competitiva, fidelizar o cliente virou um diferencial em meio a tanta concorrência.   Invista na sua presença online A internet é o mais rápido método de passar informações. Se o público aderir ao que você posta, a repercussão pode ser imensa em um período muito curto. Por isso, se sua empresa ainda não tem uma página na internet ou perfis nas principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) é hora de tomar uma atitude. Um site deve ser feito com urgência, ele é praticamente a identidade do seu estabelecimento. As pessoas, cada vez mais, discutem marcas, produtos e serviços pela internet. As empresas que ficarem de fora desse movimento estão em desvantagem em relação às outras. Além disso, por meio das redes sociais, é possível ouvir a opinião do cliente, encontrar pontos a melhorar e diagnosticar mudanças necessárias para o negócio seguir a demanda de quem compra.   Fique atento com empréstimos A obtenção de empréstimos é um assunto muito delicado. Esse ato deve ser utilizado apenas em casos de expansão do negócio, pois os juros são extremamente altos. O empresário deve estudar bem o seu fluxo de caixa e verificar se existem recursos suficientes para suprir a dívida que será contraída. Cuidado com empréstimos para pagar dívidas já existentes, isso pode afundar ainda mais a empresa. Criar uma cultura de investimento e fazer com que seu negócio cresça não é uma tarefa fácil e muito menos simples. Esses tópicos requerem muita paciência e estudo para que sejam bem executados. É importante não ter pressa, já que ela é inimiga da perfeição. As dicas são interessantes para facilitar esse estreito caminho ao sucesso, por isso é sempre importante lembrar de segui-las. Essa publicação deixou claro os cuidados que devem ser tomados ao investir na empresa? Veja também Análise de cenários e planejamento estratégico: se proteja em tempos de incerteza.

    Como calcular capital de giro: qual a importância e como calcular

    Capital de giro significa capital de trabalho, ou seja, é o capital (dinheiro) necessário para financiar a continuidade das operações da sua empresa, como recursos para manter estoques, recursos de pagamentos para fornecedores (matéria-prima ou mercadorias terceirizadas) e recursos para financiamento aos clientes (nas vendas a prazo), pagamento de impostos, salários e demais custos e despesas operacionais. Se as finanças da empresa não estiverem em dia, seus investimentos a longo e médio prazo serão drasticamente prejudicados, fazendo com que o empreendimento obtenha problemas e seja necessário recorrer a empréstimos ou “fechar as portas”. É importante frisar que o capital de giro é a parcela resultante da diferença entre o dinheiro que a empresa tem disponível e o dinheiro que deve ser utilizado para quitar as dívidas, podendo ser essas de despesas fixas, prestação de serviços, gastos dedicados à comercialização ou gastos extras. Investimentos, se feitos da maneira correta, nesse recurso garante um fluxo de caixa positivo e o funcionamento sustentável da empresa. Depois dessa breve apresentação do capital de giro, entenda porque ele é tão importante para o seu negócio.   Qual a importância do capital de giro? Gestões feitas de maneira errada no Capital de Giro e nas finanças da empresa poderão fazer com que o empresário tenha que recorrer a recursos adicionais, em que geralmente são obtidos através de empréstimos bancários (com altas taxas de juro). Essa é considerada uma situação de risco, uma vez que o Capital de Giro deve cobrir despesas rotineiras e deve ser suprido com os próprios recursos da empresa. Aumentar o número de dívidas a fim de suprir o financiamento da operação não é uma escolha indicada. Empréstimos só são indicados para investimentos como novos projetos e expansão da empresa, por exemplo. Aderir alguns controles rigorosos pode ser de muita utilidade para uma gestão otimizada e prevenir a escassez do Capital de Giro. Eles são importantes pois, além de permitirem um maior controle perante a saúde financeira da sua empresa, servem para prevenir futuros problemas. Confira algumas ações que podem auxiliar no problema: Obter uma administração clara dos inadimplentes; Realizar a documentação dos processos financeiros; Estabelecer processos financeiros; Fazer negociações de dívidas a longo prazo; Renegociar as dívidas; Conhecer profundamente o fluxo de caixa, a circulação dos estoques e os prazos de pagamentos; Manter uma política de redução de custos e despesas; Conhecer o melhor momento para comprar e os prazos que você poderá assumir; Suprir as necessidades de realização das atividades operacionais. Riscos de um mau controle do Capital de Giro: Quando o Capital de Giro é baixo, os riscos operacionais aumentam, deixando a empresa vulnerável a um caixa negativo, comprometendo assim o bom funcionamento das atividades. Afim de evitar os empréstimos e seus juros elevados (como já foi citado), é importante manter o Capital de Giro positivo, tendo conhecimento sobre o fluxo de caixa e sobre o fluxo financeiro (tempo entre o pagamento a fornecedores e recebimento das vendas). Para adquirir esse conhecimento, é necessário o cálculo do Capital de giro.   Como calcular o capital de giro? O cálculo do capital de giro é influenciado por alguns recursos, são eles o estoque, contas a receber, o caixa e a conta bancária. Eles interferem em menor ou maior grau os prazos médios de estocagem, compras, pagamentos de contas e o volume e custo das vendas. A variação dessas ocorrências é intensa, assim, é recomendado que seja frequentemente monitorado a fim de que o empreendedor evite imprevistos e obtenha resultados negativos que podem afetar o negócio. O fluxo de caixa está diretamente ligado a esses fatores.   Há uma fórmula simples para calcular o capital de giro – GCL = AC-PC. “CGL” se refere ao capital de giro líquido, “AC” ao ativo circulante (caixa, bancos, contas a receber, aplicações financeiras, entre outros recursos) e PC corresponde ao passivo circulante (fornecedores, empréstimos, contas a pagar, etc.). Para calcular o Capital de Giro é necessário saber os recursos (lucro) da empresa, manter um fluxo de caixa detalhado e definir o tempo de duração do recurso para sua constante reposição. Algumas dicas importantes para prevenir a insuficiência do capital de giro é renegociar dívidas a longo prazo, manter o controle de inadimplência e reduzir custos e despesas. Administrar o capital de giro do seu negócio é o mesmo que fazer uma avaliação do momento atual que a empresa se encontra, englobando as sobras e as faltas de recursos financeiros que a organização dispõe, as vendas, administração do caixa e as consequências que as tomadas de decisões vem a gerar. O capital de giro influencia os pequenos empreendimentos por meio de uma estratégia econômica eficaz e sólida, a fim de que o empreendedor tenha recursos para aplicar em diferentes empreendimentos ou investir ainda mais em seu próprio negócio. É importante estar sempre atendo aos detalhes e fatores, pois a administração ineficiente da empresa vem a afetar diretamente o fluxo de caixa. O post conseguiu tirar suas dúvidas de como calcular o capital de giro? Veja também a análise de cenários e planejamento estratégico: se proteja em tempos de incerteza.

    Contador: Mantenha um bom relacionamento com os seus clientes

    Em qualquer prestação de serviço, é essencial manter um bom relacionamento com os seus clientes e, no caso dos Contadores, levando em consideração que os clientes possuem a impressão de que todos oferecem o mesmo serviço, ter um bom relacionamento é um grande diferencial e um ponto forte para o seu escritório. A importância de um bom relacionamento Como foi dito anteriormente, em uma área onde a concorrência é tão grande como nas empresas e escritórios de contabilidade, é necessário buscar pelo maior número de diferenciais possíveis e o preço não é o único deles. Uma relação de confiança entre você e seu cliente é resultado de um atendimento de alta qualidade, da prestação de serviços e da disponibilidade para tirar dúvidas e acompanhar o seu cliente, o que traz inúmeras vantagens para o seu negócio: Estar presente Acompanhar de perto e de forma rotineira como anda o negócio dos seus clientes, impede que eles tomem decisões erradas e fiquem em uma situação perigosa, facilitando o seu trabalho e beneficiando ambos. Com a lei da Responsabilidade Solidária, onde através do código civil, a Lei nº. 10.406/2002 implica em o Contabilista se responsabilizar, juntamente ao cliente, por atos dolosos, perante terceiros, é de extrema importância estar atento. Mantenha o seu cliente alerta sobre documentos A questão dos prazos de entrega de documentos para os escritórios de contabilidade pode ser um grande problema, você pode facilitar muito avisando constantemente seus clientes sobre as datas que eles necessitam entregar os documentos, evitando assim, posteriores problemas. Uma boa tática é utilizar da tecnologia para realizar esse processo, organize um calendário mensal com as datas e os dados que você precisa receber dos seus clientes, isso facilitará muito. Explique para o seu cliente como funciona Os procedimentos exercidos por um Contador podem ser complexos para alguns empreendedores que estão começando, explique para eles como os processos são realizados e não hesite em tirar dúvidas, deixar o seu cliente à vontade e confiante em relação ao seu trabalho é importante para ambos. Meios de comunicação Apresente para o seu cliente através de um blog, redes sociais, sites, conteúdo relevante a respeito de informações úteis sobre contabilidade e mostre que você e sua empresa sabem o que estão fazendo. Essa distribuição de conteúdo útil, cria uma imagem boa para a sua empresa, isso irá atingir potenciais clientes e manterá os seus atuais seguros em relação à sua contabilidade. Transparência Em ambos os lados, cliente e Contador, é necessário existir transparência, você deve deixar claro para o seu cliente que entendeu o problema dele e que sabe o caminho da solução, assim como ele deve esclarecer quais são estes problemas. Assim fica muito mais fácil de resolver questões que prejudicarão você e ele. Como a tecnologia pode ajudar a alcançar um bom relacionamento Estamos em um momento onde a tecnologia está se desenvolvendo cada vez mais e, acompanhado desse constante e veloz desenvolvimento, inúmeros benefícios vieram junto. Um bom exemplo de uso da tecnologia a favor de negócios e, que envolve diretamente os Contadores, é uma solução de documentos fiscais eletrônica. Já se foi a época em que a documentação era toda feita em toneladas de papel e com uma organização precária. Existem softwares voltados para a emissão de documentos fiscais, você pode recomendar para os seus clientes o uso deles, pois facilitará tanto a sua vida quanto a deles. Utilizando deste recurso, você terá acesso a toda a documentação fiscal do seu cliente online e na hora que precisar, evitando contratempos e melhorando o desempenho do seu serviço, podendo até aumentar a sua demanda, já que eliminará aquela papelada toda. O seu cliente notará resultados positivos, isso irá reforçar a segurança e a confiança depositadas no Contador, fortalecendo todos os outros aspectos, como a transparência. Se tratando de Contabilidade, é uma via de mão dupla, pois o que for bom para o seu cliente, é bom para você, os dois precisam caminhar juntos para obter os resultados positivos desejados. Lei da responsabilidade solidária Falamos sobre transparência, afinal é uma questão tão importante que merece uma atenção especial. Você sabe a respeito da lei da responsabilidade solidária, mas e o seu cliente? Você deve explicar a ele o que ela é, explicar que ela é parte fundamental no processo da relação cliente/Contabilidade, apesar de o Contador tomar conta de diversos assuntos e responsabilidades, ele deve estar ciente de que também possui responsabilidades, e muitas. Irregularidades em relação a documentos, por exemplo, passam primeiro pelo cliente, mas quem responde é o Contador, por isso a transparência é importante. O Contador tem responsabilidade penal e tributária neste assunto, a falta de clareza nesse relacionamento pode ocasionar em problemas sérios. É preciso ensinar o cliente que quem sofre com a omissão é ele e que com certeza a empresa dele será a primeira a receber estes danos. Não levar a sério a gestão, impedirá que ele tenha um conhecimento profundo sobre o seu negócio, levando a resultados negativos e tornando o trabalho do Contador mais difícil. Problemas com o crescimento da empresa são pequenos em relação ao que a falta de transparência pode causar. A omissão ou as irregularidades em documentações podem levar o Contador ou o cliente a reclusão, por isso é importante que ambas as partes estejam cientes da necessidade de um relacionamento onde as informações estão disponíveis e de forma clara. Declaração falsa de um documento contábil e omissão de informações são alguns dos casos que preveem infração tributária e penal ao profissional de Contabilidade, acarretando em um grande problema muitas vezes sem solução. Leve a sério Um bom relacionamento é saudável tanto para o progresso do seu trabalho como Contador quanto para a segurança do mesmo. Além das questões como agilidade no trabalho, bom aproveitamento do tempo disponível, diferenciação em relação a outros escritórios, você conseguirá uma boa imagem para sua empresa, deixará a mostra que seu trabalho é sério e que você trabalha com ética e responsabilidade. Não perca tempo e utilize essas dicas a

    Venda sem nota fiscal: riscos do ‘caixa 2’ em pequenas empresas

    O caixa 2 é uma prática financeira ilegal, que consiste basicamente em não registrar determinadas entradas ou saídas de um fluxo de caixa, criando assim um caixa paralelo. Para evitar incidência de impostos, o dinheiro deste caixa paralelo é normalmente destinado ao financiamento de atividades ilegais, podendo ser essas, por exemplo, o bolso do próprio empresário. Se uma empresa pratica um preço muito abaixo dos seus concorrentes por um longo período e de forma permanente, ainda que seja impossível identificar irregularidade nas notas ficais, o fato com certeza levantará grandes suspeitas. A Receita Federal, por exemplo, possui ferramentas exatas para identificar o cruzamento de dados dos seus clientes, fornecedores e cartões de crédito. Seja através de gastos não comprovados por seus clientes, denúncias ou qualquer outro fator. Em algum momento a prática criminosa será descoberta. As consequências dessa descoberta são gravíssimas, tendo grandes chances de resultar na prisão do empresário. Quem decide fazer o caixa 2 conscientemente já deve imaginar que está correndo um grande risco, entretanto, um outro erro não tão evidente é utilizar um sistema que obtenha controle de alguma forma sobre o caixa 2. Existem sistemas que apagam o crime em apenas um clique, dando a ideia de segurança. É aí que mora o perigo. Para entender melhor a “encrenca” que esses sistemas podem vir a causar, comecemos entendendo a lei. Um sistema não pode emitir Nota Fiscal ou Cupom Fiscal opcionalmente em uma venda e o valor da venda e do documento fiscal devem ser os mesmos. Assim, se o sistema libera o ato da venda, baixar estoques e controlar contas a receber sem emitir o documento fiscal, este sistema estará, de acordo com o governo, automatizando o caixa dois. Se por acaso um fiscal for inspecionar uma empresa que utiliza desse tipo de sistema, é por dever que ele deva envolver o Ministério Público e a Polícia, que irão logo em seguida fazer uma “visita” nem tão agradável ao estabelecimento. Lá, recolherão a lista de softwares e indicarão cada um deles por crime de sonegação fiscal, seja esse cliente culpado ou não, além da empresa ser fechada. O pensamento do fiscal é basicamente esse: empresas que fraudam o imposto procuram sistemas que facilitem esse ato. Portanto, todas as empresas que utilizam desse sistema são fraudadoras. Quanto maior o número de empresas utilizando esse software, maiores são os riscos, por exemplo, se existem mil empreendimentos que utilizem do programa, a chance de você ser pego será muito maior e por aí vai. Mascarar a realidade financeira: vender sem nota fiscal Quando uma empresa vende sem nota, ela deixa de registrar a receita corretamente em seu fluxo de caixa. Sem ter essas informações, o trabalho do Contator é muito prejudicado, pelo fato de ser considerada uma situação financeira distante da real. Um pedido de empréstimo, por exemplo, pode ser prejudicado por ter um faturamento menor que o oficial, já que não há como comprovar a capacidade financeira de honrar o compromisso. Além disso, as decisões gerenciais serão tomadas considerando um cenário que não é real. Em papel, pode ser que a empresa esteja com o alerta de socorro ligado, quando, na realidade, possui uma grande reserva financeira não declarada, dificultando expandir sua atuação.   Tecla LF A tecla LF é o apelido da famosa tecla “lesa fisco”. Ela tem a função de emitir a nota fiscal, portanto, se apertada, a nota é emitida, caso contrário a venda é realizada sem a emissão da mesma. A tecla LF não é necessariamente uma tecla, ela pode ser, por exemplo, uma opção ou uma ação adicional que o usuário precisa fazer para comandar a emissão do cupom ou nota, de maneira oposta, a operação acontece normalmente no sistema sem emitir o documento.   Siga a lei, é a melhor opção. Muitas vezes a proposta do caixa dois não parte de você, mas sim do seu cliente. Caso isso aconteça, indicamos que você não compactue com essa prática criminosa, por inúmeros motivos já citados a cima. É mais vantajoso perder a venda e ter sua receita diminuída do que correr a um sério risco desnecessário. O assunto em questão é o fim dos negócios que você tanto sonhou. Segundo a Lei Federal n° 4.729, de 1965, a sonegação fiscal pode gerar a detenção de até dois anos de multa, a qual tem o valor de até cinco vezes o imposto devido, além de correr o risco de ser privado de sua liberdade. Por fim, ser um gestor consciente e evitar essa prática é a melhor opção a se seguir. Se você utiliza do caixa dois, ainda há tempo para interromper esse ato, mude as atitudes, não aprenda pela dor. Haja dentro da lei, não deixe todo seu esforço para levantar seu negócio e ele ir por água a baixo. O post conseguiu esclarecer os risco de vender sem nota fiscal? Veja também sobre Substituição Tributária. new RDStationForms(‘ebook-impostos-para-micro-e-pequenas-empresas-4fe7fdc2f803ed498c5b-html’, ‘UA-36111229-2’).createForm();

    Gestão de risco empresarial: a importância de medir, controlar e prever

    Não é de hoje que as empresas brasileiras encontram problemas com a gestão dos seus negócios. O que não é medido não é controlado, assim, quando o risco não é medido, pode atingir diretamente o caixa da empresa. O risco é associado a um conjunto de eventos, em que esses influenciam o objetivo definido da empresa, afetando fatores como: custo, tempo, qualidade do objetivo final e escopo. Dessa maneira, quando o risco é mal administrado, há grandes probabilidades de encarecer a operação, gerar custos financeiros, diminuir as margens e tirar a eficiência, gerando como consequência custos altíssimos. new RDStationForms(‘ebook-planejamento-financeiro-705ffa9ed73908872225-html’, ‘UA-36111229-2’).createForm(); Grandes empreendimentos no país, em sua grande parte, adotam o modelo que estrutura sua área de risco direcionada apenas para a esfera financeira. Entretanto, com o foco unidirecional, é possível avaliar apenas os números da corporação e acompanhar somente alguns indicadores do mercado. Assim, a análise é limitada e rasa quando levado em conta a complexidade, competitividade e conectividade do mercado atual. Para evitar ou mitigar os riscos, algumas dicas podem ser citadas a fim de melhorar práticas de infraestruturas, políticas e metodologias nas diversas áreas de aplicação, possibilitando uma melhor gestão dos limites de riscos aceitáveis, do capital, do gerenciamento do portfólio e da precificação. Uma gestão de risco eficaz deve atender aos seguintes princípios: Basear-se nas melhores informações disponíveis; Abordar explicitamente à incerteza; Ser considerada no processo de tomada de decisões; Proteger e criar valor para as organizações; Ser sistemática, estruturada e oportuna; Ser parte integrante de todos os processos organizacionais; Ser transparente e inclusiva; Estar diretamente ligada aos contextos internos e externos da organização com o perfil do risco; Permitir a melhoria contínua dos processos da organização; Ser dinâmica, interativa e capaz de reagir às mudanças; Considerar os fatores culturais e humanos. Deve-se tem em mente que as empresas são organismos vivos e estão sujeitas aos mais diversos fatores externos e internos. A forma como aproveitam as oportunidades e seus relacionamentos também precisam ser levados em consideração e estar sempre na órbita dos administradores. É indispensável nesse cenário que o Conselho de Administração, o qual é responsável pelo direcionamento do planejamento estratégico e que deve em última instância avaliar a situação, consiga estruturar essa área e cobrar de seus executivos e gestores que o risco não seja trabalhado apenas no estrito cumprimento regulatório e legal. É preciso saber avançar com segurança e ser ousado, confeccionando mecanismos em constante evolução para evitar as incertezas, propagando assim a transparência. O impacto (ou riscos por perda) e suas probabilidade de ocorrência na gestão de risco devem receber prioridade dentro de um determinado contexto definido pela organização. A gestão deve identificar os riscos intangíveis que, muitas vezes, são camuflados pelos estabelecimentos devido à falta de capacidade de identificação/entendimento dos mesmos. A existência do risco é consequência de muitos fatores que não são correlacionados pela organização, sendo assim, não identificados. O processo de gestão de riscos deve: Analisar as vulnerabilidades dos ativos críticos e as ameaças especificas; Definir o contexto para a análise do risco; Identificar, caracterizar e avaliar o impacto de sua ocorrência; Monitorar e fazer críticas dos resultados; Tratar os riscos, identificando e priorizando ações para reduzi-los; Avaliar os riscos pela probabilidade esperada e o impacto decorrente. Algumas outras questões relevantes devem ser calculadas quando queremos avaliar de uma maneira mais efetiva o andamento dos negócios e seus resultados nos longos, médios e curtos prazos. Veja alguma delas que devem receber uma atenção especial. Aumento do preço dos insumos; Concentração de clientes e fornecedores; Falha na implementação de novas tecnologias; Mudanças regulatórias; Dowgrades nos ratings para obtenção de crédito; Mudanças na legislação trabalhista; Alterações na diplomacia nacional que podem afetar a rotina empresarial. A lei anticorrupção e ajustes de compliance (conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normais legais e regulamentares, políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição) podem ser vistos como uma espécie de risco para operações acostumadas a trabalhar em mercados poucos transparentes e com entes públicos. O Big Data (termo que descreve o imenso volume de dados, estruturados ou não, que impactam os negócios no dia a dia) e a gestão de informações em muitos estabelecimentos, ainda são tratados apenas como questão operacional e de oportunidade de desenvolvimento de novos produtos e serviços direcionados ao cliente. Ainda há pouca análise de gestão de risco e de impacto futuro dessa realidade nas operações. É necessário ficar atento a esses movimentos e os impactos que os mesmos podem causar. A gestão de risco empresarial serve de grande auxílio para prevenir riscos inesperados na organização. Ela auxilia no impacto que os riscos vêm a causar e, portanto, não deve ser deixada de lado, afim de não causar problemas futuros a empresa. A publicacão conseguiu demonstrar a importância da gestão de risco? Veja também o post sobre Análise de cenários e planejamento estratégico: se proteja em tempos de incerteza.

    CEST

    A substituição tributária do ICMS é um assunto a ser tratado com cautela pelo fato de ser muito aprofundado. Este sempre engloba polêmicas e muitos pontos de dúvidas. Um desses pontos é de que maneira classificar em formato simples se um produto está ou não sujeito ao regime. O CONFAZ disponibilizou passos importantes para resolução desse problema através do CEST. Saiba um pouco mais sobre o CEST a partir desse artigo. O que é e qual a finalidade do CEST? A sigla CEST é a abreviatura do Código Especificador da Substituição Tributária. A finalidade desse novo código é definir uma maneira de identificar e uniformizar as mercadorias e bens passíveis de sujeição ao regime de Substituição Tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento da tributação, relacionados às operações subsequentes. Sua regulamentação se dá através do convênio ICMS 92/15. Resumidamente, o CEST pode ser definido como um novo código, no qual constará produtos sujeitos à substituição tributária. Além de o novo código apresentar dificuldades na hora da emissão, a exigência, de acordo com fabricantes de softwares usados pelo comércio, não é nem um pouco prática. Quando o CEST será obrigatório?   Entretanto, o prazo foi adiado para 1º de julho para 2017 para as industrias e o importador, 1o. de outubro para o atacadista e 1 de abril de 2018 para os demais segmentos econômicos, conforme os produtos listados na tabela trazida pelo Convênio ICMS 92, de 2015, e atualizada pelo Convênio 60/2017 Ou seja, se você emite NF-e e algum dos seus produtos comercializados estiver descrito na tabela do convênio ICMS 92/15, então você precisa usar o CEST para esse produto, mesmo que a operação não seja de venda ou até mesmo se o seu estado não participa da substituição tributária. A operação é realizada por contribuinte do ICMS, optante ou não pelo Simples Nacional, com mercadorias relacionadas no Convênio ICMS 92 de 2015, sujeitas ou não ao regime de Substituição Tributária pelo CEST. Como já citado, o sistema utilizado para emitir o documento fiscal tem se mostrado complexo para adequação às novas regras. Na prática, cada produto comercializado, hoje identificado pelo seu NCM/SH, terá que ser relacionado com um CEST correspondente. Como saber o CEST de cada produto?   O CONFAZ disponibiliza uma tabela contendo o CEST, a CNM e a descrição dos produtos. A tabela é publicada através de convênio no site do CONFAZ. A primeira versão da tabela foi publicada no convênio 92/15, em que estava incompleta e continha diversos erros. A versão nova foi publicada no convênio 52/17. Essa tabela há de receber constantes atualizações, por isso é importante ficar atento, além disso, também é indicado prestar atenção nas notas fiscais dos seus fornecedores. Relação entre o CEST e o NCM O Código Especificador da Substituição Tributária tem uma relação direta com o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). O NCM trata-se de um código de oito dígitos estabelecido pelo Governo Brasileiro para identificar a natureza das mercadorias e promover o desenvolvimento do comércio internacional, além de facilitar a coleta e a análise das estatísticas do comércio exterior. Cada Código Especificador da Substituição Tributária está relacionado a um ou mais códigos NCM. Por isso, antes de se preocupar com o CEST, é essencial saber se todos os NCM’s estão cadastrados da maneira correta e, em seguida, verificar se o CEST possui vínculo com o NCM correto definido no produto. Leia também sobre o Bloco K e baixe nosso e-book sobre como ser competitivo sem brigar por preços

    Como ganhar mais dinheiro em seu escritório contábil

    O mercado da contabilidade é muito acirrado, pode ser difícil se destacar nesse meio e aumentar a renda do seu escritório, mas existem estratégias e caminhos que você pode seguir que o levarão a resultados positivos. Confira!

    Análise de cenários e planejamento estratégico: se proteja em tempos de incerteza

    Atualmente, o mundo enfrenta um processo intenso de constante mutação. O universo dos negócios é diretamente afetado por esse fato e, cada vez mais, é necessário que as organizações estejam atentas a mudanças, independente se essas forem econômicas, no comportamento dos consumidores e das concorrências ou até mesmo governamentais. É necessário que as empresas analisem minuciosamente o seu posicionamento no cenário econômico, garantindo assim que fatores negativos não as influenciem. Ao mesmo tempo, é necessário que os estabelecimentos destaquem seus pontos fracos e fortes e, assim, direcionem suas estratégias com intuito de alcançar sucesso nesse ambiente mutável. A Análise de Cenários se faz presente nesse quesito. A Análise de Cenários e planejamento estratégico podem ser definidos como uma importante ferramenta utilizada na hora de desenvolver novos métodos dentro da sua empresa. Esse tipo de análise estuda os diferentes caminhos que a organização pode optar por seguir e então implementar aquele que melhor se relaciona com seus objetivos. O instrumento teve origem militar e permite identificar fatores que possam impulsionar seu negócio em meio ao grande cenário competitivo. A análise é muito importante pelo fato de direcionar nas escolhas da empresa, onde ela é basicamente a soma de escolhas (corretas ou não) ao longo do tempo. Ou seja, sua principal função é analisar o contexto (externo e interno) no qual a organização está inserida. Em seguida, os fatores futuros que possam acontecer são identificados, possibilitando assim uma visão mais clara do mercado atual e permitindo uma tomada de decisão mais fundamentada e precisa.   Ferramentas úteis   SWOT- A análise SWOT é a metodologia clássica mais difundida quando a questão é estudar cenários para planejamento estratégicos. A sigla é derivada no inglês e, em sua tradução, significa forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Sua função é fazer uma análise do cenário atual da empresa e a caracterizar de acordo com esses fatores, que podem ser estudados a partir de duas perspectivas, “análise Interna e externa” e “pontos que ajudam e atrapalham” seu negócio.   Analisando o futuro da sua empresa: análise de cenários de expansão – A análise do futuro é um instrumento muito importante para a gestão de uma empresa, ele cria previsão e situações futuras, explorando o ambiente e preparando a organização para possíveis cenários. A planilha de Análise de Cenários de expansão demonstra cenários de crescimento e possibilidades para o gestor do empreendimento avaliar se crescer em sua operação é ou não vantajoso.   Primeira aba A primeira parte da planilha é o Cenário Atual. Nela, é necessário inserir os dados de aspectos gerais, custos e resultados. Os aspectos gerais dizem respeito à receita mensal (seu saldo mensal a partir dos clientes), número de funcionários (todos os funcionários da empresa, inclusive aqueles que não estão diretamente envolvidos na prestação ou produção de serviços), número de dias trabalhados na empresa e custos mensais (quantia gasta no mês). Por sua vez, os custos mostram detalhadamente as categorias do valor que você inseriu em Custos Mensais. Dessa maneira, nessa parte da tabela é necessário preencher os valores de aluguel, telefone, água, luz, salários, benefícios, estoque ou matéria-prima, entre outros. Após os dados de aspectos gerais e custos serem devidamente preenchidos, se obtém o cenário atual de resultados. Ou seja, a receita média diária (valor faturado diariamente através dos clientes), lucro médio diário (valor real faturado diariamente através dos clientes), receita média por funcionário (valor que a empresa recebe por cada funcionário trabalhando) e, por fim, lucro total (lucro líquido mensal). Essas informações são ilustradas nos gráficos de Situação Financeira, Receitas e Lucro a fim de uma melhor visualização. Segunda aba A segunda parte da planilha trás os dois cenários de expansão trabalhadas no documento? Caso a empresa opere um a mais (1° cenário) e caso a empresa contrate mais um funcionário (cenário 2). O primeiro cenário considera os custos operacionais, custos adicionais, prejuízo esperado e receita média por dia. Caso a empresa opere um dia a mais, há um aumento de lucro. O segundo cenário leva em conta os custos operacionais, a receita média por funcionários e o lucro/prejuízo esperado do novo funcionário. A empresa também apresentará um aumento do lucro contratando um novo funcionário. A planilha é uma ferramenta muito útil para consolidar cenários futuros idealizados para o gestor tomar sua decisão. As empresas que utilizam a previsão de cenário são mais preparadas para mudanças e conseguem melhores oportunidades para solucionais problemas eventuais. Dicas para uma Análise de Cenário eficaz   Estude bem seus concorrentes, coloque-os como ponto de análise. Priorize pontos fortes (identifique pontos que você está à frente e atrás deles) e ameaças (identifique pontos que eles podem te superar). Tenha um pensamento estratégico, saiba analisar detalhadamente o adversário e o ambiente, estude pontos que de fato sejam relevantes para análise, busque sempre a objetividade. É impossível ser totalmente imparcial, mesmo com os esforços que você pode colocar na realização da análise. Portanto, peça que pessoas que conhecem seu negócio e familiarizem com os métodos revisem as análises. Não se limite apenas à matriz SWOT e à Planilha de Análise de cenários. Quando os preenchimentos estiverem finalizados, a empresa deve ponderar o que pode e deve ser feito a partir dessa análise. Por fim, conclui-se que a análise de cenários e o planejamento estratégico não é um “bicho de sete cabeças”. Eles permitem que organizações dos mais diversos tamanhos e ramos possam prevenir acontecimentos indesejados. Além disso, a análise auxilia no direcionamento e precisão do planejamento estratégico através do ambiente corporativo, resultando na criação ou adaptação de novas estratégias e planos de ação que minimizem os riscos a maximizem as chances de o empreendedor alcançar o sucesso em meio a tempos de incerteza. Esse post conseguiu tirar suas dúvidas sobre Análise de Cenário e Planejamento Estratégico? Saiba como ganhar mais dinheiro em seu escritório contábil.

    O que perguntar em uma entrevista de emprego

    Entrevistas de emprego abordam sempre um clima tenso. A fim de encontrar o profissional ideal, as empresas estão, cada vez mais, apostando em entrevistas comportamentais, onde analisam fatores como atitudes e postura dos candidatos. Por meio de perguntas ao longo da entrevista, o entrevistador consegue analisar as principais características e habilidades pessoais dos candidatos, investigando diferentes perfis profissionais e, assim, escolhendo quem será o mais adequado para a vaga e instituição. A conversa é um momento crucial para o entrevistado demonstrar porque ele seria importante para a empresa e o que o diferencia dos demais. O tempo da resposta, por exemplo, vem a analisar o raciocínio e os objetivos profissionais do mesmo. Entretanto, muitas empresas têm dúvidas do que questionar nas entrevistas, pelo fato de as perguntas parecerem sempre iguais. Confira algumas indagações que não podem faltar para você encontrar seu profissional ideal: Pedir para o participante falar um pouco sobre si mesmo A maioria das empresas utilizam esta como a primeira pergunta da entrevista. É o primeiro contato para saber quais são as qualidades do candidato e quais foram os motivos dele ter se interessado pelo estabelecimento. Além disso, essa pergunta ajuda a descobrir se as habilidades do entrevistado são realmente as que estão em ausência na empresa, se ele realmente será a peça que falta para a engrenagem funcionar. Quais são os objetivos do candidato Esse tópico é essencial para entender as ocupações que o participante gostaria de exercer e se ela realmente se encaixa na vaga em questão. Além disso, é possível explorar os pontos evolutivos que o candidato procura adquirir. Por exemplo, as vezes o entrevistado pode possuir outras habilidades além da que está sendo pedida, podendo atuar em mais de uma área da empresa. Qual o motivo da saída do emprego anterior (se houver) Esse tópico é útil para analisar uma parte do psicológico do candidato. São diversos os motivos que levam um colaborador a ser demitido ou sair de uma empresa. O importante nessa questão é que o profissional consiga explicar com clareza o que realmente aconteceu. Entretanto, deve-se entender que uma demissão não desvaloriza o profissional, podendo até ser boa para ele ter aprendido com a experiência. Porque o entrevistado quer trabalhar no estabelecimento Essa pergunta engloba dois objetivos. O primeiro é saber o quão os valores do participante são compatíveis com os da empresa. Já o segundo, descobrir o quanto ele pesquisou sobre a organização. O primeiro objetivo é muito importante para analisar se o candidato realmente tem o “espirito” do estabelecimento. O segundo, não menos relevante, possibilita uma análise do real interesse do entrevistado (se ele realmente gastou seu tempo pesquisando sobre a empresa). Perguntar sobre o inglês Esse tópico tem como objetivo constatar se o nível do candidato é de fato compatível ao que ele colocou no currículo. Se o participante colocou que tem um nível avançado e for intermediário, ou não souber falar a língua, pode ser um sério problema. Mentiras e valorização do trabalho têm sempre um aspecto negativo. Como o candidato se imagina daqui 5 ou 10 anos Essa pergunta possibilita saber o objetivo da carreira do candidato, analisando suas pretensões e se ele deseja seguir na área da vaga disponível. Ela é útil para ter uma noção de quanto o participante se empenhará, caso consiga a vaga. Quais críticas o participante já recebeu e como ele reagiu a elas Críticas são bem-vindas e sempre irão acontecer. Elas ajudam o profissional a identificar seus erros e não cometê-los, ou evitá-los. Essa pergunta serve para analisar os pontos negativos do trabalho do participante e se ele está aberto a críticas. As críticas, entretanto, devem ser sempre construtivas e visar a evolução do profissional. Pretensão salarial Apesar de ser uma pergunta delicada, principalmente em tempos de crise, é de extrema importância. Ela permite analisar se as pretensões do profissional se encaixam com a que a empresa pode oferecer. Todavia, deve-se ficar atento para não acabar contratando um funcionário que receba um salário menor, mas seja menos eficiente. Quais são as maiores qualidades e defeitos Deve-se levar em conta que os defeitos são relativos, já que podem ser aprimorados, podendo ser considerados pontos a serem desenvolvidos. Entretanto, é importante ficar atento ao tipo de resposta dada pelo profissional. Respostas como “trabalho muito” ou “sou perfeccionista” são muito clichês, não diferenciando o candidato dos demais. Também é preciso visar a demonstração de autoconhecimento e verificar no que o candidato se destaca comportamental e tecnicamente. Em relação aos defeitos, é importante priorizar resposta que expõem pontos de como melhorar o desempenho. Por exemplo, um candidato que é muito ansioso dizer que começou a praticar um esporte para evitar tal característica deve receber uma atenção especial, pois isso é realmente um diferencial. Contratar um colaborador é uma tarefa difícil pelo fato de você poder estar deixando um profissional muito eficiente sem a vaga. Sobretudo, é preciso levar em consideração que a entrevista é realmente efetiva, candidatos que se saíram bem nela provavelmente terão um bom desempenho no emprego. Além disso, ela permite analisar o currículo do candidato, suas características e seu comportamento. As dicas possibilitam um grande auxilio na jornada do funcionário ideal, portanto, não deixe de implementá-las em suas entrevistas. Esse post ajudou a organizar as perguntas para entrevistar seus candidatos? Confira também o post Como ser um empreendedor de sucesso: 6 atitudes que diferenciam empresas bem sucedidas.

    CT-e e MDF-e: o que o Contador precisa saber

    CT-e A sigla CT-e significa Conhecimento de Transporte Eletrônico. Tem sua função voltada para comprovações fiscais de qualquer operação de transporte ou frete, independentemente de sua modalidade (rodoviária, dutoviária, aquaviária ou aérea). Isso significa que, sempre que mercadorias transitarem entre fornecedor e comprador e a movimentação é realizada por transportadoras terceirizadas, o CT-e deve ser emitido. A emissão do documento ocorre de forma eletrônica e onde o mesmo será disponibilizado em formato digital (XML). O que certifica sua validade jurídica é a assinatura digital do cliente que confirma a autoria pelo Fisco, o qual recebe e autoriza o uso do mesmo, por esse motivo é necessário o certificado digital. O CT-e é reconhecido e possui validade em todo o país. O que o Contador precisa ter/fazer para gerar Conhecimento de Transporte Eletrônico? Cabe ao profissional contábil fazer com que a empresa esteja devidamente credenciada para gerar o CT-e. Para isso, deve-se realizar o credenciamento no SEFAZ do seu próprio estado. Após isso, é necessário adquirir um certificado digital. Esse certificado é nada mais que a assinatura digital da empresa, o qual garante a autenticidade do documento a ser emitido. Vantagens do CT-e Facilitação e simplificação da Escrituração Fiscal e Contábil. Oportunidades de serviços e consultoria ligados ao CT-e. Padronização de processos – É possível padronizar a informação recebida em seu sistema contábil. Evita erros de digitação – Não é mais preciso fazer digitação das notas fiscais emitidas ou mesmo da Redução X dos cupons fiscais com a chegada no NFC-e. Com a exclusão da digitação, sobra mais tempo para consultoria. O CT-e gera o recibo das informações de maneira mais segura e prática para geração dos impostos e declarações necessárias. MDF-e A sigla MDF-e significa Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. O documento surge quando houver o transporte da mercadoria e serve como um conector dos diversos conhecimentos de transporte (CT-e) que tenham relação a determinada carga em trânsito, dispensando a apresentações destes. Ou seja, O MDF-e tem como principal objetivo agilizar a fiscalização nos pontos fiscais, possibilitando a leitura em lote desses documentos, assim, identificando a unidade de carga e demais informações referentes ao transporte. Ele é exigido no transporte interestadual e intermunicipal (em alguns estados), inclusive para movimentação de cargas próprias. A principal vantagem do MDF-e é a contribuição para a redução do tempo de fiscalização, permitindo assim a leitura de todos os documentos de uma só vez (o que agiliza absurdamente as suas revisões). Essa prática diminuirá o prazo de entrega, reduzindo os atrasos nas entregas de produtos. Confira as últimas alterações/atualizações feitas no CT-e e no MDF-e CT-e: Adição de um novo documento fiscal (modelo 67). Incluídas 113 novas regras de validação. Um documento fiscal eletrônico anteriormente informado no CT-e não pode ser referenciado novamente. Para emissão de um CT-e de Anulação é obrigatório o evento Prestação de Serviço em Desacordo. O CT-e de anulação deverá conter um CT-e substituto em até 15 dias, caso contrário, ele será rejeitado. Códigos de UF e municípios tende de ser válidos de acordo com a tabela do IBGE. MDF-e: Foram adicionados novos eventos para cancelamento fora de prazo. Todos os estados e municípios devem constar na tabela do IBGE. Informações de seguro de carga passaram a ser obrigatórias no MDF-e. Vale pedágio e novas validações de CIOT. Validação de placa e RNTRC. Adicionado campo indicador de pré-entrega da mercadoria. Adicionados campos de transportes perigosos classificados pela ONU. Adicionados informações referentes ao lacre.   Por fim, conclui-se que o profissional contábil deve se manter, a todo momento, atualizado sobre o CT-e e sobre MDF-e. O fato deles estarem em constante mudança faz com que possam proporcionar diversas vantagens, facilitando, por exemplo, seu trabalho como foi citado nos tópicos a cima. Conte com o myrp para sanar suas dúvidas! Veja o nosso material sobre a NF-e 4.1 e faça o dowloand do nosso e-book sobre como tornar o seu escritório modero:

    Emitindo uma carta de correção eletrônica (CC-e) no monitor

    Para emitir uma carta de correção, acesse o ícone de aplicativos: Após, clique em emissão no monitor NF-e: Clique em remover filtro: Localize a nota que desejar fazer a carta de correção e clique no ícone de bloco de notas, no começo da linha: Uma nova janela será exibida, clique em novo: O tipo do evento fiscal deverá aparecer como carta de correção: No campo descrição, informe a correção que será realizada: Clique em criar: Pronto, a carta de correção está emitida. Para imprimir a carta de correção, selecione a carta e clique em PDF:

    Como ser um empreendedor de sucesso : 6 atitudes que diferenciam empresas bem sucedidas.

    Quando o assunto é negócio próprio, não existe formula mágica. Ser bem-sucedido com o empreendedorismo é um fator que pode ser atingido por qualquer pessoa, independentemente da idade. Porém, a fundação de um negócio e ser seu próprio chefe não é assim tão simples. Uma boa ideia não é o suficiente, é preciso se manter atualizado e entender o mercado, a fim de evitar acontecimentos inesperados. O sucesso nunca é garantido, mas algumas etapas a serem seguidas podem facilitar o caminho até ele. Confira agora as 6 dicas que te deixarão mais próximo do sucesso: 1) Tenha uma boa ideia Apesar de não ser o único ponto importante no empreendedorismo, ter uma ideia boa tem sim extrema relevância. É o primeiro passo para abrir seu negócio, entretanto, ideias boas têm de muito, o problema é tirá-las do papel. Para concretizar seu pensamento, é importante: Avalie se a ideia é realista, analise questões como tempo de fabricação, custo e popularidade (se o público vai aceitar); Faça uma pesquisa sobre seu público-alvo, analise lugares que poderiam comprar seu produto, quais ações te motivam a trabalhar e com que você tem mais familiaridade, quais produtos seus futuros clientes comprariam, etc.; Pense em um produto fácil de fabricar, isso facilitará a comercialização; Inove, pense em algo que ainda não existe ou não tem popularidade; Não imite marcas/produtos já existentes, isso causa uma má primeira impressão ao cliente; Aceite as críticas construtivas, esteja sempre aberto a novas opiniões; Faça uma pré-projeto de pesquisa para ver se as pessoas realmente utilizariam seu produto/serviço. 2) Ame o que você faz Criar um novo negócio leva tempo e muito esforço. Assim, é recomendado criar algo que você realmente se identifique e goste para não acabar gerando apenas estresse. Tenha um bom ambiente de trabalho, contrate pessoas que realmente prezarão em adiantar sua ideia, dedique tempo ao seu negócio, dê valor a si mesmo e se dedique ao máximo. Os mais bem-sucedidos empreendedores de hoje começaram do zero, fazendo por amor o que realmente gostavam. O empreendedorismo pode ser comparado à arte, no começo só existe um quadro branco, quem decide como preenchê-lo é você. 3) Pense em algo que irá realmente adiantar a vida das pessoas Novas necessidades surgem todos os dias. A demanda por serviços/produtos, perante a enorme esfera capitalista, só tende a aumentar a cada dia que passa. Pense em algo diferente, coloque-se no lugar do seu cliente. Um ótimo exemplo desse tópico é o UBER, uma ideia simples, baseada em outra que já existia (os taxis) e que vem ganhando muita aderência na população. O UBER surgiu com dois jovens que tiveram dificuldade em pegar um taxi, viram a necessidade e decidiram atendê-la. Esse ideal deve ser sempre valorizado. Antes de lançar seu novo negócio, faça a pergunta a si mesmo: Você compraria? 4) Seja persistente Persistência é indispensável para alcançar o sucesso. As maiores empresas receberam muitos “nãos” antes de chegar ao lugar onde estão. É normal que, nas primeiras apresentações, seu projeto não seja valorizado e entendido da devida maneira, tanto que a concepção é variável de pessoa para pessoa e é muito comum que não compreendam o que você quis demonstrar. Entretanto, não se pode confundir persistência com teimosia. Insistir em um produto que não está dando certo é um erro grave, esse ato pode causar prejuízo nas finanças e muito tempo perdido. O empreendedor deve ser flexível e se adaptar ao que mercado está pedindo. 5) Planeje O planejamento é outro fator muito importante para quem está ou quer entrar no ramo do empreendimento. Planejar seu negócio ajuda a diminuir os riscos e evitar o sofrimento com desperdício de produtos. Existem sim muitos casos de grandes empresas que cresceram sem nenhum planejamento, porém, a probabilidade se torna muito menor. Além disso, o planejamento desde o início do negócio garante maior organização, evitando incidentes indesejáveis. 6) Procure por um investidor Um dos maiores problemas encontrados ao se começar um negócio é o investimento necessário. Geralmente, produzir um produto/serviço não sai nada em conta, assim, uma alternativa para quem não tem o capital básico é procurar um bom investidor, isso pode ser uma boa saída. Os investidores geralmente são compostos por empresários, executivos e profissionais liberais. Pela troca de seu serviço, pedem uma participação minoritária na sua empresa (normalmente entre 5 e 10% do seu patrimônio). Ele não tem posição executiva no empreendimento, mas atua como um conselheiro/mentor.   O caminho até o sucesso pode ser longo e estreito, mas é muito gratificante. Ninguém vira um grande empreendedor do dia para a noite, então, não desista do seu sonho. As dicas serão de grande auxilio nessa longa caminhada.   Este artigo conseguiu auxiliar na jornada para se tornar um bom empreendedor? Veja também o post sobre Mercado de nicho : vale a pena investir?

    Mercado de nicho: vale a pena investir?

    Mercado de nicho é, basicamente, um sub mercado, onde uma pequena parcela de consumidores de um mercado maior é atendida de maneira específica, ou seja, atinge apenas uma parte do público total do empreendimento. Esse mercado engloba consumidores bem exigentes, os quais apresentam hábitos e necessidades particulares. Alguns bons exemplos de mercados de nicho podem ser citados na área da culinária, como pessoas com intolerância à lactose, glúten ou vegetarianos. Esses específicos consumidores encontram muita dificuldade em achar produtos que realmente os interessam, sendo obrigados a recorrer aos mercados de nicho. Mas a grande questão é: será que realmente vale a pena investir no mercado de nicho? Esse tipo de mercado pode sim ser muito lucrativo ao empreendedor. Apesar de muito específico, ainda engloba um público imenso, independente do produto em questão e isso tudo se deve a um único fator: a internet. A internet potencializa de maneira impressionante o mercado de nicho, isso porque, se antigamente era praticamente impossível trabalhar com um público-alvo específico, com a web esse público passou a estar em qualquer lugar do planeta, na hora que quer. O mundo é composto de 7 bilhões de habitantes independentes que podem consumir qualquer tipo de produto. Além disso, os usuários se comunicam com muita facilidade, indicando uns aos outros pontos de vendas que lhes agradaram. As tribos buscam produtos particulares e compartilham suas experiências através das redes sociais e blogs, atingindo assim um número incalculável de usuários. Outra vantagem são os preços a serem cobrados. Por utilizar produtos considerados “raros” no mercado, o empreendedor do mercado de nicho tem uma gama enorme de possibilidades na hora de cobrar o valor final. Afinal, quanto mais significado tiver o produto, mais alto será o seu valor.   Tendências do mercado de nicho ALIMENTAÇÃO – Em grande crescimento no mercado, a alimentação vem sendo uma boa aposta aos empreendedores. Isso porque engloba diversas classes diferentes de consumidores, como vegetarianos, fitness, intolerantes, etc. SAÚDE – Por ser um nicho de necessidade primordial, a área de saúde está sempre em movimento crescente. Isso se deve ao fato da impossibilidade de se abrir mão da saúde. E-COMMERCE – A procura por itens na internet vem crescendo cada vez mais. São diversas as vantagens do e-commerce como a possibilidade de encontrar o melhor preço, não precisar sair de casa para concluir a compra, etc. EDUCAÇÃO ONLINE – A oportunidade de ter aulas sem sair de casa e em horários flexíveis agrada muito à população. Assim, investir na educação pode ser uma bela escolha ao empreendedor. E-BOOKS – E-books são outra escolha certeira para quem deseja investir em um mercado de nicho. Os livros online agradam, e muito, as pessoas, pela comodidade e facilidade de se ler o livro que deseja sem sair de casa. COSMÉTICOS MASCULINOS – O Brasil já é o segundo maior mercado de cosméticos masculinos do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Os “metrossexuais” estão crescendo cada vez mais e investindo muito na beleza.   Por fim, conclui-se que o mercado de nicho, quando tratado da maneira correta, pode sim ser um bom investimento. Para quem pretende investir nesse tipo de negócio é essencial ficar atento as novas tendências e grupos recém-formados, pois, esses podem vir a ser seus clientes potenciais. Esse artigo conseguiu tirar suas dúvidas sobre o mercado de nicho? Leia também sobre a lei da terceirização os impactos para os pequenos empreendedores.

    Dia dos Namorados (12/06): Como divulgar seus produtos e lucrar mais.

    O Dia dos Namorados é uma data especial, e isso não engloba só os casais. Para os vendedores, a época é uma oportunidade e tanto. Isso porque é considerada a terceira data que mais há aumento de vendas, perdendo apenas para o Natal (primeiro colocado) e para o Dia das Mães. Para não deixar essa chance de lucro passar em branco, confira algumas estratégias essenciais para vender mais. Invista na vitrine As vitrines têm um papel importante na loja, é ela quem determinará se o cliente entrará ou não no estabelecimento. No Dia dos Namorados, não é diferente. Não hesite em investir na vitrine, chame a atenção, atraia a público. A vitrine permite utilizar a própria loja como mídia. Para isso, use e abuse de cartazes especificando produtos e promoções. Manequins temáticos também são de grande eficiência, é possível, por exemplo, contar uma história de amor através deles. Manter um visual limpo é importante, vitrines poluídas geram rejeição de quem a observa. Uma boa dica é utilizar produtos do mesmo modelo em diferentes cores. A organização da vitrine não pode ser deixada de lado. Manter os itens na altura média dos olhos dos consumidores é de grande ajuda na organização (isso não significa que itens no chão e no teto são dispensáveis, mas deve se focar na altura média). A iluminação deve ser voltada aos pontos principais de atenção, entretanto, deve se ficar atento para não formar sombras.   Ofereça promoções As promoções são um atrativo e tanto, não existem clientes que não gostam de uma boa promoção. No Dia dos Namorados, elas podem ser essenciais para o aumento das vendas. A data aumenta, e muito, a procura por demanda de presentes, para diferenciar sua loja das demais, abaixar o preço é uma estratégia muito consistente. Uma dica para criar promoções atraentes é confeccionar kits com produtos semelhantes (da mesma marca, de preferência) e oferecer uma vantagem com relação ao preço normal, além de os kits serem muito aceitos pelas pessoas, são capazes de estimular o consumidor a estar comprando mais produtos. Outra opção é fazer uma pesquisa dos produtos mais procurados para presentes no Dia dos Namorados e oferecer uma lista para todos que entram na loja. Isso auxiliará na decisão, poupando tempo e colocando certos artefatos em destaque na loja, além de demonstrar preocupação por parte do vendedor. Oferecer brindes é uma saída muito eficiente, aliás, quem presenteia também gosta de ser presenteado. Oferecer vale presentes também auxilia quem ainda não tem em mente o que comprar.   Personalize os produtos Produtos personalizados são muito bem vistos pelo público e podem ser um diferencial na hora da decisão de compra. Utilizar embalagens temática é uma forma de comunicação direta e constante com o cliente. Abuse na criatividade, decore embalagens (como forma de coração é uma boa opção), ofereça aos clientes caixas temáticas e papéis de presente. Montar cestas comemorativas temáticas também é valido. Isso ajuda a incrementar o produto, agregando valor ao mesmo e subindo o volume de vendas. Ter caixas pré-definidas paras as datas comemorativas ajuda a poupar tempo e evitar imprevistos de confecções. Por isso, se prevenir é sempre importante. Utilize as redes sociais As redes sociais, nos dias atuais, são consideradas o meio de divulgação mais vantajoso dentre os demais, isso porque atinge públicos de todos os tipos sem precisar, na maioria das vezes, de um investimento (há impulsionamentos e uso de mídia paga, mas nem todas as empresas utilizam). Por isso, compor uma campanha integrada destinada às redes sociais é muito interessante. Peças publicitária, vídeos e ações de guerrilha, postados no Facebook, Instagram, Twitter, atraem muito a clientela. Se a campanha for realmente impactante, os próprios clientes farão o marketing da loja, divulgando e compartilhando com seus amigos e contatos. Convidar o consumidor para a loja, oferecendo uma senha para garantir um brinde e cupons de descontos, é muito válido.   Marketing Sensorial Utilizar o marketing sensorial interfere no comportamento do consumidor, cores agradáveis e chamativas, por exemplo, atraem atenção do mesmo. Outra alternativa é escolher a música certa para tocar na loja. Uma música rápida faz com que o cliente se movimente mais rápido na loja (não necessariamente diminuindo o volume de compra), enquanto uma mais lenta faz com que ele fique mais calmo, se movimente com mais atenção pela loja, podendo também aumentar suas compras. A música errada ou muito alta pode espantar o público, por isso é sempre importante observar quem é seu público alvo e escolher as opções certas. Essa publicação conseguiu deixar claro as estratégias que devem ser utilizadas no Dia dos Namorados? Veja também o post Como atrais clientes para minha loja.  

    Proposta de prestação de serviços para Contadores

    Convencer um cliente a aceitar a sua proposta pode não ser uma tarefa fácil e é um grande desafio para a maioria dos Contadores, você pode utilizar algumas estratégias a seu favor na hora de apresentar o seu serviço e alcançar o sucesso na hora de ter um novo cliente.   Por onde começar? Antes de apresentar o seu trabalho, você precisa conhecê-lo a fundo. Realize um mapeamento estratégico através de um plano de marketing, isso o ajudará a ter um bom conhecimento a respeito do seu próprio negócio, como você irá vender algo se não sabe o que é? Tenha certeza de que tudo está nos conformes: O seu escritório, os seus funcionários, o seu relacionamento com os atuais clientes e esteja seguro do que irá apresentar. Mostre confiança: Deixe o seu potencial cliente saber dos seus pontos fortes, reforce quais são as especialidades do seu escritório e se mostre confiante. Ninguém aceita uma proposta de uma pessoa que não tem certeza do que está fazendo. Deixe ele saber dos seus grandes feitos, de quais realizações o seu escritório já efetuou e deixe claro o porquê do seu escritório ser a melhor opção. Preste atenção as reais necessidades do seu cliente: O que ele realmente precisa? Ofereça. Estude bem o seu cliente e já apresente os serviços que sabe que ele necessita. Não erre em propor algo que depois não conseguirá cumprir, isso só resultarará em prejuízo. Fique à disposição para esclarecer dúvidas: O cliente precisa se sentir à vontade e confiante em relação ao seu escritório, pergunte se ele tem dúvidas e diga para ele não hesitar em perguntar, isso fortalecerá o relacionamento de vocês desde o começo, e se tratando de contabilidade, a questão cliente/Contador é de extrema importância, eles devem caminhar juntos. Ofereça um plano de calendário: Mostre que seu escritório é organizado e rígido em relação a prazos. Desenvolva um plano de datas e apresente a ele, em seguida vocês podem combinar um plano próprio, assim ambas as partes saem ganhando.   Honorários Contábeis Os honorários contábeis são uma questão importante a ser tratada. Para cada cliente, os valores dos honorários contábeis variam, tudo irá depender da demanda e do esforço que o seu escritório irá realizar. Como ele trabalha com a documentação; Quantas pessoas serão necessárias movimentar para atender à demanda; Qual é a relação do cliente com as notas e qual o número de notas; Qual a classificação da estrutura do cliente Existe sempre uma média no mercado em relação aos honorários contábeis. Consulte o órgão do seu estado, ele tem uma tabela com essas informações bem detalhadas. Em relação à proposta, monte planos para o seu cliente, faça orçamentos diferentes considerando quais serviços o seu escritório irá realizar. Deixe claro que existem serviços dentro do orçamento e fora, e que os serviços de fora, como certidões negativas, serão cobradas à parte. Faça isso de forma que o cliente não se assuste, dê ênfase para o que está incluso no plano, mas sem deixar de explicar a questão dos serviços extras.   Proposta tecnológica Para levar a proposta a outro nível oferece um sistema de gestão. Com o sistema, seu cliente e você saem ganhando. Ele pode utilizar um software que ofereça diversos recursos para a empresa, controle das contas, controle das demandas, emissão de notas fiscais eletrônicas e outros benefícios. Estude as vantagens de utilizar um software e apresente os benefícios ao seu cliente, facilitará tanto a sua vida como Contador quanto a do cliente. Agora que a maioria dos documentos fiscais são obrigados a serem emitidos digitalmente, você precisa se adequar, assim como existem softwares para gestão de empresas, existem softwares para a gestão de documentos eletrônicos (GDE). Um sistema de gestão de documentos eletrônicos deixa todos os arquivos disponíveis online e acessíveis em qualquer lugar e a qualquer momento, tanto para você quanto para seu cliente. Assim, não é necessário ficar esperando por um documento que precisa se entregue em um prazo X para ser enviado pelo cliente ou vice-versa.   Inovação e diferencial Existem muitos escritórios de Contabilidade que realizam o mesmo serviço, por que alguém deveria escolher o seu? A resposta é clara, inovação e diferencial. Começando pelo suporte, mostrar que o seu escritório realmente se preocupa com o cliente parece algo básico, mas muitos pecam nesse aspecto. As pessoas que contratam um serviço, querem ser atendidas com excelência e, de certa forma, com afeto. Mostrar que o seu negócio está sempre com um pé no futuro é um grande diferencial, a tecnologia está cada vez mais presente na vida de todos, por isso utilizar das suas estratégias é pensar à frente. Como foi dito, apresentar em sua proposto um software para gestão de notas, pode ser o diferencial que você precisa, se você já lida com algum, melhor ainda, pode mostrar como os resultados são positivos e o quanto vale a pena. Ter uma boa comunicação é essencial. Use as redes sociais à vontade, é uma divulgação de baixo custo e extremamente eficiente, isso o aproxima do cliente e força a ideia de que você está sempre presente. Se quiser ir mais a fundo, você pode investir em conteúdo pesado, usando blogs e hotsites distribuindo informações relevantes a respeito de Contabilidade, deixando o seu cliente mais seguro e informado em relação ao seu trabalho. Se o seu escritório realiza consultoria financeira, já é um grande diferencial, levando em consideração que não são todos que realizam esse serviço. Isso deixará o cliente ainda mais tranquilo sabendo que um consultor financeiro estará disponível e que ele faz parte do escritório que ele pretende Contratar.   Existe a proposta perfeita? A proposta perfeita não existe, mas você pode chegar quase lá. Analise os tópicos que foram apresentados nesse artigo e veja onde você pode melhorar ou o que já está fazendo, existem modelos prontos de propostas que você pode baixar gratuitamente na internet, mas o melhor a se fazer é você mesmo criar o seu modelo conforme a necessidade

    Leitor de código de barras emitido por balança

    A funcionalidade de leitura de código de barras emitido por balança é muito utilizada em empresas que trabalham com preços por quilo, onde o preço por unidade é diferente dependendo sempre do peso do produto. Se sua empresa, por exemplo, é uma padaria ou restaurante e gera e imprime o código de barras em uma balança, basta você utilizar o seu leitor de código de barras para adicionar o produto no seu ponto de venda. 1. Pesa a o produto 2. Imprime o código de barras 3. Realize a leitura do código de barras no seu produto E pronto, o seu produto foi adicionado automaticamente na sua venda de forma simples e rápida. Mas fique atento!!! O Código de Barras precisa ser gerado no modelo EAN13, ou seja, é composto por 13 números. O primeiro dígito será sempre o número 2, Os 6 dígitos seguintes serão o código do produto, Os próximos 5 serão o peso ou quantidade do produto e O último dígito é o verificador gerado pela balança. Exemplo: Na venda de um produto, onde o peso gerado pela balança foi de 430g e o código do produto é 796, o seu código de barras ficaria: Observação: Para que o processo funcione de forma correta, o produto deve estar cadastrado no myrp e na balança com o mesmo Código.

    Contrato social: saiba como elaborar um contrato bem feito.

    O contrato social de uma empresa é como sua certidão de nascimento com todas as informações sobre o negócio. Descubra o passo a passo de como fazer.

    Substituição Tributária

    A Substituição Tributária pode ser definida como um regime, no qual a responsabilidade pelo recolhimento dos impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) é atribuída ao contribuinte, desde que não seja o próprio gerador da ação de venda. Ou seja, é uma forma de substituir o responsável pelo pagamento dos tributos. O instituto foi criado e implementado pelas unidades federadas antes do advento da atual Constituição Federal, através de legislação infraconstitucional. Em seu início, era aplicado apenas com operações com cigarros, mas com o passar do tempo, foi estendida até outros setores. Por exemplo, um fabricante de bebidas que faz o recolhimento integral do produto irá isentar a rede atacadista a qual estabelece a ele a compra, assim como os pequenos mercados que serão responsáveis pela venda final ao consumidor. Agora que você já sabe um pouco sobre o assunto, veja os erros mais comuns na Substituição Tributária do ICMS: Pensar que a legislação não se movimenta – A legislação da substituição tributária está em constante mudança, isso significa que o fato de você já ter realizado um tipo de transação irá fazer com que esta receba sempre o mesmo tratamento tributário. É essencial estar ligado às mudanças legais que vêm a afetar seu tipo de mercadoria, a fim de não ficar irregular sem nem saber. Não identificar a origem do produto, seu destino e qual é o próprio produto – Fator indispensável para saber qual valor será inserido de acordo com a origem e destino do produto e se o mesmo está ou não sujeito à Substituição Tributária. Não dar atenção à documentação – As documentações devem estar devidamente corretas e atualizadas. No caso de haver uma fiscalização, se os documentos estiverem com qualquer erro/atraso, além da multa, tem chances de a carga do seu produto ser retido e gerar sérios problemas. Não recorrer à ajuda – Tentar fazer o trabalho inteiro sozinho pode ser mais trabalhoso do que se pensa. É preciso dedicar muito tempo para descobrir os tributos e valores do ICMS-ST que incidem sobre suas vendas, e o resultado final é pouco confiável.   Erros como esses são muito comuns, ficar atento para não cometê-los é muito importante. A Substituição Tributária não se limita a um só modelo, para ser mais exato, existem três tipos de ST (Substituição Tributária). Substituição para frente: Quando se recolhe o tributo relativo a fatos geradores futuros de maneira antecipada, usando a base de cálculo presumido. Substituição diferimento (ou para trás): É basicamente o contrário da substituição para frente. Somente a última pessoa que participa da cadeia de circulação da mercadoria ou serviço, é que paga o tributo de maneira integral, inclusive em relação a todas as operações anteriores e seus resultados. Substituição simples: Nesse caso o contribuinte, em certa operação ou prestação de serviço, é substituído por outro, tal como ocorre na empresa industrial que paga o ICMS devido pelo prestador de serviço de transporte, por exemplo. Antigamente, era mantido um protocolo próprio a cada um dos estados da Federação, constando assim os produtos passíveis de substituição tributária. Nos dias de hoje, o Confaz, órgão com representantes fazendários de todos os estados, passou a emitir uma tabela específica de produtos sujeitos a sofrer ST, em que cada um deles recebia um código específico denominado CEST (Código Especificador da Substituição Tributária). Entretanto, deve se manter atento pelo fato de que nem todo produto que consta na tabela do CEST pode sofrer ST, já que a tabela não obriga os estados, apenas autoriza. O estado precisa assumir um protocolo ou convênio com o Confaz especificando essa regulamentação. Assim, para se obter a certeza da incidência, é necessário consultar as duas tabelas: do estado e do CEST. Principais produtos que constam na lista do CEST: Produtos como tintas, fumo, motocicletas, cervejas, automóveis, água, gelo, cimento, refrigerante, chope, combustíveis, lubrificantes e material elétrico, sofrem a substituição, pois a lista é válida na maioria dos estados brasileiros. Entretanto, algumas mercadorias como discos e fitas, cosméticos, lâminas de barbear e materiais de construção, têm ST válida somente em alguns estados. Mercadorias como artigos para bebês, produtos domésticos, brinquedos, colchoaria, instrumentos musicais, isqueiros, bicicletas, máquinas e equipamentos devem receber uma atenção especial. Isso porque antes atendiam ao regime de ST e foram excluídas da lista do CEST. O Sistema de Substituição Tributária para o ICMS foi desenvolvido pelo governo com a finalidade de agilizar, modernizar e principalmente facilitar a arrecadação de impostos na comercialização de serviços e produtos. Porém, de acordo com os Contadores, na prática ele acaba complicando a vida dos empreendedores.   Beneficente ou não, é preciso estar ligado ao regime de seus produtos para realização dos cálculos e a retenção antecipada de maneira correta, erros podem colocar o patrimônio da empresa em risco. Veja o nosso post sobre o CEST e baixe gratuitamente o nosso e-book sobre como ser competitivo sem brigar por preços:

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