Software de gestão empresarial: como ele facilita a vida do contador?

    O software de gestão empresarial ou ERP (Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial, do inglês) é um programa de computador que ajuda a cuidar de diversos departamentos e de atividades que se relacionam ao cotidiano de uma empresa. Entre as principais áreas estão vendas, marketing, finanças etc. A plataforma ainda apresenta a facilidade de recuperar as informações de um determinado setor e permite a automatização de procedimentos ligados ao negócio. As suas praticidades proporcionam vários benefícios aos negócios. Agora, você deve estar perguntando: será que o sistema também facilita a vida do contador? Com certeza! É sobre isso que falaremos neste post. Destacaremos os principais benefícios dos sistemas de gestão empresariais para a área da contabilidade. Vamos lá? Redução de erros e otimização de tempo As novas tecnologias contribuem para a redução do número de erros — o que resulta em diminuição de custos — e a otimização do tempo do contador. Isso porque ele evitará o retrabalho de fazer alguns procedimentos corriqueiros da contabilidade. O profissional também não precisará ficar procurando por vários documentos físicos e planilhas com o objetivo de encontrar os dados referentes às empresas, o que também ajuda na otimização de tempo do contador. Vale lembrar ainda que pelo fato de otimizar a eficiência nas operações, o contador ou o escritório de contabilidade poderá focar mais no relacionamento com seus clientes. O conhecimento das necessidades pode ser usado com a intenção de otimizar o atendimento, desenvolver novos serviços e gerar insights que possam contribuir para o crescimento do escritório. Todos os benefícios citados fazem com que os profissionais possam atender mais clientes com eficiência e em menos tempo. Dessa maneira, as chances de fidelizá-los só tende a crescer junto com as receitas no escritório de contabilidade. Parte dos ganhos ainda pode ser utilizada como capital de giro, ou seja, reinvestindo em procedimentos que vão contribuir para a melhora dos serviços contábeis e do atendimento ao consumidor. Organização das informações Com apenas poucos cliques é possível ver e administrar todas as entradas e saídas de recursos das atividades que envolvem várias áreas do empreendimento. Muito prático, concorda? A centralização das informações facilita a análise delas, o acompanhamento do histórico das empresas e a produção de relatórios. Além disso, o software de gestão empresarial permite a fácil recuperação de dados, pois o backup é automático. Dessa forma, o contador tem acesso aos documentos quando ele quiser, independentemente de imprevistos. Portanto, não há necessidade de procurar dados em várias planilhas eletrônicas e documentos físicos. O acúmulo de papel dificulta análise dos dados, porque muitos deles podem se perder com o passar do tempo. Armazenamento de dados Como não há dependência de arquivos físicos, os sistemas de gestão facilitam a tarefa de guardar os documentos. Isso porque não há necessidade de ter um local destinado a armazená-los. Assim, você sai na vantagem, economizando espaço e dinheiro na sua empresa. Além disso, você tem a opção de digitalizar os arquivos que forem físicos e pode guardá-los no computador ou na nuvem. Confiabilidade dos dados O trabalho manual não é totalmente seguro. Uma simples distração ou erro de digitação já pode comprometer a confiabilidade das informações, o que prejudica o escritório contábil e os clientes. As consequências disso são muitas. Um prazo pagamento atrasado, por exemplo, gera multas. Um tributo recolhido de maneira errada gera juros e taxas. Uma informação esquecida pode ser configurada como sonegação. Por outro lado, com o ERP, os riscos de acontecer esses tipos de erros são praticamente nulos. O sistema é feito seguindo as leis vigentes, faz cálculos e lança dados de forma automática. Tudo isso traz maior segurança ao contador w contribui para maior confiança e satisfação das pessoas em relação aos serviços do profissional. Mais uma vez, as chances de fidelizar clientes disparam. Maior controle de prazos Devido ao mercado competitivo, muitas empresas operam praticamente no limite para arcar com as despesas. Assim, o pagamento de juros e multas representa um aumento de gastos da companhia. As muitas contas podem gerar consequências nada desejáveis. Entre elas estão o pagamento de fornecedores, empréstimos, impostos, etc. Outra despesa importante para as empresas é o pagamento dos salários dos funcionários. O atraso deles, principalmente se for frequente e por vários dias, pode deixar muitos colaboradores desmotivados. Com isso, você poderá correr o risco da companhia perder os seus principais talentos. O controle de prazos é muito importante para os negócios. Por isso, com os softwares, o contador terá mais facilidade para fazer esse monitoramento. Como o ERP possibilita a criação de alertas sobre vencimentos e rendimentos (pagamento dos clientes), não haverá o risco do profissional esquecer essas informações. Dessa forma, será possível controlar as entradas e saídas e entender melhor o fluxo de caixa do escritório. Além disso, o contador terá mais eficiência para ajudar as empresas com relação ao pagamento e recolhimento de impostos, evitando que o seu cliente pague juros e multas. Redução de custos Como já mencionado, a automação de tarefas permite a redução de falhas. A prevenção de erros do contador evita gastos com multas e juros que podem ser cobrados direta ou indiretamente pelos clientes. A automatização também permite cortar gastos com o pessoal, ou seja, não haverá necessidade de contar com tantos colaboradores, tornando a estrutura do escritório enxuta. Por mais que muita gente critique a redução do número de profissionais, as empresas que apresentam uma estrutura reduzida e eficiente, tendem a ser mais lucrativas. Além disso, a informatização dos procedimentos possibilita que alguns colaboradores do escritório possam trabalhar de maneira remota (total ou parcial). Quando os trabalhos são feitos em casa, a companhia não precisa gastar com transporte e tem menos despesas com luz, equipamentos, estrutura, etc. O software de gestão empresarial conta com várias facilidades e praticidades que facilitam a vida dos contadores. Eles poderão monitorar melhor os prazos, atender mais clientes e menos tempo, acessando dados confiáveis e facilmente recuperáveis. Está interessado em implementar um software de gestão empresarial no seu escritório de contabilidade? Entre já em contato com a gente.

    6 benefícios de oferecer treinamento em vendas para a sua equipe

    O treinamento em vendas é essencial para qualquer empresa. Afinal de contas, se ela não conseguir vender, não terá receitas nem lucrará. Como consequência, será inviável manter o negócio funcionando. Os vendedores precisam conhecer os produtos oferecidos pela companhia a fim de convencer os clientes sobre o porquê de eles comprarem algo, ou seja, é importante falar sobre os benefícios partindo do ponto de vista do consumidor. Está interessado em iniciar essa prática na sua empresa? Neste post, daremos dicas de como você pode fazer uma preparação em vendas e apresentaremos os benefícios dessa estratégia. Acompanhe a seguir. Os 6 principais benefícios para a empresa O treinamento em vendas é um investimento com alto potencial de retorno às companhias. Apresentaremos, na sequência, os principais benefícios. 1. Funcionários motivados Caso tenha escolhido um bom instrutor, o time de vendas estará capacitado para lidar com diversas situações cotidianas e se mostrará motivado na companhia. Vale lembrar, ainda, que, quando você ensina um funcionário, ele pode se tornar fonte de conhecimento de um determinado assunto. Alguns colaboradores transmitem o que aprenderam aos seus colegas, replicando, portanto, o treinamento para os outros colaboradores, principalmente aos novatos da empresa. 2. Aproximação entre novos e antigos colaboradores Nem sempre os novos funcionários se integram facilmente dentro da equipe, e alguns colaboradores antigos podem ser resistentes às mudanças. Além de proporcionarem o desenvolvimento de novas habilidades e a atualização com as demandas e novas tendências dos mercados, os treinamentos são úteis para unirem novos e antigos funcionários. Você pode otimizar esse relacionamento fazendo dinâmicas de integração a fim de eles se conhecerem, criarem afinidades e sentirem que fazem parte do mesmo time, de algo maior e de um propósito. 3. Clientes satisfeitos Com os funcionários mais motivados e capacitados, os clientes serão mais bem atendidos. Devido ao atendimento eficiente e claro, eles valorizarão ainda mais empresa e os produtos ou serviços de sua marca. Isso ocorrerá devido às dúvidas esclarecidas, proporcionando que as compras aconteçam com mais tranquilidade, reduzindo ou desaparecendo as objeções. 4. Vendas eficientes O treinamento direciona a forma como o vendedor deve se relacionar com o cliente. A sua equipe precisa ter uma base teórica e prática para apresentar os serviços da empresa de uma maneira persuasiva. Isso significa que o colaborador deve conhecer detalhadamente seus produtos com a finalidade de convencer o cliente a comprar algo. Quando a preparação é bem-feita, o profissional fica preparado para lidar com diversas situações cotidianas, oferecendo o suporte adequado ao consumidor e, consequentemente, alcançando um melhor desempenho nas vendas. 5. Melhor retenção de colaboradores Um funcionário que recebe treinamento fica mais motivado a continuar na companhia, porque ele se sente valorizado. Dessa forma, você conseguirá manter os seus principais talentos (o que não é fácil para várias empresas) e continuará com bons resultados. Caso o profissional não seja desenvolvido e fique estagnado, ele poderá se sentir desmotivado e, por isso, procurar outra empresa que invista em treinamento. 6. Resultados melhores Além de manter os funcionários engajados e por mais tempo na empresa, os treinamentos também deixam os vendedores mais preparados para o dia a dia em vendas. Quando isso acontece, a tendência é de eles venderem mais e melhor, otimizando os resultados da sua companhia. Como fazer um treinamento em vendas? Os treinamentos são essenciais aos negócios. Isso porque, se as empresas ensinarem bem sobre como vender os seus produtos, terão mais receitas. E se elas forem bem administradas poderão, por exemplo, pensar em oferecer outros serviços, ampliar os investimentos no próprio empreendimento, abrir novas franquias ou filiais. Apresentaremos, abaixo, algumas dicas para ajudar você fazer uma boa preparação nessa área. Continue lendo! Defina os objetivos É necessário estabelecer prioridades e determinar objetivos antes de implementar um treinamento em vendas. A preparação pode visar, por exemplo, transmitir conteúdo com a intenção de gerar conhecimento, o desenvolvimento de novas habilidades ou incentivar uma mudança de atitude dos funcionários. Se o seu time, por exemplo, está com dificuldades para vender é necessário priorizar um treinamento com técnicas de vendas. Caso algum produto específico tenha sido pouco comercializado, em um determinado período, pode ser necessário fazer um treinamento técnico do produto, pois, dessa forma, os vendedores conhecerão mais sobre ele e terão mais facilidade para convencer os clientes de comprá-lo. Divida o treinamento Procure determinar os temas e dividi-los de acordo com cada objetivo da empresa. Isso evitará a realização de atividades muito abrangentes e que não promovem os resultados desejados. Portanto, é necessário entender os fatores que são relevantes nas vendas do seu negócio e, a partir disso, montar o curso. Observe como anda o processo de vendas em todas as etapas da cadeia. Elas vão desde a prospecção, passando pelo fechamento e até o pós-venda. Veja quais são as fases que a equipe apresenta baixo rendimento, priorizando esses temas. Alguns deles podem estar relacionados a maneira que os vendedores prospectam clientes, se a equipe conhece e sabe apresentar as características e benefícios do produto etc. Escolha o instrutor Trata-se de um elemento fundamental na preparação, pois os instrutores serão responsáveis pela transmissão de conhecimento e por estimular os seus funcionários a aproveitar melhor as atividades e melhorar a produtividade. Esse papel pode ser exercido por um líder de vendas, ainda mais se ele já tiver proximidade com os funcionários e conhecer profundamente companhia, ou por um instrutor externo, que tenha experiência na área e saiba adaptar o treinamento ao contexto da sua empresa. Avalie os resultados É muito importante avaliar desempenho do time constantemente. Observe quais são os principais problemas e dificuldades da equipe, variações muito grandes nos resultados e pense em possíveis melhorias para resolver essas questões. A preparação ajuda os vendedores apresentem bons resultados e a empresa consiga vender os produtos. A área de vendas é fundamental aos negócios, pois ela é responsável pelas receitas dos empreendimentos. Por isso, é muito importante investir na preparação dos funcionários. As dicas sobre como fazer treinamento em vendas foram úteis? Está interessado em ler outros artigos sobre a gestão da sua empresa? Veja este post sobre gestão

    Software de gestão: conheça os principais tipos e como escolher o ideal

    As novas tecnologias têm transformado rapidamente os hábitos dos clientes, e os negócios tiveram que se adaptar a isso. A rapidez e a eficiência no atendimento, por exemplo, é uma das demandas dos consumidores. Uma ferramenta que auxilia nisso é o software de gestão. Esse sistema tem diversas utilidades e ele ajuda na administração, e consequentemente, a melhorar a organização da empresa. Ficou interessado no assunto? Neste post, explicaremos o que é um sistema de gestão, como ele funciona, quais são as principais funções e tipos, por que usá-lo e daremos dicas que vão ajudar na escolha do software para a sua empresa. Continue lendo! O que é um software de gestão? Trata-se de um programa de computador que auxilia a cuidar de diversos departamentos de uma empresa. Ele é um software inteligente que objetiva a cuidar de diversas atividades que são relacionadas ao cotidiano do negócio, procurando automatizar ao máximo os procedimentos da companhia. As suas praticidades proporcionam vários benefícios aos empreendimentos. Entre eles, estão o aumento da produtividade, a redução do número de erros da empresa, a segurança para os funcionários, o maior controle financeiro (porque o gestor conhecerá, com mais facilidade, as receitas e os gastos do negócio), a gestão dos documentos, entre outros. Como funciona um software de gestão? Os sistemas de administração integrada ajudam o empresário a controlar diversos setores da empresa. O programa, portanto, é informatizado, e as informações podem ser armazenadas no computador ou na nuvem. A estrutura dele é organizada de acordo com as seguintes categorias: administração: permite o conhecimento do andamento de diversos setores do negócio, como as questões financeiras, de vendas, entre outras; avaliação do desempenho: as praticidades oferecidas pelo sistema permitem que o gestor avalie como está a performance de cada setor relacionado ao negócio; planejamento estratégico: devido à facilidade de acompanhar os diversos departamentos, fica mais fácil observar quais são os pontos fortes e fracos, pensar em estratégias e definir as ações que possam melhorar os resultados da companhia; implantação e execução: a avaliação do que está dando certo ou errado e a definição de estratégias guiam para uma execução acertada das práticas da empresa. É claro que existem diversos tipos de sistemas e eles têm funcionalidades específicas (explicaremos mais sobre isso ainda neste post). Porém, as quatro categorias destacadas acima são comuns a todos eles e são tomadas como referência para a integração de procedimento. Quais são as principais funções de um software de gestão? Esse sistema automatiza e facilita os processos de gestão empresarial. Dessa forma, as informações relacionadas a, por exemplo, fabricação de um produto, questões de logística, de finanças e de recursos humanos tornam-se acessíveis e sempre disponíveis. Confira abaixo as principais funções dos softwares. controle financeiro: permite que você veja com mais facilidade as receitas e os gastos da sua empresa, facilitando a administração financeira; emissão de nota fiscal: os softwares possibilitam o lançamento de notas fiscais eletrônicas; controle de estoque: com poucos cliques, você pode saber como andam os estoques do negócio e verificar se há sobras ou se é necessário fazer mais compras para abastecê-lo; vendas: é possível acompanhar o andamento das vendas e analisar quais são os pontos de melhoria com a intenção de otimizar o setor; emissão de boletos: o lançamento desse documento torna-se facilitado. Portanto, o tempo gasto com questões burocráticas é menor. Isso possibilita que o gestor foque mais as atividades diretamente relacionadas ao negócio; backup 24 horas: outra vantagem é a facilidade na recuperação de documentos, pois ela acontece de forma automática e sempre quando você precisar. Quais são os tipos de software de gestão? Existem vários tipos de sistemas de gestão. Eles têm funções variadas e diversas utilidades para as empresas. Apresentaremos abaixo os softwares mais utilizados. Confira! Gestão financeira Esse tipo de programa permite o controle do dinheiro que entra e sai na empresa. Por meio desse sistema, é possível emitir notas fiscais eletrônicas e boletos, fazer o controle do fluxo de caixa, administrar as contas a pagar e receber, elaborar relatórios gerenciais e financeiros, e outras funções. As empresas que gerenciam todas as contas a partir de um software de gestão financeira têm mais facilidade para identificar a origem das receitas e as despesas do negócio e, assim, projetar a situação futura do seu caixa. Caso sejam identificados problemas, o gestor pode pensar em ações, com a intenção de otimizar os ganhos da companhia e cortar os gastos que forem considerados desnecessários. Vale lembrar ainda que os sistemas de administração das finanças empresariais permitem um melhor monitoramento dos prazos de pagamento e recebimento das contas do seu negócio. Isso ajuda no controle da inadimplência dos clientes e evita o acúmulo de dívidas na sua empresa. Gestão contábil O sistema de gestão de contabilidade permite a melhora da produtividade das empresas, pois gasta-se menos tempo com as rotinas burocráticas. Dessa forma, você terá mais tempo para lidar com as atividades cotidianas que se relacionam com o seu negócio. É importante destacar também que, devido às suas funcionalidades, o software contábil também possibilita a redução do número de erros na empresa. Isso evita o retrabalho nos procedimentos de contabilidade, como elaborar relatórios contábeis (a Demonstração do Resultado de Exercício ou DRE é um exemplo e esse documento permite saber se um negócio está dando lucro ou prejuízo), calcular os tributos a serem pagos, fazer o controle da folha de pagamento dos funcionários e avaliar o patrimônio da companhia. PoS para o varejo Esse sistema ajuda a melhorar a eficiência e o sucesso do negócio. Trata-se de uma solução para lidar com as vendas e ainda permite que seja feita a gestão de compras e de estoques do seu empreendimento. Isso porque é possível saber quais foram os produtos mais vendidos e, a partir disso, determinar o que é necessário comprar, com o objetivo de manter o estoque abastecido e sem muitas sobras, evitando desperdícios e gastos desnecessários. O software PoS (Point of Sale ou Ponto de Venda) é utilizado para vender mercadorias aos clientes.

    NF-e – Informação de transporte de mercadorias

    Após a atualização da NF-e para versão 4.0 a informação de transporte de carga que é colocada na emissão da nota fiscal mudou, passou a ter mais informações, por isso vamos explicar como era e o que mudou para que você continue emitindo suas notas fiscais sem preocupações. Até a versão 3.1 temos 4 opções para selecionar: Emitente: quando o emissor da nota é o responsável pelo frete Destinatário: quando o cliente da nota é o responsável pelo frete Terceiro: quando uma outra empresa será responsável pelo frete Sem frete: quando a mercadoria não terá movimentação Agora temos 6 opções: Contratação do Frete por conta do Remetente (CIF): Quando a empresa que emite a nota contrata uma empresa de transporte e ela paga pelo frete Contratação do Frete por conta do Destinatário (FOB): Quando a empresa que emite a nota contrata uma empresa de transporte mas o cliente paga pelo frete Contratação do Frete por conta de Terceiro: Quando a empresa que emite a nota contrata uma empresa de transporte mas uma outra empresa paga pelo frete Transporte Próprio por conta do Remetente: Quando a empresa que emite a nota fará o transporte com um caminhão próprio e ela paga pelo frete Transporte Próprio por conta do Destinatário: Quando a empresa que emite a nota fará o transporte com um caminhão próprio mas o cliente paga pelo frete Sem Ocorrência de Transporte: Quando a mercadoria não terá movimentação Entendido o conceito de cada tipo de frete, analise qual a sua situação e selecione o campo de forma correta na emissão da NF-e.

    A importância de fazer uma gestão de documentos eficiente na empresa

    Você já ouviu falar em gestão de documentos nas empresas? Trata-se de uma prática muito importante, uma vez que é necessário ter os documentos sempre com fácil acessibilidade. Além disso, esse processo também oferece uma série de outras vantagens para as organizações. Isso evita que se perca muito tempo para localizar contratos de venda e de trabalho, comprovantes de pagamentos, guia de impostos, relatórios gerenciais, de estoque ou de fluxo de caixa etc. Além de otimizar o tempo, a gestão de documentos também garante o correto arquivamento e controle de todos esses itens. Apesar da importância da gestão de documentos, são comuns as dúvidas sobre o assunto. Foi pensando nisso que desenvolvemos este post, cujo objetivo é esclarecer tais questões. Confira! O que é a gestão de documentos e por que ela é importante? A gestão de documentos nada mais é do que um método organizacional, composto por um conjunto de boas práticas, que fazem com que os materiais da empresa fiquem melhor organizados. A ideia é que sejam administrados tanto os arquivos digitais, em espaços para o armazenamento de dados em nuvem, por exemplo, como os arquivos físicos, que ficam guardados em fichários ou pastas. Se você tiver todos os documentos da empresa bem arquivados, evitará de esquecer de fazer pagamentos ou então pagar uma multa alta no caso de a Receita Federal ou outro órgão solicitar uma nota fiscal de produto vendido, por exemplo. Quais são as melhores práticas para fazer a gestão de documentos? De maneira geral, existem três pilares que embasam esse tipo de procedimento: o tempo, os recursos e a produtividade. Assim, a empresa fará um investimento para reduzir os seus custos, ter mais organização e realizar tarefas burocráticas mais facilmente. No que se refere ao tempo, falamos sobre o período necessário que cada documento deve ser guardado. Já os recursos são as ferramentas necessárias para a prática e a produtividade é o resultado dos procedimentos. Existe uma série de boas práticas que podem ser levadas em consideração e colocadas em prática para fazer a gestão de documentos. Veja as principais delas, nos tópicos a seguir: Separe os arquivos em categorias O primeiro passo para fazer a gestão de documentos é organizar os arquivos em categorias, sejam eles físicos ou digitais. Assim, você pode ter uma pasta para notas fiscais, outra para contratos etc. A ideia é que você saiba exatamente em que local procurar quando necessitar de um desses documentos, por qualquer motivo. Considere a temporalidade Nem todos os documentos necessitam ser guardados para sempre. Por isso, convém que você analise o tempo que cada um deles precisa ser arquivado. Extratos bancários e comprovantes de pagamento de IPTU e IPVA, por exemplo, precisam ser guardados por até 5 anos. Já notas fiscais de saída precisam ser guardadas por 10 anos. Outros períodos também podem ser consultados para cada tipo de documento, que são descartados de tempos em tempos, abrindo espaço para novos. Tenha um software de gestão Ter um sistema de gestão para a emissão de notas fiscais, por exemplo, é importante para que você consiga ter mais praticidade para realizar esse trabalho, bem como armazenar as notas corretamente. Também é relevante observar se o software contratado conta com o serviço de armazenamento de dados em nuvem, pois somente assim os arquivos ficarão guardados em um espaço digital. O armazenamento de dados em nuvem é uma das formas mais seguras de guardar documentos, pois eles ficam localizados em um local do ciberespaço, em um sistema de hospedagem, e não em um local físico. Assim, se os computadores da empresa estragarem ou forem contaminados com vírus, por exemplo, os arquivos que estiverem na nuvem ficam intactos. Outro benefício é que você pode acessar esses itens em qualquer lugar em que estiver, sem necessariamente ocupar o espaço físico da empresa. Crie uma rotina de digitalização É claro que os documentos impressos ainda podem existir e que algumas pessoas até mesmo os prefiram. No entanto, recomenda-se que você crie uma rotina de digitalização na sua empresa. Incentive e oriente os colaboradores para que eles imprimam apenas os documentos que são necessários e que deem preferência para os arquivos digitalizados. Hoje em dia, até mesmo as assinaturas de contratos podem ser feitas à distância, por meio de certificados digitais. Esses são os principais passos que devem ser seguidos para desenvolver a gestão de documentos. Recomenda-se que isso seja repassado para todos os funcionários da empresa, uma vez que a organização dos documentos é uma responsabilidade de todos e, por isso, deve ser enraizada na cultura organizacional. Quais são os benefícios da gestão de documentos? Os benefícios trazidos pela gestão de documentos para as empresas são diversos, indo muito além da otimização do tempo. A seguir, confira os principais deles: menos espaço físico utilizado para arquivamento de documentos; diminuição dos custos operacionais; ganhos em segurança da informação; gerenciamento de recursos financeiros; descarte de documentos obsoletos; e melhora da gestão organizacional como um todo. Que ferramentas são indicadas para a gestão de documentos? Quando falamos em ferramentas para gestão de documentos, a principal delas é o sistema de gestão, conforme já citado. Esses programas são excelentes para que você consiga organizar os documentos na sua empresa e permitir que todos os colaboradores possam fazer o mesmo. Além disso, o investimento em um software de gestão vale a pena porque ele conta com variadas funcionalidades e não apenas o armazenamento de dados em nuvem. Se você fosse contratar todas essas ferramentas de maneira separada, o valor investido seria muito maior. Agora você já sabe mais sobre a importância de fazer uma gestão de documentos eficiente na sua empresa e assim garantir mais organização, praticidade e um ambiente de trabalho propício para o desenvolvimento. Você também já sabe que ter um sistema de gestão é muito importante para que isso se realize. Por isso, recomendamos que agora você conheça o Myrp, um sistema de gestão empresarial online que poderá trazer muitos resultados positivos para a sua empresa. Entre em contato conosco e saiba mais!

    O que é ECD? Quem precisa entregar? Quais as diferenças para EC?

    A Escrituração Contábil Digital surgiu ainda em 2008. Apesar disso, 10 anos após o seu surgimento, muitas pessoas e profissionais da contabilidade ainda têm dúvidas acerca desse assunto. Compreender o que é ECD, no entanto, é mais simples do que parece em um primeiro momento e é isso que pretendemos explicar neste post. Nos tópicos a seguir, vamos explicar o que é ECD, quem precisa entregá-lo e quais são as suas diferenças em relação ao EC, entre outras dúvidas comuns sobre esse item da contabilidade tributária. Ficou interessado? Então siga conosco e fique bem informado sobre o que é ECD e outras questões relacionadas. Vamos lá? O que é ECD? A ECD é uma sigla para Escrituração Contábil Digital, que nada mais é do que a entrega dos livros contábeis da empresa para a Receita Federal, em formato digital. Vale destacar que a ECD substitui a entrega dos livros diários, da razão, dos auxiliares, do balanço e das demonstrações financeiras da empresa. A modalidade surgiu ainda em 2008, conforme já explicado anteriormente, e aos poucos foi sendo adotada pelas empresas, que precisaram adaptar-se para o formato digital. Quem regulamenta a ECD são os órgãos previdenciários e fiscais do Governo. O documento digital necessita contemplar os seguintes livros: livro diário e seus auxiliares; livro razão e seus auxiliares; livro de balancetes diários, balanços e fichas de lançamento comprobatórias. Em todos os casos citados, cabe lembrar que só é necessário apresentar as documentações se elas forem da empresa, pois cada negócio tem especificações diferentes. Como a ECD funciona? A ECD exige que a autoria dos livros digitais seja comprovada por meio de uma assinatura com certificado de segurança. Essa assinatura deve ser emitida pela ICP Brasil, órgão nacional responsável por esse tipo de identificação. Assim sendo, a ECD só é validada após a confirmação do recebimento desse arquivo, com todos os devidos registros por parte dos órgãos governamentais. Quem e em quais situações é preciso entregar a ECD? A legislação prevê que a Escrituração Contábil Digital precisa ser entregue periodicamente por empresas em determinadas condições. Os itens a seguir demonstram quem e em quais situações é preciso entregar a ECD: empresas que podem estar sujeitas a serem tributadas no Imposto sobre a Renda, com base no Lucro Real; empresas que já foram tributadas no Lucro Presumido, mas que não tiveram incidência no Imposto sobre a Renda Retido na Fonte; sociedades em conta de participação, de modo que a entrega deva ser feita sempre pelo sócio ostensivo; empresas que são imunes ou isentas, que foram obrigadas a isso com base nos termos na Instrução Normativa RFB 1.252/2012; empresas do Simples Nacional, cujo aporte financeiro tenha sido recebido a partir de 2017, por meio do chamado investimento anjo. Além de todas essas situações, podemos destacar ainda que o fator contábil existe de qualquer maneira, mesmo quando há ausência de movimento na organização. Em resumo, pode-se dizer que a falta de movimentação durante o ano-calendário em uma empresa não significa que ela não seja obrigada a entregar a ECD. Quais são as diferenças entre ECD e EC? É preciso também ter o cuidado para não confundir  o que é ECD (escrituração contábil digital) com o que é EC, que é a escrituração contábil tradicional, feita em papel, antes de a migração para o digital ter sido totalmente implantada. Os órgãos fiscalizadores veem as duas escriturações como documentos diferentes e, embora a versão tradicional não seja mais praticada, é preciso guardar documentos antigos, pois eles podem ser necessários. Um exemplo da utilização da EC de anos passados é o caso de a empresa precisar comprovar judicialmente alguma particularidade contábil da época. São comuns casos de empresas que enfrentam processos judiciais sobre questões bastante antigas e que precisam recorrer ao EC para comprovar dados. Quais são os principais cuidados que devem ser tidos em relação ao ECD? Algumas boas práticas são necessárias para fazer a emissão do ECD. A principal delas é o armazenamento de todos os dados, desde o primeiro envio. Isso é relevante para que se possa utilizar desses materiais para fins de conferência e redução de riscos, sempre que necessário por qualquer motivo. Os contadores, apesar de serem contratados e assumirem a responsabilidade por esse trabalho, também precisam solicitar que um responsável pela empresa assine o documento. No caso das empresas que utilizam softwares de gestão para desenvolver os livros e dados da ECD, é necessário analisar se eles garantem a integridade dos dados e quais são as políticas da empresa desenvolvedora do programa para isso. Outro cuidado importante deve ser tido quando há a troca de contador nas empresas. Portanto, se você assumir um trabalho que estava sendo feito por outro profissional, convém revisar todo o conteúdo do material anterior, para que possíveis erros cometidos não possam prejudicar o seu cliente. Qual a relação entre o ECD e o SPED? Muitos empresários também confundem ECD com SPED e é papel do contador explicar de que se tratam de conceitos distintos. Na verdade, o ECD faz parte do projeto SPED, que foi lançado há mais de 10 anos, com a finalidade de substituir as escriturações em papel por arquivos digitais. Que ferramentas podem ser utilizadas nessa modalidade? Para garantir que todos os registros contábeis da empresa sejam feitos corretamente e que erros não sejam cometidos na declaração do ECD, convém que sejam utilizadas ferramentas tecnológicas para esse controle. Os softwares de gestão com foco no setor contábil são exemplos de ferramentas digitais que podem ser utilizadas pelos profissionais da área. Porém, conforme explicado, é preciso escolher um programa que garante a integridade dos dados, pois, somente assim, será possível garantir a segurança e a confiabilidade. Conseguimos esclarecer o que é ECD e outras dúvidas comuns sobre esse assunto? Então agora é só colocar tudo em prática e orientar os seus clientes sobre a importância da entrega dessa documentação e como isso deve ser feito. Se você gostou deste conteúdo, assine a nossa newsletter! Assim você receberá os nossos materiais ricos sempre em primeira mão. Não perca essa oportunidade de ganhar mais

    Exportação dos XML´s de CTe

    Todo mês é necessário enviar os documentos gerados para sua contabilidade, para isso é preciso gerar um arquivo de exportação contendo todos os XMLs emitidos no período.  Para gerar este arquivo acesse o menu Aplicativo. Clique em Monitor CT-e. Após abrir terá que primeiro, selecionar o seu CNPJ Após isso no filtro, fará da seguinte forma Informará o status como Autorizado e o campo de data de emissão com o período que deseja exportar o XML. Feito isso clique em Filtrar Abrirá uma nova tela com os CTe emitidos. Selecione os CT-es que deseja enviar. Feito isso, clique em selecionar todos os registros Em seguida, clique em XML. Será baixado no seu computador o arquivo contendo os XML’s  e você pode anexar no e-mail para enviar ao seu contador.

    4 Dicas para aperfeiçoar a rotina contábil

    Ter uma rotina contábil organizada é essencial para os contadores. Dessa forma, eles poderão ter os seus processos internos e a produtividade de seus escritórios otimizados. O mesmo ocorre com empresas de qualquer segmento, que precisam adotar boas práticas para definir rotinas produtivas. Mas como aperfeiçoar a rotina contábil de uma empresa? Existem ações que podem ser colocadas em prática nesse sentido? A resposta para essa pergunta é sim, e nós temos algumas dicas para você. Portanto, se você deseja ter uma rotina contábil otimizada no dia a dia da sua empresa, não deixe de acompanhar as nossas orientações nos tópicos a seguir.  1. Separe as informações por setores É preciso fazer uma departamentalização na sua empresa, ou seja, separar as informações por setores. Desse modo, é necessário que cada colaborador do escritório tenha uma função clara e específica, pois isso evita o retrabalho e os erros por esquecimento. A separação de informações por setores não deve ser algo praticado apenas pelas grandes companhias. Empresas menores, como os escritórios de contabilidade de pequeno porte, também devem ter esse hábito. Outro benefício gerado pela separação é o fato de que será mais fácil mensurar a produtividade de cada setor da empresa ou de um colaborador específico. Assim, se um funcionário produz muito mais do que o outro, por exemplo, é possível buscar formas de identificar por que isso está ocorrendo. Em um escritório de contabilidade de pequeno ou médio porte, os setores podem ser divididos da seguinte forma: recursos humanos, financeiro, contabilidade, fiscal e arquivo. 2. Use tecnologias para facilitar a administração dos dados A tecnologia deve ser vista como uma aliada das empresas. Desse modo, o uso de um software de gestão para contabilidade pode ser uma excelente alternativa para facilitar a administração dos dados de um escritório. O ideal é que se encontre um programa que possa atender, em uma única plataforma, todos os setores do escritório, que foram separados na etapa anterior. Assim sendo, o setor fiscal pode utilizá-lo para fazer a emissão de notas fiscais eletrônicas, a título de exemplo. A área de RH pode usar o programa para controlar os horários dos colaboradores e a folha de pagamento, já o setor de contabilidade pode utilizá-lo para aferir o fluxo de caixa do escritório. Essas são apenas algumas facilidades que o uso de um software pode proporcionar. Tendo esse controle maior em cada área da sua empresa, fica mais difícil perder prazos e você terá mais facilidade para medir a qualidade e a eficiência da equipe. Outro ponto importante é que esses programas podem gerar relatórios com dados reais sobre a sua empresa, que podem ser utilizados estrategicamente em seu planejamento semestral ou anual. 3. Contrate uma equipe especializada e tenha times colaborativos Conforme já destacado anteriormente, é importante que a empresa tenha setores bem definidos. Porém, não é qualquer pessoa que pode ser contratada para cada departamento. O ideal é que seja feita a contratação de profissionais especializados em cada área. A partir daí, poderão ser formados os chamados times colaborativos, de modo que uma área da empresa possa colaborar com a outra. A ideia é que a organização seja vista como uma máquina, em que cada setor é uma peça. Se uma peça para de funcionar, todo o equipamento será prejudicado. Por isso, é muito importante que os funcionários contribuam uns com os outros. 4. Utilize ferramentas que possam facilitar a administração da rotina contábil  Existem diversas ferramentas que podem facilitar a administração de um escritório no dia a dia. Para ajudá-lo, fizemos um levantamento com as principais delas e as listamos nos tópicos a seguir. Confira. 4.1 Trello O Trello é uma ferramenta utilizada para o gerenciamento de projetos no formato de lista. Ele é totalmente ajustável e pode ser adaptado de acordo com as necessidades de cada pessoa. Trata-se de uma plataforma em que os projetos são organizados por pastas, que podem ser compartilhadas entre as pessoas interessadas. 4.2 Todoist Outra ferramenta que pode facilitar a administração no dia a dia de um escritório é o Todoist. Esse aplicativo é similar ao Trello e possibilita uma visão geral de tudo o que você tem para fazer, sem que o controle seja perdido. Listas podem ser criadas e alarmes podem ser programados para que você se lembre de alguma atividade específica do dia, do momento ou da semana.  4.3 Dropbox O armazenamento em nuvem dos arquivos de um escritório de contabilidade também é importante, pois você pode querer acessar a um documento em casa ou no hotel, durante uma viagem a trabalho, por exemplo. Em casos assim, o Dropbox pode ser uma ferramenta interessante para armazenar arquivos em nuvem e poder acessá-los em qualquer local, desde que haja conexão com a internet. 4.4 Skype O Skype é um programa que serve tanto para trocar mensagens de texto como para fazer chamadas de áudio e vídeo. Ele é excelente para as videoconferências com clientes que são de outra cidade, por exemplo. Isso contribui para que a rotina e os gastos do escritório de contabilidade sejam otimizados. A comunicação interna também pode ser melhorada com o uso do Skype. Isso porque os funcionários podem ficar conectados ao mensageiro e trocar informações, sem precisar ocupar os ramais telefônicos e atrapalhar o colega quando não se trata de algo urgente. 4.5 Softwares de gestão para contabilidade Os softwares de gestão para contabilidade reúnem diversas características que são fundamentais para a administração de uma boa rotina contábil, conforme já destacamos anteriormente. Esses programas são muito completos e, no mesmo local, reúnem recursos que podem ser utilizados por todas as áreas de um escritório de contabilidade. Gostou do nosso artigo? Siga as nossas dicas e procure aperfeiçoar a rotina contábil do seu escritório. Assim, você conseguirá obter muito mais sucesso e prestar um atendimento de qualidade para os seus clientes. Quer ter contato com outras informações interessantes como essas? Siga-nos nas redes sociais, acompanhe as nossas publicações e fique sempre bem informado! Estamos no YouTube, no Facebook e no LinkedIn. 

    Saiba como captar clientes para o seu escritório de contabilidade

    Os escritórios de contabilidade passam por uma árdua tarefa: captar clientes. Nesse setor, o trabalho fica ainda mais complicado, pois é necessário estabelecer uma relação de confiança com eles, afinal de contas, é a administração de questões contábeis — como providenciar alvarás e licenças e fazer o cálculo de taxas e impostos — da empresa dele que está em jogo. Mas tenha calma, pois nem tudo está perdido. Existem várias formas de divulgação alternativas à propaganda tradicional boca a boca ou aos anúncios feitos nos jornais, o que acabaria ficando caro para o escritório. Neste post, daremos dicas que vão ajudar na divulgação e na geração de autoridade do negócio. Confira! Defina nichos de atuação Sem dúvida alguma, o primeiro passo na tarefa de captar clientes é definir o nicho de atuação, porque sem foco não é possível saber qual é o caminho adequado para o escritório. Realmente existem muitas áreas a serem seguidas no setor contábil, mas como saber qual ou quais são as ideais para o seu negócio? Analise os potenciais clientes e conheça as motivações, os interesses e as principais dificuldades deles. Feito isso, você poderá direcionar os serviços e atender aos anseios das pessoas e, consequentemente, conseguirá gerar valor ao seu público. Busque um diferencial Em um mercado tão concorrido como o da área contábil, é sempre muito importante inovar e procurar algo para se diferenciar, especialmente em serviços ou praticidades que são difíceis de serem copiadas pelos concorrentes. Diante desse cenário, alguns detalhes podem fazer a diferença, como a agilidade no envio de informações e documentos, a busca por capacitações e atualização, o atendimento personalizado de acordo com cada nicho, a localização privilegiada, a utilização de softwares especializados e uma rede de filiais, pois elas possibilitam que mais pessoas sejam atendidas. Use as redes sociais Uma das principais dicas que vão ajudar a captar clientes é usar as redes sociais, afinal de contas, muita gente que pode precisar do seu serviço está nesse ambiente virtual. Com o advento da internet, essas páginas se tornaram um dos canais que as pessoas usam com o intuito de procurar e descobrir um produto ou serviço. Por se tratar de uma rede voltada a negócios e ter um caráter profissional, o LinkedIn é essencial aos escritórios contábeis. Hoje, portanto, é um elemento obrigatório, porque quem não considera usar essa página tende a perder oportunidades de fazer ou reforçar contatos, divulgar a empresa e, consequentemente, tende a ficar defasada no mercado. Além disso, você pode contar ainda com o YouTube, Instagram e Facebook. Porém, conheça os seus recursos estruturais (se há condições de gravar um vídeo, por exemplo) e financeiros, analise o perfil da sua clientela e na sequência escolha quais serão os canais com os quais o negócio vai se comunicar com o público. Crie um site ou blog Outro meio online que ajuda no crescimento do seu escritório é a criação de um site ou blog. Essas ferramentas ajudam você a ficar mais conhecido e ganhar autoridade na sua área, e contribuem na prospecção de clientes. Para que as suas estratégias funcionem, em primeiro lugar, procure divulgar conteúdo de valor, ou seja, algo que vai ajudar a resolver algum problema ou post que atenderá a algum interesse do seu potencial consumidor. Depois, é preciso usar ferramentas na internet com o objetivo de saber quais são as buscas frequentes e as palavras-chave mais procuradas no Google relacionadas a sua área. Após a sua pesquisa, elabore um artigo sobre os assuntos com maior interesse do público. E por motivos de SEO (Search Engine Optimization) ou otimização de mecanismos de busca, não se esqueça de colocar a palavra-chave ao menos três vezes nos textos. Vá a palestras e eventos Na tarefa de captação de sua clientela, é muito importante frequentar palestras e eventos, especialmente aqueles que se relacionam com a sua área de atuação. Nesse tipo de encontro, você tem uma ótima oportunidade de fazer contatos, ser visto e aumentar o seu networking. Tudo isso, portanto, pode contribuir para que um negócio seja fechado durante o evento ou permitir que algumas pessoas presentes no local sejam os seus futuros clientes. Ainda há a possibilidade de você ou de outra pessoa da sua empresa, que tem mais conhecimento sobre um assunto, oferecer uma palestra e convidar pessoas para assisti-la. É uma boa oportunidade de compartilhar os conhecimentos, mostrar autoridade no assunto e ganhar a confiança dos clientes, contribuindo para que eles acreditem no trabalho do escritório contábil. Incentive a indicação de novos clientes Sem dúvida alguma, as indicações encurtam os caminhos. Para aumentá-las, em primeiro lugar, é importante saber atrair consumidores por meio de conteúdo de valor em blogs e eventos relacionados com a sua área. Depois, é necessário mostrar um bom trabalho e atender aos interesses dos consumidores com o intuito de deixá-los satisfeitos com os serviços prestados. Dessa forma, você valoriza a sua base de clientes e contribui para que eles recomendem aos seus amigos a sua empresa, os quais, quem sabe, também podem virar seu cliente. Isso ajuda a diminuir o custo médio para adquirir um consumidor, o que aumenta os lucros do escritório contábil. Outro caminho que ajuda a ter mais indicações é oferecer alguma forma de bonificação. Elas podem ir desde a um brinde até a concessão de descontos ou isenção de mensalidade ao seu cliente. Repare que todos ganham. Você vai conseguir mais indicações e reduzir o custo por venda; os seus consumidores vão economizar com os serviços de sua empresa. Um dos principais detalhes para o desenvolvimento dos escritórios de contabilidade é a construção da marca, pois ela auxilia a conquistar clientes. Atualmente, existem inúmeras formas de divulgação e elas vão desde a presença em canais online — como redes sociais e blogs — até eventos presenciais. Portanto, a atenção devida a esse processo é um dos diferenciais para o sucesso do negócio. O que você achou das dicas de como captar clientes? Gostou delas e quer aplicá-las imediatamente? Então baixe nosso e-book e

    Por que é importante e como fazer a sustentabilidade na empresa?

    Todo mundo sabe que muitos dos recursos naturais que usamos diariamente são finitos, ou seja, vão acabar um dia. Usar esses recursos sem responsabilidade e de forma desenfreada pode trazer muitos problemas para o planeta e para nós mesmos. É justamente por isso que o tema da sustentabilidade está tão em alta. Quando ganhamos a consciência da real importância disso, passamos a tentar levar uma vida mais sustentável, mas como aplicar a sustentabilidade na empresa? Como fazer com que os funcionários ajudem? O que, de fato, pode ser mudado? O que pode ser melhorado? Como manter essas mudanças? Para entender melhor o que realmente é a sustentabilidade em uma empresa, qual a sua importância e como colocá-la em prática, leia os próximos parágrafos deste texto. O que é a sustentabilidade nas empresas? A sustentabilidade nas empresas está baseada em três pilares: social, econômico e ambiental. Ao contrário do que muita gente pensa, a sustentabilidade não tem a ver só com o meio ambiente, mas sim com ser sustentável por si mesmo, seja uma pessoa, uma casa, uma empresa ou uma sociedade. O termo “sustentável” tem a ver com “sustentar”, ou seja, manter funcionando, manter vivo. Uma sociedade que usa exageradamente os recursos naturais não conseguirá se sustentar para sempre. Por exemplo, como a humanidade poderá sustentar-se com facilidade se não houver água potável disponível para todo mundo consumir? Se continuarmos contaminando rios e reservatórios de água doce, pode-se dizer que um cenário como esse não está longe de se tornar realidade. A sustentabilidade tem o foco em manter o bom funcionamento da vida, e isso inclui manter a saúde da sociedade e dos indivíduos em si. Social No quesito “social’, a empresa precisa cuidar de como influencia as pessoas e a sociedade. Priorizar um ambiente de trabalho saudável, dar condições para que as pessoas se desenvolvam, trazer coisas positivas para a sociedade com seus produtos ou serviços são algumas das medidas socialmente sustentáveis. Afinal, um ambiente estressante, que deixa as pessoas doentes, não pode compactuar com a saúde da população e, portanto, com a sustentabilidade. Uma empresa em que os funcionários não conseguem trabalhar direito não sobrevive e não se sustenta. Econômico O sucesso econômico de qualquer empresa não pode se basear no prejuízo social ou do meio ambiente. De que adianta explorar o trabalho escravo? Como boicotar concorrentes e não ter ética pode ser positivo? Além disso, o público cobra das empresas que façam as coisas de forma consciente: um escândalo pode colocar tudo a perder. A melhor forma de ter um bom desenvolvimento econômico é agindo de forma justa e ética. Ambiental Criar ações que ajudem a reconstruir ou proteger o meio ambiente são muito válidas, mas, primeiro, é preciso “limpar a casa”. O que a sua empresa está fazendo que pode ser melhorado para gerar menos lixo e causar menos impacto no meio ambiente? Essa é a verdadeira essência da parte “ambiental” da sustentabilidade nas empresas. Quais são os primeiros passos para ser sustentável? Primeiramente, é preciso saber se você, que é dono da empresa, tem isso como um verdadeiro valor. Para fazer qualquer transformação, é necessário ter perseverança e vontade. Tenha em mente que isso precisa ser importante na sua vida pessoal. Se você não sabe se está convicto o suficiente, medite um pouco sobre o assunto e conheça a si mesmo. Quando você estiver com a ideia firme e a vontade de transformar, é hora de contaminar os seus funcionários para contar com um verdadeiro trabalho em equipe. As pessoas precisam entender que isso é, de fato, algo relevante. Leve dados concretos, explique, faça uma pesquisa sobre os impactos que empresas como a sua têm no meio ambiente. Se você já está convencido, será mais fácil convencer os outros. Além de saberem o porquê dessa transformação ser importante, seus colaboradores devem entender a importância do papel de cada um deles para que as coisas funcionem. O que qualquer empresa pode fazer? Se a parte emocional e de conscientização estiver plenamente resolvida, comece a pensar em como colocar a mão na massa. Faça uma análise de todos os processos da empresa procurando pontas soltas. Por exemplo, sempre que alguém desenvolve uma forma de fazer algo de rotina e fizer uma espécie de manual, isso precisa ser impresso, ou pode ser arquivado em um servidor? Ou então, se alguém gerar um documento, isso precisa estar na empresa fisicamente em papel, ou pode ser organizado em um software de gestão empresarial em nuvem? Outras perguntas que você pode fazer a si mesmo para encontrar pontos de mudanças: no dia a dia da empresa, todo o lixo que é gerado é separado? quem recolhe o lixo leva para a reciclagem? há desperdício de energia ou água? luzes ficam acesas? que tipos de lâmpadas estão instaladas? Fluorescentes? Modelos de LED? as paredes são pintadas de branco para refletir melhor a luz? a empresa conta com sensores de presença em locais que passam poucas pessoas? existem equipamentos antigos que podem ser trocados por novos que gastem menos energia? a descarga dos vasos sanitários tem botões diferentes para fezes e urina? você dá preferência para fornecedores sustentáveis e próximos ao seu local de trabalho? você adota programas que permitem um gerenciamento de documentação eletrônica para gerar menos documentos em papel? Como engajar os colaboradores? Mesmo que os seus funcionários não “entrem de cabeça” na ideia da sustentabilidade, você pode criar outras formas de fazer com que eles queiram ajudar. Por exemplo, no volume de gasto de papel: suponha que, em um ano, a empresa gaste R$ 20.000,00 na compra de papel. Proponha para os seus colaboradores que, ao final do ano, se houver uma diminuição no gasto, metade do que foi economizado seja dividido pela equipe. Se a economia for de R$ 6.000,00, e você tiver 6 funcionários, cada um ganhará, ao fim do ano, R$ 500,00 e a consciência mais limpa. Busque formas de dar alguma bonificação para seus colaboradores com a economia que eles ajudarão a conseguir. Isso também vai ajudar a manter as mudanças e implantar a

    Confira 6 boas práticas de gestão para microempresas

    Manter um negócio não é uma tarefa fácil e só quem empreende tem o entendimento disso. É por esse motivo que é necessário buscar conhecimentos e informações sobre boas práticas de gestão para microempresa. Tratam-se de ações que, se desenvolvidas corretamente, podem orientar o pequeno empresário a manter o seu negócio sempre bem administrado e preparado para crescer cada vez mais — o que é essencial para se destacar no mercado. Quer saber quais são as principais práticas que você precisa colocar em ação na sua empresa? Então veja os tópicos a seguir e fique muito bem informado sobre esse assunto! 1. Definir as metas e os objetivos da empresa As empresas precisam ter metas e objetivos claros que possam servir como diretrizes para o direcionamento de suas principais atividades. Vale destacar ainda que essas metas precisam ser quantificadas numericamente. Assim sendo, um supermercado pode ter como meta aumentar X% da quantidade de vendas no período de um ano, por exemplo. Essa meta deve servir como um fator motivacional para que todos os esforços se voltem em fazer com que ela seja cumprida. É importante, no entanto, ter cuidado para que as metas e objetivos sejam alcançáveis, o que não significa que eles precisam ser fáceis. O que acontece é que se uma meta for impossível de ser cumprida, poderá desmotivar em vez de motivar você e seus colaboradores. Também é preciso compreender se as metas e objetivos estão de acordo com os preceitos das diretrizes da cultura organizacional da empresa. Afinal, os objetivos precisam colaborar para o cumprimento dos valores que a organização acredita. 2. Manter o controle centralizado É importante que você centralize todas as informações e processos da sua microempresa em um mesmo local, sendo recomendado o uso de sistemas de gestão para isso. Caso contrário, será mais difícil ter o controle de todos os dados e áreas de forma ampla, pois cada setor da microempresa terá informações disponibilizadas em um local diferente. A ideia é que você mantenha o fluxo financeiro, o controle de estoque, o registro das entradas e saídas dos colaboradores, entre outros serviços centralizados no mesmo local. Desse modo, consegue evitar a necessidade de pagar mensalidades de vários sistemas ou ter que acessar diversos programas para encontrar diferentes informações. 3. Definir os indicadores de performance Outro ponto importante entre as práticas de gestão para microempresas é a definição de indicadores de performance. Tratam-se de métricas como a quantidade de vendas em um período, o valor arrecadado em dinheiro por dia, o retorno sobre o investimento (ROI), ticket médio, entre outros. Assim como as metas, esses indicadores sempre devem ser numéricos, para fins comparativos em longo prazo. Com base nos dados obtidos, você poderá verificar o que está gerando resultados e o que está dando errado na empresa, direcionando os seus esforços para corrigir possíveis erros e adaptar as estratégias. 4. Fazer uma matriz SWOT A matriz SWOT é responsável pela geração de estratégias que garantem a sobrevivência de uma microempresa no mercado. Trata-se de uma ferramenta de gestão muito completa e ampla, que abrange todos os setores da organização. Esse método divide-se em quatro fases: Strengths (forças) Nessa etapa deve-se analisar os pontos fortes da empresa em relação aos seus produtos e serviços oferecidos. O objetivo é desenvolver estratégias que reforcem esses aspectos positivos para o público. Weaknesses (fraquezas) Assim como as forças, também é preciso identificar as fraquezas, ou seja, aspectos internos que precisam ser melhorados na empresa. É preciso reconhecer esses pontos fracos e, em seguida, desenvolver estratégias para corrigi-los. Opportunities (oportunidades) Saber quais são as oportunidades oferecidas pelo mercado e a comunidade em que a microempresa está inserida também é importante para as organizações. Uma loja de roupas, por exemplo, pode ficar sempre atenta às tendências da moda, pois elas criam oportunidade para vender produtos que estão em alta e que geram muita busca entre as pessoas. Threats (ameaças) Assim como o mercado e a sociedade geram oportunidades, também podem gerar ameaças. Uma crise financeira, a título de exemplo, pode fazer com que o consumidor diminua o poder de compra e, por consequência disso, seu negócio tenha uma queda nas vendas. Reconhecer essas ameaças, portanto, é necessário para se prevenir em longo prazo. 5. Atentar-se ao equilíbrio financeiro Se você quer garantir bons resultados para o seu negócio, é extremamente relevante ter atenção especial ao equilíbrio financeiro. Para isso, é preciso controlar principalmente o fluxo de caixa. É necessário ter o registro completo de todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa, mas apenas isso não é suficiente para garantir o equilíbrio financeiro. Devem ser categorizadas todas as receitas e despesas, de modo que se possa identificar gargalos e cortar gastos que estejam comprometendo o bom faturamento, por exemplo. 6. Utilizar ferramentas tecnológicas Todas as etapas citadas podem ser executadas de forma melhor com o auxílio de ferramentas tecnológicas, como os sistemas de gestão. Esse tipo de programa é bastante completo e pode contribuir para diversas áreas, como a gestão financeira, controle de estoque, controle de vendas e gestão fiscal de pequenos negócios. Existem ainda programas que comercializam diferentes tipos de planos, ou seja, você pode escolher uma solução e moldar de acordo com a sua necessidade. De tal modo, você pode acelerar as suas atividades (que serão automatizadas) e ter uma quantidade muito inferior de erros cometidos por causa humana. Os sistemas ainda permitem a análise de todos os processos da empresa de um modo geral, por meio da geração de relatórios que podem ser acompanhados e aplicados na matriz SWOT, na definição de indicadores de performance, criação de metas e objetivos, entre outras estratégias anteriormente comentadas. Conhecer boas práticas de gestão para microempresa é essencial para que você consiga tocar o seu pequeno negócio da melhor maneira possível e, assim, garanta o sucesso e o crescimento constante. Gostou do nosso artigo e quer receber mais informações e dicas para microempresas no seu e-mail? Então assine a nossa newsletter! Assim você terá acesso aos nossos conteúdos sempre

    Emissão de MDFe

    O Manifesto do Documento Fiscal Eletrônico é o documento utilizado para regulamentar o transporte de cargas rodoviárias no Brasil. Toda mercadoria enviada de um lugar para outro terá um MDF-e sempre que o seu transporte for efetuado por uma transportadora ou por caminhão próprio. Em alguns estados a obrigação de emissão é apenas ao cruzar a fronteira entre o estado, em outros a obrigação já ocorre quando o transporte de mercadoria é efetuada de uma cidade para outra, fique atento a legislação do seu estado. Para emitir um MDF-e no myrp acesse o menu No módulo transporte Após, clique em MDF-e na primeira coluna. Clique no botão de adição no canto direito inferior. Na aba Dados MDF-e, os campos data e hora de emissão o sistema preenche automaticamente, só altere se necessário. A data e hora do início da viagem não é obrigatório o preenchimento, porém pode ser informado para controle da empresa. Defina o Estado onde iniciará o transporte. E onde ocorrerá o término do transporte. Selecione o tipo do emitente conforme o perfil da sua empresa podendo ser uma transportadora de mercadoria de terceiros (prestador de serviço de transporte) ou um transportador de carga própria (empresa com caminhão próprio para entrega). Preencha o campo com o RNTRC da sua empresa. De acordo com a UF de carregamento, selecione quais os municípios onde será coletada a carga clicando em Adicionar Município. Defina quais estados do Brasil serão percurso do transporte para entregar a carga. É importante ressaltar os seguintes pontos: Os estados de inicio e término do transporte não devem fazer parte dos estados de percurso. Os estados devem estar em ordem que o caminhão fará o percurso, exemplo: Início do percurso RS e término RJ, os estados de percurso deverão ser adicionados na ordem: SC, PR, SP. Se os estados de início e término fizerem fronteira, não haverá estado de percurso. Clique em Adicionar Estado para adicionar mais de um estado de percurso.     Na parte de produto predominante, deverá habilitar e preencher os campos obrigatórios       Preencha o tipo de carga, o nome do produto predominante e seu NCM (que você localiza na NF-e do produto), o código GTIN/EAN é o código de barras do produto (este campo é opcional). Depois habilite a parte de MDF-e de carga lotação     Com o campo habilitado preencha o campo de CEP da localização do carregamento e do descarregamento.     Na aba Rodoviário, selecione o veículo que fará o transporte.       E o RNTRC do veículo, se for diferente do da Empresa.   Agora selecione a categoria de combinação veicular (quantos eixos possui o veículo):     No campo Motorista, selecione o motorista que levará a carga.     Se houver mais de um clique em Adicionar Motorista e selecione o novo motorista.     No campo Reboques, selecione o reboque atrelado ao transporte, se houver.     Identifique os lacres, se houver     Em seguida preencha o CNPJ ou CPF da empresa contratante do serviço de transporte.OBS: se você estiver realizando o transporte de carga própria, este campo não é obrigatório.    Identifique o CIOT se houver.     Caso haja vale pedágio, clique em Adicionar Vale Pedágio e preencha com as informações       CNPJ da empresa fornecedora, CNPJ da empresa responsável pelo pagamento, Número do comprovante e Valor do Vale.     Após clique em Adicionar.       Clique em Adicionar Seguro para definir o responsável pela carga, este campo é obrigatório.OBS: se você estiver realizando o transporte de carga própria, este campo não é obrigatório.      Selecione se o Responsável pelo seguro é o Emitente ou o Contratante.       Defina o CNPJ do responsável pelo seguro.       O Nome e o CNPJ da seguradora.       O número da apólice e o número da averbação.       Clique em Adicionar.       Na aba Documentos informe os municípios de descarregamento de carga e os documentos referenciados, clique em Adicionar Município após selecionar os municípios.       Abaixo do nome do município, preencha a chave do documento que esta vinculado a entrega, podendo ser uma NF-e ou CT-e.   Na Aba totalizadores, preencha o peso bruto total da carga.     Selecione a unidade de medida de carga referente ao peso, se é em quilo ou tonelada.       Preencha o valor total da mercadoria transportada.     As observações precisam ser preenchidas apenas se a empresa quiser passar alguma informação sobre o transporte.     Clique em Salvar.       Pronto, seu MDF-e está preenchido, agora você pode salvá-lo ou emitir e aguardar a autorização na lista de MDF-es.    

    PDV – Cupom Fiscal (ECF)

    Se sua empresa emite Cupom Fiscal, com o novo PDV, temos um Manual do Produto PDV myrp com todas as informações necessárias para seu uso, desde cadastros, liberação do PDV até a emissão do cupom fiscal, cancelamento e Redução Z. Clique aqui para baixar o manual e inicie agora mesmo o seu uso.

    7 dicas para a melhoria de processos e organização

    Otimizar as atividades e conquistar a melhoria de processos na empresa é uma estratégia que pode trazer resultados surpreendentes. Isso porque, com as tarefas mais organizadas, os colaboradores podem atuar de maneira mais elaborada, com objetivos alinhados e em prol de um objetivo em comum. Todos os processos de uma companhia devem estar sob o controle do gestor, pois isso facilita as tomadas de decisão por parte da administração e as torna mais eficientes. Apesar disso, a responsabilidade pela busca de melhorias é de todos e o gestor deve deixar isso claro aos colaboradores. Com base nessa realidade, desenvolvemos este post. Ele apresenta uma série de dicas para a melhoria de processos e organização na empresa. Ficou interessado? Então, siga conosco e confira! 1. Faça um planejamento estratégico A empresa só vai conseguir atingir um bom nível de organização se tiver um planejamento estratégico adequado. E engana-se quem pensa que apenas as grandes corporações precisam dele. Todos os empreendimentos, de microempreendedores individuais (MEIs) a grandes multinacionais, precisam ter um planejamento bem estruturado. Para fazê-lo, o primeiro passo é definir as diretrizes organizacionais do negócio, ou seja, sua missão, sua visão e os valores em que ele acredita. Esses dados compõem a cultura organizacional e servem como base para tudo que for feito na companhia. Em seguida, deve-se escolher uma ferramenta de planejamento. Uma boa opção é a análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats – SWOT). No Brasil, ela é conhecida também como FOFA. Seu conceito principal é de que as estratégias do negócio devem ter como base o cruzamento das forças e das fraquezas da organização com as ameaças e as oportunidades do ambiente em que ela está inserida. 2. Estabeleça metas a serem cumpridas Todas as estratégias que forem definidas no processo de planejamento precisam ter metas, que devem ser cumpridas pelos gestores e pelos colaboradores. É essencial, ainda, que elas sejam quantificáveis. Assim, se uma das estratégias for produzir mais, por exemplo, a meta pode ser aumentar a produção em X% em período de tempo Y. Além disso, é importante que as metas sejam possíveis de cumprir. Isso não quer dizer que elas precisem ser fáceis, mas, caso sejam muito irreais, pode haver falta de interesse ou de estímulo na equipe. 3. Tenha uma boa comunicação interna Para melhorar os processos da empresa, é importante também que se tenha uma boa comunicação interna. Isso quer dizer que é preciso investir em métodos e ferramentas para que o bom relacionamento entre os colaboradores, bem como o deles com a chefia sejam estimulados. A comunicação precisa ser vista como uma via de mão dupla, ou seja, para toda demanda levantada, é preciso que seja dada uma resposta. Assim, os funcionários poderão ter mais confiança nos gestores e mais liberdade para reportar situações irregulares, por exemplo. 4. Promova o treinamento de pessoal As pessoas são a alma de uma empresa. Por isso, é necessário que sejam feitos investimentos nos colaboradores. É preciso investir em sua educação e estimulá-los para que sigam sempre com os estudos e se aprimorem em suas áreas de atuação. A empresa pode oferecer cursos, palestras e workshops aos colaboradores em diversas situações. Assim, um supermercado, por exemplo, pode convidar um especialista para falar sobre boas práticas na manipulação de alimentos ou sobre como organizar as gôndolas com mais eficiência. Ainda nesse aspecto, as empresas podem firmar parcerias com escolas técnicas e faculdades. Dessa forma, é possível oferecer bolsas de estudos, subsídios ou descontos para os funcionários da companhia. 5. Fique sempre bem informado sobre o segmento Os empresários e seus funcionários precisam estar sempre informados sobre as principais novidades da área de atuação da companhia. Assinar revistas da área, participar de eventos, acompanhar redes sociais, sites, blogs e páginas sobre assuntos interessantes, entre outros, são boas práticas nesse sentido. Ainda no exemplo do supermercado, é possível, entre outros, buscar informações sobre novidades no atendimento, novas formas de fazer publicidade, dicas para organizar os itens nas prateleiras, boas práticas para o controle de estoque e assim por diante. Existem ainda áreas que são de interesse de empresas de todos os segmentos, como a economia, a política e outros fatores que interferem no meio empresarial. Por isso, até mesmo acompanhar os noticiários é relevante para ter uma empresa mais organizada, e saber, por exemplo, de novidades na legislação. 6. Organize as tarefas no quadro de funcionários Um erro grave cometido por muitas empresas é deixar um único profissional com muitas funções e atribuições ou não ter uma divisão clara de cargos. No caso do supermercado, a pessoa que atende no açougue não pode ser responsável também pela padaria, por exemplo. Por isso, é preciso organizar a equipe e deixar claras as funções de cada um. Isso não impede, obviamente, que um colega que está ocioso ajude outro em uma atividade específica, mas não significa que ele deva se responsabilizar por algo que não é de sua incumbência. A hierarquia pode até mesmo ser desenhada em uma espécie de fluxograma. E esse material pode ficar exposto em um local de fácil acesso a todos os colaboradores, como os vestiários. 7. Invista em um sistema de gestão Todas essas dicas podem ser mais bem executadas se for utilizado um sistema de gestão adequado. Existem, disponíveis no mercado, diversos tipos de programas: alguns deles são muito completos e ideais para empresas do segmento varejista. Eles permitem fazer toda a gestão on-line. Afinal, com eles, é possível controlar a área fiscal da empresa, verificar o fluxo de vendas, administrar o estoque, ter um controle mais apurado de entradas e saídas de dinheiro e outros. Portanto, para conquistar a melhoria de processos e organização da empresa, investir em um sistema de gestão completo é uma das melhores práticas que podem ser adotadas. Uma boa alternativa é o Myrp: um software muito completo e que pode fazer a diferença para organizar as atividades da companhia. Quer saber mais sobre ele? Entre em contato conosco, conheça o sistema e

    7 dicas de como conciliar trabalho e família

    “Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda”. Este texto começa com as sábias palavras de Cecília Meireles para lembrar que a liberdade é sempre bem-vinda na vida de todo mundo, mas que precisa ser bem usada para trazer a verdadeira felicidade. E um dos motivos de maior alegria para um cidadão comum hoje em dia é conseguir ter sucesso profissional ao mesmo tempo em que consegue manter uma vida em família tranquila e saudável. Claro, todo mundo quer isso, mas todos sempre se deparam com uma questão muito difícil: como conciliar trabalho e família? Se você é uma pessoa que tem uma pequena empresa, saiba que está na vantagem, mesmo com o dia a dia corrido. Quem tem o poder de fazer seus próprios horários e as suas próprias regras tem o queijo e a faca na mão. Quer saber quais truques podem ser feitos para dividir bem seu tempo entre trabalho e família e não deixar a peteca cair? Continue lendo este texto e acompanhe nossas dicas. Com certeza você será capaz de colocar algumas em prática! 1. Mantenha seus horários sempre organizados Mesmo sendo empreendedor, procure não levar trabalho para casa ou preocupações de casa para o trabalho. Sempre que for possível, volte para casa no horário que terminar o expediente e chegue ao trabalho na hora pré-estabelecida. Ter horários definidos vai fazer com que você e a sua família possam contar com a presença uns dos outros naquele determinado horário e, assim, possam programar passeios com facilidade. Além disso, como você é o chefe, faça o seu horário. Procure ter tempo para fazer as refeições em casa, tome café da manhã com a família, jantar com eles, e se você trabalhar perto de casa, almoçar no conforto do seu lar. 2. Divida as tarefas de casa com todos Quando voltar para casa, com certeza você terá tarefas domésticas para fazer. O ideal é que esses afazeres sejam divididos entre todos. Se todos fizerem juntos, o serviço termina mais rápido. Por exemplo, se você é recém-casado e tem uma esposa, não deixe que ela faça o jantar sozinha. Procure ajudá-la para que a refeição fique pronta e a cozinha fique limpa mais rápido. Mesmo que, no fim das contas, vocês dois estejam cansados, terão mais tempo para aproveitar a companhia um do outro. Se vocês fizerem tudo juntos, melhor ainda! 3. Aproveite o seu tempo livre Não cometa o erro de ficar bitolado com o trabalho, mesmo no seu tempo livre. Esqueça os compromissos profissionais e preste atenção na sua família. Se tiver filhos e puder deixá-los com avós ou tios durante um tempo para curtir sua companheira ou companheiro, faça isso. Claro, reserve um tempo para os pequenos também. É possível conciliar esse tempo em todos os finais de semana. 4. Traga seus filhos para perto Se você tem filhos pequenos, sabe que eles precisam de mais atenção do que as outras pessoas. Para se fazer presente na vida deles, tente passar o maior tempo possível com eles, mesmo durante a semana. Um bom começo é levá-los para o colégio. Se você trabalha longe de casa, tente colocá-los em uma escola perto de casa ou do trabalho. Caso opte pela segunda opção e se forem crianças muito novas, tente vê-las na hora do almoço. Quando voltar para casa, você poderá voltar com o seu filho e, mesmo que fique muito tempo no trânsito, estará com ele. Claro, se os seus filhos já forem mais velhos, você pode levá-los para o trabalho alguns dias, apresentar a sua rotina e, dependendo da idade, eles podem até começar a trabalhar com você. 5. Negocie os horários com os funcionários Se você tem uma loja, por exemplo, pode ser que precise que ela esteja aberta todos os dias. Para ter mais tempo com a família, é possível fazer um “bem bolado” com os seus funcionários, afinal, se você quer mais tempo livre, eles também querem. Quantas pessoas precisam estar na loja todos os dias? É possível ajustar os horários de todo mundo para que, às vezes, alguns deles fiquem até mais tarde e em outros dias possam sair um pouco mais cedo, para que você também possa sair mais cedo alguns dias? Veja a possibilidade de criar um banco de horas, mesmo que com certas regras. Pense que você pode se comprometer a trabalhar em um sábado e domingo para não ter de ir à empresa em uma quinta e sexta e, assim, poder viajar com a família. Lembre-se que viajar fora de temporada é muito mais barato. Procure possibilidades para facilitar a vida de seus funcionários nesse sentido também, é uma forma de bonificação para mantê-los motivados. Todos saem ganhando e ninguém ficará com uma má impressão sua como “chefe que faz o que quer e não pensa nos funcionários”. Se você tiver um sócio, isso fica ainda mais fácil, pois quando ele estiver na empresa, você pode conseguir um dia livre, e vice-versa. 6. Terceirize alguns serviços da empresa Cuidar da parte operacional, conferir estoque, falar com clientes, fornecedores e observar o trabalho dos funcionários são algumas das funções que o dono de um negócio acaba assumindo, e claro que isso fica muito pesado para uma pessoa só. Por isso, pense na possibilidade de terceirizar alguns serviços da empresa para que você tenha menos trabalho. Contratar um escritório de contabilidade é uma boa opção para se livrar dessa parte burocrática. Contratar uma transportadora para levar e trazer produtos em vez de você precisar fazer isso ou ter de dispensar um funcionário para que ele faça esse trabalho também pode ser uma saída inteligente para esse tipo de situação. Quanto menos coisas para fazer, menos chances de levar trabalho para casa, menos preocupações e, assim, você consegue aproveitar mais tempo com a família. 7. Utilize ferramentas tecnológicas Mesmo contratando um escritório de contabilidade, você ainda vai precisar cuidar de uma parte da burocracia da empresa, como emitir notas fiscais. Para manter tudo organizado e fazer uma ótima gestão

    Emissão de CTe

    O Conhecimento de Transporte Eletrônico é o documento utilizado para regulamentar o transporte de cargas rodoviário no Brasil, toda mercadoria enviada de um lugar para outro terá um CT-e sempre que o seu transporte for efetuado por uma transportadora. Para emitir um CT-e no myrp acesse o menu transporte. No cartão Transporte (verde) selecione a opção CT-e. Após clique em Adicionar, no ícone no cante direito inferior. A tela de emissão do CT-e é dividida em Abas, cada um tem informações específicas da emissão. Os campos que aparecem na tela, em sua maioria são obrigatórios, fique atento e preencha todos. Na Aba de Dados do CT-e preencha a CFOP da operação, este campo deve ser validado com seu contador para garantir que esta de acordo com a legislação. Após preencha o campo RNTRC com a informação do código da sua empresa. No campo Natureza de operação, selecione a opção “Transporte de carga” ou outra caso você esteja utilizando o CT-e para outra operação. No campo finalidade da emissão defina para que o seu CT-e será emitido: CT-e Normal é o padrão de uso para transporte de cargas, CT-e de Complemento de Valores é utilizado sempre que precisar cobrar um valor adicional na prestação de serviços CT-e de Anulação de Valores é utilizado para cancelar uma operação após o prazo de cancelamento CT-e Substituto é utilizado sempre que um de Anulação de Valores for emitido para substituir a informação Tipo de serviço é o campo que define qual serviço a sua empresa esta prestando: Normal: serviço padrão de entrega de carga Subcontratação: utilizado quando uma transportadora contrata outra para prestar o serviço em seu lugar Redespacho: utilizado quando uma transportadora inicia o transporte até um ponto do percurso e outra finaliza Redespacho intermediário: quando há três ou mais transportadoras envolvidas na entrega do produto Serviço vinculado a multimodal: utilizado quando há outro tipo de transporte vinculado como aéreo, ferroviário, aquático, etc. Nas informações de Local de início da prestação definir o estado e o município onde será iniciado o transporte. Nos campos de Local de término da prestação definir o estado e o município onde ocorrerá a entrega da mercadoria. Na aba participantes, identifique as empresas/pessoas envolvidas no processo do transporte, no campo Tomador, identifique quem pagará pelo transporte. No campo Remetente, quem está enviando a mercadoria, normalmente é o emitente da NF-e que será atrelada ao CT-e, busque digitando o nome ou CPF, ou adicione um novo caso necessário. No campo Destinatário, quem receberá a carga, normalmente o destinatário da NF-e. Podem haver também campos de Expedidor e Recebedor, esses aparecem apenas nos casos de CT-e de Redespacho, Redespacho Intermediário e Multimodal. Na Aba Serviços e Impostos são definidas as cobranças pelos serviço e seus impostos, nesta Aba é importante conversar com seu contador para definir o tipo de tributação que sua empresa e como este documento será tributado, caso não aparecem informações de impostos sua empresa não precisa fazer o destaque do mesmo. No campo Valor da Prestação, informe o valor que você está cobrando do seu cliente. No campo Valor a receber, informe o valor efetivamente recebido do seu cliente, normalmente o mesmo da prestação de serviços. Nos campos de ICMS, defina o tipo de tributação, alíquota do imposto, base de cálculo e valor do ICMS. Aba Finalidade de emissão será utilizada para as informações referentes a carga transportada, como documento que concretiza a operação, valor da carga, peso entre outras informações. No campo Documentos Transportados, selecionar o documento legal que acoberta a carga, normalmente utiliza-se NF-e. Após selecionar NF-e, clicar em Adicionar Nota Fiscal Eletrônica. Preencher o campo Chave de Acesso da NF-e, com a chave que tem na nota fiscal e clicar em Adicionar. Nas informações da carga é necessário informar o valor da carga, mesmo do total da Nota Fiscal Eletrônica E o produto predominante, como por exemplo Alimentício, Frios, Carnes, Medicamentos, Brinquedos, Eletrônicos, Diversos. Os campos de valor para efeito de averbação e outras características não são obrigatórios, fica a critério da empresa preenche-lo ou não. Nas informações de quantidade de carga, selecionar a opção Adicionar Carga. Definir a unidade de medida de transporte. O tipo de medida, se é peso cubado, peso liquido, peso bruto, caixas, palets, etc. E a quantidade relativa ao tipo de medida. Clique em Adicionar para confirmar a informação. A Aba de Pagamento é a ultima a ser informada, se deseja que o financeiro seja alimentado automaticamente com o contas a receber, selecione a opção Adicionar E preencha as informações de cobrança. No campo Observações adicione informações pertinentes ao seu cliente, se for necessário. Agora é só confirmar a operação clicando em Salvar. Neste ponto você decide se deseja emitir o documento agora ou mais tarde. Pronto, seu CT-e foi emitido, basta aguardar a autorização para confirmar que esta tudo OK.

    Cadastro de veículos

    O cadastro de veículos será utilizado no módulo transportes para identificar o veiculo que levará as cargas da empresa. Para adicionar um novo veiculo acesse o menu Transporte. Clique em Veículos, quadro de cadastros. Clique em Adicionar no lado direito inferior. Informe os dados do veiculo solicitados na tela, lembrando que todas as informações são obrigatórias. Se o veiculo não for da sua empresa não esqueça de informar quem é o proprietário do veículo, alterando a informação de tipo de propriedade do veículo. Clique em Salvar. Pronto, o cadastro do veiculo foi realizado. Se você desejar adicionar um novo veículo basta repetir a operação. Se você precisar alterar o cadastro do seu veiculo clique em editar, no lápis ao final da linha, altere a informação incorreta e clique em Salvar.

    NF-e 4.0: entenda o que muda na emissão de notas fiscais!

    A partir de 02 de Agosto de 2018, é obrigatória para as empresas a emissão da NF-e 4.0. Trata-se de uma nova modalidade da nota fiscal eletrônica, que deverá ser emitida tanto pelas empresas que vendem produtos quanto para as que comercializam serviços. Foram feitas alterações no layout, entre outras mudanças estratégicas desenvolvidas pela Secretaria da Fazenda. Porém, o assunto ainda gera muitas dúvidas a empresários e até contadores — que ainda não se atualizaram sobre a novidade. Para que você entenda o que muda na emissão de notas fiscais com o surgimento da NF-e 4.0, listamos as principais questões sobre o tema e as respondemos, nos tópicos a seguir. Confira agora mesmo! O que é a NF-e 4.0 e quais são as principais alterações que ela traz? A chamada NF-e 4.0 surgiu para substituir a NF-e 3.10, sendo o novo documento eletrônico para ser emitido na compra e venda de produtos. Esse modelo apresenta regras específicas e diferentes do anterior. O arquivo XML da nota, por exemplo, passou a ser organizado de uma nova forma e o sistema emissor precisa ser preparado para isso. Veja, na sequência, as principais mudanças que foram colocadas em vigor. Campo indicador de presença Esse campo da nova nota fiscal eletrônica deverá ser utilizado pelas vendas ambulantes. Assim, as vendas feitas nas ruas ou em feiras, por exemplo, poderão ser indicadas. Rastreabilidade de produto Agora, também existe esse novo campo, que foi criado para os produtos que precisam de regulações sanitárias, como itens voltados para uso odontológico, medicamentos, produtos veterinários, bebidas e alimentos etc. Valor total do IPI O valor total do IPI é um campo que precisa deixar claro qual é o Imposto sobre Produtos Industrializados daquela venda. Novas modalidades de frete A NF-e 4.0 também oferece um campo em que é disponibilizado um grupo de informações sobre o transporte dos produtos que foram vendidos. Formas de pagamento O campo que recebia esse nome agora é chamado de “Informações de pagamento”. A novidade é que, agora, também há um espaço para que seja preenchido o valor do troco dado ao cliente em uma venda. Também podem ser preenchidos os meios de pagamento, como cartão de crédito ou débito, dinheiro, cheque, entre outros. Protocolo TLS 1.2 Uma das principais novidades da NF-e 4.0 é a adoção do protocolo TLS 1.2, de modo que foi proibido o uso do protocolo SSL como padrão de comunicação, como acontecia nas versões anteriores. Isso foi feito para garantir mais segurança a esse processo. Fundo de combate à pobreza Também é importante ressaltar que a NF-e 4.0 agora conta com um fundo de combate à pobreza. O chamado FCP é previsto pela Consideração Federal e possibilita o recebimento de recursos provenientes da chamada Circulação de Mercadorias e Serviços. Motivo de desoneração do ICMS A NF-e 4.0 também apresenta agora um novo “Motivo de desoneração do ICMS”. Assim, essa nova opção vale para a chamada tributação isenta, não tributa ou suspensão. Indicador de escala relevante Esse novo indicador demonstra os bens e mercadorias que podem ser submetidos ao Regime de Substituição Tributária. Isso foi instituído pelo Convênio ICMS 52/2017, cujo ponto mais relevante é a cláusula 23ª. A cláusula fala sobre as considerações fabricadas em escala industrial não relevante. Porém, para saber se o produto que você comercializa é passível ou não dessa identificação, é preciso consultar a versão atualizada da Tabela CEST. Caso tenha dúvidas, consulte o seu contador. Qual é o prazo para fazer a mudança? Desde 2017, a NF-e 4.0 já podia ser emitida, em uma fase de testes. Porém, em 2 de agosto de 2018, a antiga versão será desativada e a nova versão se tornará obrigatória. Portanto, como logo estará em vigor, é preciso que você compreenda todas as novidades desse tipo de nota, para que faça as emissões conforme prevê a legislação vigente. Cabe ressaltar que, de período em período, novas versões da nota fiscal eletrônica são criadas. Por isso, é preciso sempre estar atento às novas tecnologias e atualizações para nunca ficar para trás e prejudicar o seu negócio. Na prática, as datas referentes às mudanças para a NF-e 4.0 são as seguintes: 20 de novembro de 2017: iniciaram-se os testes nos programas que emitem notas fiscais; 2 de julho de 2018: teve início o funcionamento, bem como a validação da NF-e 4.0. Porém, nesse período, tanto a NF-e 4.0 quanto a NF-e 3.10 são aceitas; 2 de agosto de 2018: esse é o prazo máximo para que as empresas façam a migração para a NF-e 4.0. A partir de então, a versão 3.10 não será mais aceita pelo governo. É obrigatório que todas as empresas se adaptem, portanto, à nova nota fiscal, até o mês de agosto de 2018. Que norma técnica traz as alterações da NF-e 4.0? Grande parte das alterações aplicadas por conta da NF-e 4.0 consta na Norma Técnica 2016.002. O documento traz todas as pontualidades que foram alteradas na nova versão das notas fiscais eletrônicas. Caso você tenha alguma dúvida pontual sobre o novo tipo de nota, pode consultar a norma e, assim, obter todas as informações relatadas pelo governo, na íntegra. O que é preciso para emitir a nota? Para emitir a NF-e 4.0, é preciso atualizar o seu sistema ERP emissor de notas fiscais. Para isso, você deve entrar em contato com a prefeitura da sua cidade ou, então, com a empresa que administra o seu sistema de emissão. Ressaltamos que o Myrp atualizou automaticamente para o novo layout e modelo de nota fiscal. Dessa forma, todos os usuários do nosso software de gestão não precisam se preocupar com a mudança, pois a atualização já está em vigor. Esperamos que tenhamos conseguido explicar as modificações na emissão de notas fiscais trazidas pela NF-e 4.0. É importante estar com tudo em dia, para evitar problemas por conta dessa atualização. Gostou do conteúdo? Agora que você já entendeu o que muda com a NF-e 4.0, compartilhe este post nas suas redes sociais para que mais pessoas saibam como proceder ao emitir notas fiscais! Até a próxima!

    Dicas de gestão de pequenas empresas varejistas

    O comércio varejista precisa sempre se reinventar e adotar boas práticas para atender a todos os clientes da melhor maneira possível. A concorrência é bastante grande nessa área, e são os pequenos detalhes que conseguem atrair e fidelizar clientes no processo de gestão de pequenas empresas. Com base nessa realidade, desenvolvemos este post cujo objetivo é elencar uma série de dicas de gestão para pequenos empresários. Tratam-se de orientações gerais que vão desde fatores financeiros até o marketing. Ficou interessado e quer conhecer todas essas dicas? Então confira os tópicos a seguir! Administre corretamente os tributos da empresa É preciso que a sua empresa tenha um planejamento tributário muito bem organizado, pois somente assim é possível otimizar os valores pagos em impostos. O ideal é concentrar todos os tributos e incluí-los no planejamento da empresa para que não ocorram surpresas, como a necessidade de pagar juros e multas. Para desenvolver a administração dos tributos da empresa, convém que você tenha um sistema de gestão financeiro que organize as receitas e despesas do fluxo de caixa por categorias. Desse modo, fica mais fácil identificar e organizar os impostos que devem ser pagos por data, por exemplo. Faça adesão ao Simples Nacional O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização compartilhado. Com abrangência em todo território nacional, esse sistema é o mais indicado para empresas de pequeno porte, pois prevê uma série de vantagens no que se refere à arrecadação fiscal. Tributos como o IRPJ, o CSLL, o PIS/Pasep, o Cofins, o IPI, o ICMS, o ISS e a CPP são incluídos no Simples Nacional. Desse modo, há uma unificação de todos esses impostos e contribuições em um único valor que deve ser pago periodicamente pela empresa. Para saber como aderir ao Simples Nacional, convém que você converse com o seu contador e faça as adequações necessárias para obter essas vantagens. Preste um bom atendimento ao cliente Quando vão a um supermercado, por exemplo, as pessoas não estão pensando em adquirir apenas alimentos, produtos de limpeza, artigos de higiene pessoal e outros itens comercializados nesse tipo de estabelecimento. Elas querem ter uma experiência agradável, encontrar o que elas procuram com facilidade e, assim, concluírem as suas compras com tranquilidade. Em situações em que isso não acontece e um atendente trata mal um cliente, é natural que essa pessoa não retorne para fazer compras no local em ocasiões futuras. O bom atendimento é fundamental e deve ser prestado por todos os colaboradores do comércio varejista, mesmo que sua função não seja vender ou prestar atendimento ao público. Para que isso se efetive, é preciso que o gestor da empresa desenvolva treinamentos com os seus colaboradores. Tenha um ambiente agradável O ambiente da empresa é uma parte importante do bom atendimento, pois as pessoas não se sentem confortáveis em locais que não são limpos e organizados, certo? Por isso, uma dica importante para a gestão de pequenas empresas varejistas é proporcionar um excelente ambiente para os seus colaboradores. Ainda seguindo o exemplo do supermercado, além de tudo precisar ser muito limpo e arrumado, as prateleiras e gôndolas também precisam ser muito bem organizadas. Para facilitar a vida do cliente, os produtos precisam ser divididos por seções corretamente sinalizadas. Outro ponto importante é que a organização e limpeza dos ambientes deve ser um hábito em toda a empresa, até mesmo nas áreas em que não se recebe clientes, como o escritório ou o estoque. Afinal, os funcionários também produzem mais e melhor quanto trabalham em um ambiente agradável. Disponibilize o serviço de delivery O dia a dia das pessoas é cada vez mais corrido e, muitas vezes, elas não têm tempo de ir às compras. É por isso que os serviços de delivery, ou seja, de tele entrega, estão cada vez mais populares, não apenas para restaurantes e lanchonetes, mas também para o comércio varejista. Prestar esse atendimento delivery pode ser um grande diferencial para o seu negócio. Os pedidos podem ser feitos via telefone, e-mail, redes sociais ou aplicativos para troca de mensagens, como o WhatsApp. Para evitar gastos exagerados, como contratar um profissional apenas para fazer as entregas, você pode fazer parcerias com transportadoras ou contar com os serviços de um motoboy ou entregador freelancer que cobre por demanda. Tenha um planejamento de marketing Engana-se quem pensa que apenas as grandes empresas devem investir em um planejamento de marketing. Os pequenos negócios também devem saber planejar as formas como divulgam os seus produtos e serviços e, assim, atrair mais clientes. Com a ascensão da internet ficou mais barato para fazer marketing digital. Uma campanha segmentada em redes sociais, como o Facebook e o Instagram, além de ser mais direcionada, é bem mais barata que anúncios em mídias massivas, como a televisão e o rádio. Para utilizar essas mídias você precisa ter um planejamento bem estruturado, como um calendário de posts que deve ser seguido. Também é importante definir o público-alvo e a quantidade de dinheiro que pode ser investida nas redes para alcançar um número maior de pessoas. Trabalhe com promoções e ofertas em datas especiais As datas especiais são uma excelente oportunidade para impulsionar as vendas em um comércio. Afinal, as pessoas têm o hábito de presentear umas às outras em dias de celebração, como o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, Dia dos Pais, aniversário, entre outras. Você deve desenvolver campanhas especiais nessas datas, como dar descontos ou então criar promoções especiais para que o cliente que comprar na sua loja concorra a brindes, por exemplo. Gostou das nossas dicas? Então coloque todas elas em ação o quanto antes e faça uma excelente gestão de pequenas empresas. Lembre-se, ainda, que todas essas ações podem ser melhor desenvolvidas com o uso de um sistema de gestão. Como falamos anteriormente, aproveitar as datas especiais é muito importante para impulsionar as vendas. Você pode saber mais sobre esse assunto lendo o nosso e-book “5 estratégias para vender mais em datas comemorativas”, que traz diversas orientações para desenvolver campanhas nesses

    7 dicas de como fazer vendas em balcão de atendimento

    O balcão de atendimento é o local em que a maior parte das vendas são fechadas em um comércio varejista tradicional, e é por isso que saber as principais boas práticas para que isso se efetive é fundamental para os empresários do setor. É preciso adotar uma postura que faça com que os clientes sintam confiança naquilo que você está oferecendo e assim não tenham dúvidas sobre adquirir ou não o produto em que têm interesse. Foi pensando em ajudá-lo nesse sentido que desenvolvemos este post, que apresenta uma série de dicas de como fazer vendas em balcão de atendimento. Ficou interessado? Então basta seguir lendo este post. 1. Seja cortês É preciso ser cortês ao receber os clientes em um comércio varejista, atendendo bem a toda e qualquer pessoa que chegar até o estabelecimento. Jamais é permitido ter preconceito de qualquer tipo, como de raça ou identidade de gênero, por exemplo. Todas as pessoas merecem respeito ao serem atendidas, pois são elas que movimentam o seu negócio e fazem com que ele dê lucro. A cordialidade também está presente na forma como os clientes devem ser tratados. É preciso manter um padrão de atendimento baseado no respeito, de modo que o tratamento por pronomes como “senhor” e “senhora” deve ser usado até mesmo para se referir a pessoas mais jovens. Utilize o “você” apenas se o cliente autorizar. Ter um sorriso no rosto e se mostrar receptivo sempre que alguém chega na sua loja também são pontos positivos no que se refere à cordialidade. Peça o nome do cliente e chame-o por ele, evitando sempre a pronúncia incorreta no caso de nomes mais difíceis. 2. Aja com rapidez É preciso agir com rapidez e jamais deixar um cliente esperando para ser atendido, pois isso pode fazer com que ele perca a paciência e saia do local sem comprar nada. Pior que isso, ele não voltará ao local em outras oportunidades e ainda pode falar mal da loja para as pessoas de sua rede de relações. Obviamente, existem casos em que a loja está muito cheia ou que o telefone toca bem no momento em que um cliente está fechando uma compra no balcão. Em casos assim, o recomendado é pedir paciência e avisar os clientes que estão aguardando de que eles serão atendidos em breve. Isso faz com que as pessoas não se sintam rejeitadas e tenham mais paciência para aguardar o seu atendimento. 3. Tenha uma estrutura agradável A estrutura do seu estabelecimento também precisa ser agradável para que os clientes se sintam bem ao fazerem uma compra. A manutenção precisa ser diária e tudo precisa ser sempre muito limpo e organizado. Você também deve deixar sempre à mão os objetos que utiliza no atendimento, como bloco de papel, canetas, calculadoras etc. Isso evita que você perca muito tempo procurando por esses itens e faça com que o cliente tenha que ficar esperando você encontrá-los para passar um orçamento, por exemplo. 4. Explore os seus diferenciais Quais são os diferenciais do seu estabelecimento? É impossível que você não tenha pelo menos um item que se destaque em relação à concorrência. Por isso, é preciso compreender quais são os seus diferenciais e explorá-los, desde as vendas no balcão até as estratégias de marketing. Um supermercado ou farmácia que têm convênio com um banco para receber contas de luz, água, telefone e outros títulos, por exemplo, pode atrair pessoas que desejam pagar boletos, mas acabam, por comodidade, comprando produtos que são comercializados no local. Uma padaria que se destaca pelos saborosos pãezinhos também pode utilizá-los como chamariz para que os clientes adquiram outros produtos. Enfim, todas as empresas têm um diferencial que pode ser explorado no atendimento, então encontre o seu e aumente a satisfação dos seus clientes. 5. Explore o seu ponto de venda O balcão do seu comércio é o seu principal ponto de venda. Por isso, ele precisa ser explorado, trabalhado para que o cliente possa conhecer novos produtos e assim comprar mais. Em supermercados, os itens de conveniência como chicletes, lâminas de barbear, balas, preservativos, entre outros, são colocados estrategicamente próximos ao caixa, por exemplo. Assim, as pessoas que forem fazer uma compra no açougue ou na padaria podem lembrar da necessidade de comprar um desses produtos e assim fazer uma compra maior. Essa técnica, popularizada pelos supermercados, pode ser aplicada em empresas varejistas de qualquer segmento, como farmácias, lojas de roupas, comércios de variedades, entre tantos outros. 6. Terceirize serviços de contabilidade A preocupação com os serviços de contabilidade tributária, como a emissão de relatórios e controle do pagamento de impostos, por exemplo, pode fazer com que o gestor de um estabelecimento comercial deixe de lado as questões voltadas ao bom atendimento. Por isso, é interessante que esses serviços sejam terceirizados e destinados a pessoas que têm plena competência para realizá-los. Assim, é possível deixar essas atividades mais burocráticas nas mãos de pessoas de confiança e pensar mais estrategicamente nas técnicas de atendimento do seu negócio. 7. Utilize ferramentas tecnológicas A tecnologia deve ser uma aliada no que se refere ao atendimento do seu negócio. Por isso, sempre busque por soluções que possam agilizar os processos no seu comércio, como no momento de fechar um orçamento, por exemplo. Além de agilizar o atendimento, as ferramentas tecnológicas evitam que erros oriundos de falhas humanas possam causar prejuízos para o seu negócio, pois tudo será automatizado. Existem no mercado softwares de gestão muito completos, que podem auxiliá-los em questões contábeis, no controle das horas trabalhadas pelos funcionários, na elaboração do fluxo de caixa, no controle de estoque, na emissão de notas fiscais etc. Se você seguir essas dicas para atuação no balcão de atendimento, realizar mais vendas em seu comércio varejista será uma consequência natural. Portanto, não deixe de aplicar tudo o que você aprendeu aqui. Mais informações interessantes como essas podem ser encontradas em nossas redes sociais. Estamos no YouTube, no Facebook e no LinkedIn. Não deixe de nos acompanhar e ficar sempre muito bem

    Descubra como melhorar a organização de empresas

    Você pratica a organização de empresas no seu negócio? Trata-se de um método importante para que os trabalhos sejam sempre muito bem desenvolvidos, sem que ocorram erros no momento de sua execução. Além disso, uma empresa organizada tem processos que levam menos tempo para serem desenvolvidos, pois tudo é otimizado, o que também colabora para que a lucratividade do negócio seja maior. Portanto, compreender a organização das empresas é algo que jamais deve ser deixado de lado pelas empresas, independentemente do porte do negócio. No comércio varejista, em que o atendimento ao cliente é direto e cotidiano, essa organização se faz ainda mais importante. A ideia deste artigo é mostrar para você como melhorar a organização de empresas. Para isso, vamos explicar quais são os benefícios da organização nas empresas, como mapear o que precisa ser organizado, os principais departamentos que devem fazer parte dessa organização, o papel dos funcionários no processo, cases de sucesso de organizações que implantaram esse método e as principais ferramentas que você pode utilizar para isso. Ficou interessado em obter todas essas informações e, assim, garantir a completa organização da sua empresa? Então continue a leitura e confira tudo isso agora mesmo. Vamos lá? Quais são os benefícios da organização de empresas? A chamada administração neoclássica surgiu no século XX, com modelos como o de Henri Fayol, autor da chamada Teoria Clássica, e Frederick Winslow Taylor, o fundador da administração e do modelo chamado de taylorismo. O fordismo, de Henry Ford, surgiu nos anos seguintes, quando a produção das empresas passou a ser em larga escala. A partir dos modelos implantados por esses teóricos e que, com as devidas alterações e atualizações, ainda são vistos nas organizações contemporâneas, foi percebida a necessidade de se investir na organização de empresas. Apenas com a organização das empresas é possível aplicar as técnicas de administração e, assim, aumentar a lucratividade e oferecer um melhor serviço ou desenvolver melhores produtos para os seus clientes. Listamos a seguir uma série de benefícios da organização nas empresas. Confira! Diminuição dos problemas É impossível que não ocorram problemas em uma empresa, mas eles podem ser diminuídos com os processos de organização. Isso porque boa parte dos erros cometidos nas empresas se justificam pela falta de informações organizadas ou pelas atividades serem feitas às pressas por conta da desorganização. Um software de gestão que permite a contabilidade na nuvem, por exemplo, faz com que documentos não sejam perdidos, arquivos apagados etc. Isso tudo evita uma série de problemas para o negócio. Aumento da produtividade Se os problemas diminuem, a produtividade dos colaboradores aumenta quando há a cultura da organização em uma empresa. Isso se justifica pelo fato de ser possível fazer mais coisas em menos tempo. Com a empresa organizada, cada funcionário saberá onde encontrar o que necessita para realizar o seu trabalho, precisando dedicar menos tempo para procurar objetos ou documentos, por exemplo. Cumprimento dos prazos Praticamente todas as empresas trabalham com prazos, como uma indústria que tem um limite de tempo para entregar uma demanda aos clientes, uma loja que precisa cumprir o prazo de pagamento de seus fornecedores etc. Tudo isso é feito com mais facilidade quando há a organização da empresa. Afinal, com um planejamento estratégico bem desenvolvido e os setores bem alinhados, ocorrerão menos imprevistos, fazendo com que haja organização do tempo e, assim, os prazos não deixem de ser cumpridos sob nenhuma hipótese. Diminuição de custos com estoque Se não for bem organizado, o estoque pode trazer sérios problemas e, até mesmo, prejuízo para as empresas. Imagine um supermercado, por exemplo: o que pode acontecer se os produtos vencerem no estoque antes de serem colocados à venda nas prateleiras? E o que aconteceria se as compras fossem feitas de maneira errada e o estabelecimento não tivesse em estoque um produto que é muito solicitado pelos clientes? A resposta para essas perguntas é simples: haveria prejuízo. Portanto, ter uma empresa organizada também gera o benefício da diminuição de custos com o estoque e tudo isso é muito positivo também por refletir em outras áreas, como a contabilidade. Melhor percepção dos clientes As empresas que são organizadas conseguem atuar com mais transparência e prestar um serviço com mais qualidade para os seus clientes. Essa melhor percepção da empresa perante os seus públicos certamente é algo extremamente positivo. Afinal, com clientes satisfeitos, a empresa será mais bem falada pelas pessoas, que indicarão os produtos e serviços do seu negócio para os seus amigos, falarão bem dele nas redes sociais, entre outras atividades que farão com que a imagem da empresa se desenvolva de maneira positiva. Esses são alguns dos principais benefícios que a organização traz para as empresas. Mas como saber o que deve ser organizado em um negócio? Para isso, é necessário fazer um mapeamento de processos. Como começar a mapear o que deve ser organizado na empresa? O mapeamento de processos é uma metodologia utilizada no meio empresarial para monitorar um conjunto de atividades desenvolvidas por uma empresa. De maneira geral, podemos dizer que trata-se de um processo que define, de maneira organizada, como o trabalho desenvolvido se transforma em produtos ou serviços de qualidade para os clientes. Esse procedimento deve contar com o apoio de todos os colaboradores da empresa, que poderão desenvolver uma espécie de relatório com todas as atividades que eles realizam em seu dia a dia profissional. O mapeamento pode ser dividido por setores. Por exemplo, a área de contabilidade faz um completo relatório de tudo o que faz em seu dia a dia, o setor de RH mapeia as atividades relacionadas à gestão de pessoas, os profissionais do marketing fazem o mapa das atividades relacionadas à publicidade e às estratégias de relacionamento com os públicos, a área de logística lista as atividades do controle de estoque e transporte de mercadorias etc. Após a realização desse mapeamento de processos, pode ser desenvolvida uma espécie de checklist na empresa. Assim, cada setor terá um cronograma de atividades que pode ser seguido para otimizar o trabalho em cada uma das áreas da empresa, de maneira muito mais organizada. Mas

    7 práticas de sustentabilidade para aplicar na sua empresa

    A questão ambiental já está presente na vida das empresas há alguns anos. Iniciativas como o lançamento da norma ISO 14000, em 1996, e o Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 — que visa reduzir a emissão de carbono —, fez com que os executivos se voltassem para o tema em sua própria organização e passassem a implementar práticas de sustentabilidade na empresa. Não é à toa que vemos comerciais de cerveja abordando a economia de água. Em uma análise rápida, essas iniciativas parecem um investimento caro e que não trazem nenhuma vantagem econômica. Mas, além de cuidarmos da saúde do planeta em que vivemos, a adoção de algumas práticas apresentam benefícios tangíveis como redução de custos e conquista de clientes com preocupação socioambiental. Já que o assunto é importante, nos estenderemos um pouco mais em como sua micro ou pequena empresa já pode ser sustentável com algumas atitudes simples. Continue com a gente para conseguir transformar seu negócio em uma empresa mais verde. 1. Diminua o consumo de descartáveis Você sabia que para produzir um copo descartável são gastos 500 ml de água? Mais do que cabe no próprio copo. Vale mais a pena lavar o copo ou uma caneca, não acha? Na lavagem uma pessoa gasta somente 400 ml. E para beber os dois litros de água recomendável por dia seriam necessários 10 copos de 200 ml. Além de reduzir os resíduos que vão para a natureza e levam anos para se desfazer, diminuir o uso de descartáveis traz economia para a empresa. Em média, uma organização com 200 colaboradores usa 60 mil copos ao ano. Isso tudo é dinheiro que você não vai precisar mais desembolsar. E como mudar o hábito do consumo dos descartáveis? Simples, encoraje o uso de squeezes e canecas. Você pode até inventar um brinde para uma data comemorativa com a marca da empresa. 2. Evite o desperdício de água Alguns cientistas dizem que a água é um bem precioso e que ficará escasso nas próximas décadas. Para evitar essa possível realidade, temos que começar agora a mudar a forma como tratamos desse recurso. A primeira tarefa é checar se existem pequenos vazamentos ou torneiras defeituosas que estejam desperdiçando água. Em seguida, é preciso conscientizar os funcionários em relação ao uso da água, com dicas como: escovar os dentes com a torneira fechada. Outra opção é adotar torneiras com fechamento automático. Existem, ainda, formas de reutilizar a água que sai das pias, e a água da chuva, instalando sistemas e tubulações. Eles vão redirecionar essa água de reúso para sanitários onde a água pode ser reaproveitada sem problema. 3. Troque as lâmpadas incandescentes por LED As lâmpadas fluorescentes já levam vantagens sobre as incandescentes. Aquelas têm uma vida útil 10 vezes maior que as incandescentes, são mais econômicas e reduzem a emissão de gás carbônico na atmosfera. Mudar de uma para outra já diminui o consumo de energia elétrica em 60%. Novamente, uma economia considerável a longo prazo. Mas se você quer ousar na economia, o ideal é escolher as de LED. Podem ser mais caras, no entanto, duram 50 vezes mais que as incandescentes e trazem uma economia de até 80% na sua conta de luz. 4. Incentive a utilização de transporte alternativo Muitas instituições instalam bicicletários nas garagens. Dependendo de onde sua empresa esteja instalada essa iniciativa é mais difícil. Mas, basta um lugarzinho para guardar as bikes mesmo que suspensas e outro para que o usuário possa trocar de roupa para que a iniciativa possa ser adotada como um estilo de vida mais saudável. O plano de saúde empresarial também agradece. Se isso não for possível, muitas cidades já possuem aluguel de bicicletas por um preço bem razoável. Nesse caso, é só pesquisar e informar qual o lugar mais próximo. Outra ação, que pode ser incentivada, é a boa e velha carona. Facilite a adoção dessa prática flexibilizando horários para que funcionários que moram em bairros próximos possam ir e voltar juntos do trabalho. 5. Aposte em fontes de energias renováveis Painéis solares já não custam tanto quanto custavam no passado. Hoje em dia é possível pesquisar e achar opções que caibam no seu orçamento. Se você tem uma área de produção, é o local ideal para começar a instalação e reduzir custos. Algumas concessionárias de energia chegam a dar descontos ou reutilizar a produção extra para o bairro. Procure se informar. Além dessa dica, você pode estimular que as pessoas não fechem persianas ou janelas e deixem a luz natural entrar pela janela. Com ambientes iluminados naturalmente é possível diminuir o consumo de energia elétrica. E, quando for comprar equipamentos, busque opções que possuam o selo A concedido pelo Inmetro/Procel. Esses aparelhos gastam menos energia do que os outros. 6. Faça uma campanha de conscientização para clientes Além de funcionários conscientes, você pode ter clientes também mais preocupados com a questão ambiental. Algumas empresas disponibilizam pontos de coleta de materiais que não podem ser descartados na coleta normal de lixo como óleo de cozinha, pilhas e baterias. Se a sua empresa é fabricante de algum tipo de produto, escolha com cuidado as suas embalagens e pense em formatos como refil que são mais econômicos e menos poluentes. Essas atitudes também ajudam a ganhar a simpatia do cliente e aumentar a fidelização com a marca. 7. Procure fornecedores que também se preocupem com a sustentabilidade Se você entrou na onda verde, por que não procurar fornecedores que pensem igual a você e realizam esse mesmo esforço? Como falamos lá em cima, já existem normas e certificações em vários segmentos voltadas a quem adota essas iniciativas. As práticas de sustentabilidade na empresa são importantes para que tenhamos um meio ambiente mais limpo para as futuras gerações e para a nossa também. Mas, de nada adianta fazer campanhas se o exemplo não vier de cima. Como líder você deve ser o primeiro a mudar seus hábitos. Gostou do post? Para continuar acompanhando todas essas dicas para micro e pequenas empresas, assine

    Descubra as vantagens de utilizar um ERP para emitir NFC-e

    A internet transformou vários hábitos da nossa sociedade e um deles se refere à forma que são feitas as transações comerciais. Muitas pessoas têm comprado produtos no ambiente virtual e as empresas buscam formas de otimizar os seus serviços. Atualmente, existem vários tipos de notas fiscais. Dentre elas, está a NFCe (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica), que faz referência ao documento entregue ao consumidor. Esses comprovantes facilitam as operações feitas no meio online. Os sistemas informatizados ainda auxiliam na tarefa de administração dos cupons. Todo esse cenário tem contribuído para que os documentos eletrônicos ganhem espaço. Por isso, neste post explicaremos o que é e como emitir a NFCe — uma das notas mais usadas no varejo — e quais são as vantagens de lançá-la usando um software de gestão integrado. Vamos lá? O que é a NFCe? Trata-se do documento que é entregue ao consumidor. A NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) é bastante utilizada em comércios, farmácias, restaurantes, bares e outros estabelecimentos. A nota permite que o cliente veja o que comprou. Nesse documento, aparece o dia e o horário em que a mercadoria foi vendida, as condições de pagamento, a identificação da empresa e a descrição do produto. A NFC-e precisa ser impressa no ato da compra e, na sequência, entregue ao cliente. O papel tem a chave de acesso e o QR Code para que ele verifique a veracidade do documento. Isso pode ser feito por meio de uma consulta no portal estadual da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, onde vão ser usados esses dois dados para checar a autenticidade. Como emitir a NFCe? A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é emitida pela empresa por meio do programa emissor de sua preferência (a Secretaria da Fazenda não tem software próprio). Depois de ser preenchido e assinado eletronicamente, o documento é transmitido pela internet para a Sefaz do seu estado. E se a conexão cair? É um problema que ninguém quer enfrentar, mas que às vezes acontece. Isso até poderia gerar insatisfação dos clientes, pois eles ficariam esperando por muito tempo a emissão do comprovante. No caso de problemas técnicos ou operacionais, é possível emitir a NFCe pelo modo de contingência offline. Nesse método, não há a autorização prévia do Fisco e a nota precisa ser transmitido à Sefaz em, no máximo, 24 horas após a venda. É preciso guardar a nota? Apesar das várias mudanças que deixam muita gente perdida, um detalhe não foi alterado nos procedimentos envolvendo os documentos: você ainda é obrigado a armazenar o comprovante por 5 anos. Você deve estar se perguntando: com essas mudanças, como devo guardar esses arquivos? Fique tranquilo, pois não é necessário espaço físico para guardar os cupons, o que já representa economia de espaço e dinheiro para a sua empresa. As possibilidades mudaram com as novas tecnologias. Você pode armazenar os comprovantes em um disco ou pasta do seu computador, em algum sistema de backup ou em algum serviço de gestão integrada, como o ERP. O que é o ERP? Qual é o significado desse sistema? O ERP (Enterprise Resource Planning) ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um software que melhora a administração das empresas, automatizando os procedimentos e integrando várias áreas da companhia. Podem ser, por exemplo, atividades ligadas a vendas, finanças, compras, contabilidade, recursos humanos, logística etc. Quais são as vantagens de contar com um sistema ERP? As mudanças tecnológicas têm facilitado a organização dos comprovantes e consequentemente, trazem vários benefícios às empresas. Grande parcela delas se relaciona com a diminuição dos gastos e a melhora na administração e na segurança. Veja abaixo como um sistema de gestão integrado pode ajudar o seu negócio. Otimização da gestão da empresa O ERP permite o conhecimento das rotinas de todas as atividades da empresa em apenas um lugar. Ele ainda facilita a sua tarefa de encontrar os comprovantes, pois não é necessário ficar procurando nota por nota até achar o que precisa. Redução de erros e otimização do tempo As novas tecnologias contribuem para a redução de erros nas empresas — o que resulta em redução de custos — e a otimização do tempo. Com apenas poucos cliques já é possível ver e administrar as entradas e saídas de recursos das atividades que envolvem o empreendimento. Muito prático, concorda? Por causa de suas funcionalidades e praticidades, você terá mais tempo para se dedicar às tarefas mais importantes que envolvem o seu negócio. Sem dúvida alguma, isso aumenta a produtividade e faz com que a sua empresa se torne mais competitiva no mercado. Armazenamento de dados O ERP facilita a sua tarefa de guardar os documentos obrigatórios. Realmente não é fácil armazenar, por exemplo, uma Nota Fiscal Eletrônica (NFe) por 5 anos, concorda? É muito importante ter organização, além de contar com tecnologias de automação na administração dessas questões. Assim, não há dependência dos arquivos físicos e você pode deixar os comprovantes digitalizados, seja no computador ou na nuvem. Facilidade no controle financeiro Por causa da praticidade de ver as receitas e os gastos, é possível analisar todas as escolhas feitas no mês. Você pode verificar, por exemplo, se as despesas foram necessárias ou se tinha algum item que poderia ser cortado ou reduzido. Fica mais fácil ter ideias de gerar outras fontes de renda para a empresa e ver o que está dando certo. Os sistemas também permitem a organização dos pagamentos, incluindo despesas com fornecedores e impostos. Dessa forma, evita-se o atraso deles e a empresa se livra das multas. Apesar dos vários termos técnicos, os sistemas de gestão integrada facilitam na administração dos negócios. A emissão dos comprovantes fiscais é uma das atividades que se tornaram mais simples. Isso ainda ajuda o seu cliente, pois ele terá acesso ao documento de forma rápida e prática. Caso precise trocar de produto, será possível fazer o procedimento tranquilamente. Está claro quais são as vantagens de usar um ERP para emitir a NFCe? Tem interesse em contar com o sistema? Caso tenha, entre em contato conosco e saiba o que

    Conheça os relatórios gerenciais mais importantes para a empresa

    Muitos conhecimentos são necessários no desenvolvimento de um negócio, e um deles é fazer os relatórios gerenciais, que nada mais são do que documentos que avaliam os diversos setores de um empreendimento. Assim, ajudam na tomada de decisões, pois permitem ter uma visão clara do que acontece na empresa, otimizar as atividades operacionais e permitir o planejamento, com o intuito de evitar dívidas e aumentar os lucros. Sabia que existem diversos tipos de relatórios? Por isso, neste post, explicaremos as principais formas de fazê-los, para que você possa ver quais são os que se aplicam ao seu empreendimento. Vamos lá? Fluxo de caixa Trata-se de um documento que mostra todo o dinheiro que entra e sai da empresa em um determinado período. Geralmente, ele é feito ao se pensar e projetar as decisões a serem tomadas nos próximos 30 dias. Na maioria dos casos, são colocadas três informações: os pagamentos que devem ser feitos (saída de capital), os recebimentos previstos e a previsão de venda, que é baseada no histórico da companhia. Dessa forma, se somadas as receitas e subtraídos os gastos, é obtido o saldo líquido da empresa. Esse relatório é fundamental aos negócios, pois os gestores ficam mais bem informados sobre a situação financeira do empreendimento. É possível saber se a companhia está dando lucro ou prejuízo, se precisa ter mais capital de giro e quais são os gastos. Por meio desses dados, pode-se planejar as ações que podem ser feitas com o intuito de otimizar a empresa — como mudar a estratégia de vendas ou realizar treinamentos. Contas a pagar Apesar de estar ligado ao modelo anterior, os setores de contas a pagar e a receber merecem atenção especial, pois possibilitam ver detalhadamente o que entrou e saiu no caixa de sua empresa. Para se manter ou produzir, qualquer negócio precisa pagar alguns compromissos. Por isso, é importante ter um controle detalhado de todos os itens gastos. Nesse relatório, é importante colocar as despesas fixas — como aluguel, salários, contas de água e luz, entre outras — e os gastos variáveis — as comissões e os gastos com matéria-prima são alguns exemplos. É recomendável ainda colocar o valor, o número de parcelas e a data de vencimento de cada conta. Por meio desse documento, é possível ver as contas que foram pagas dentro do prazo, a quantia gasta com multas e as faturas que ainda estão pendentes. Dessa forma, são comparadas as despesas e as receitas, com o objetivo de melhorar a gestão do fluxo de caixa. Além disso, esse documento possibilita a antecipação de custos, planejar as compras com segurança, pensar em fazer investimentos financeiros e preparar o caixa para que os gastos sejam pagos sem gerar problemas no saldo. Contas a receber Geralmente, esse relatório detalha informações sobre as datas e valores a serem recebidos, alguns descontos ofertados, a cobrança de juros, quais são os consumidores que pagam as contas em dia e o número de contatos feitos com cada cliente até o pagamento do serviço. Esse documento também ajuda no controle de caixa, na definição do planejamento de investimentos, na realização de contratações e em outros procedimentos necessários para a empresa. Ainda é possível analisar as possibilidades de melhorar a maneira como a empresa cobra seus clientes e as formas de pagamento, a fim de reduzir o número de inadimplentes. Relatório de vendas Qualquer empresa precisa vender produtos ou serviços para sobreviver. Por isso, sem dúvida alguma, esse é um dos relatórios gerenciais indispensáveis às companhias. Vale lembrar que, caso o número de vendas seja baixo, a continuação de um negócio fica inviável, pois, sem vendas, não há receita. Tendo isso em vista, por meio do relatório de vendas, é possível saber se um empreendimento está caminhando na direção certa dos seus objetivos, o que está dando certo ou não e quais são os próximos passos a serem tomados. Nesse documento, são apresentadas informações sobre o desempenho dos vendedores, o processo de vendas, o ticket médio (o valor de venda médio por cliente) e o comportamento dos consumidores — em que horário e com que frequência eles costumam comprar, quais são os canais usados para se obter informações sobre um produto e, na sequência, adquiri-lo etc. Satisfação dos clientes Sem dúvida alguma, é mais um relatório essencial ao seu empreendimento. Com ele, você consegue analisar o nível de satisfação e lealdade dos clientes. Quanto mais pessoas gostarem do seu produto ou serviço, maiores são as chances de elas voltarem a comprar, tornando-se fiéis, além de recomendarem a empresa aos amigos. Isso diminui o custo por venda e auxilia a aumentar os lucros de um negócio. Inclusive, esse relatório ajuda os administradores a observarem os pontos que podem ser melhorados nos produtos e serviços oferecidos, o que, consequentemente, contribui com o crescimento da companhia. Demonstração do Resultado do Exercício Trata-se de um documento contábil que, segundo a Lei 6404/76 — que rege sobre a contabilidade no país —, é obrigatório para todas as empresas de capital aberto (companhias que têm ações na bolsa de valores). O comprovante tem como objetivo demonstrar os resultados financeiros de um negócio. Isso é feito por meio da relação das receitas e despesas de um empreendimento. A DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) permite saber se um negócio está dando lucro ou prejuízo e se será possível fazer tudo o que foi pensado. Esse controle financeiro auxilia os gestores a acertarem nas escolhas, fazerem previsões realistas e saberem quais são os investimentos viáveis para a empresa, ou seja, fica fácil verificar a relação custo-benefício de algo e, dessa forma, investir sem prejudicar os cofres da companhia. Realmente, existem vários tipos de relatórios gerenciais e isso pode demandar bastante esforço para fazê-los. Porém, todo o sacrifício vale a pena, porque esses documentos facilitam a administração e a integração das atividades de diversos setores dos negócios. Essas ferramentas ainda facilitam na identificação de ações a serem tomadas com a intenção de melhorar a competitividade do seu empreendimento. E então, conseguiu compreender

    Gestão empresarial online: o guia absolutamente completo

    Quando alguém resolve empreender e tocar o próprio negócio, precisa ter o entendimento de que não fará apenas a sua atividade-fim. O dono de uma padaria não deve só saber fazer pães e bolos, bem como o dono de um açougue não precisa entender apenas sobre cortes de carne, por exemplo. É preciso entender sobre planejamento estratégico e técnicas de administração para poder tocar o negócio. Nesse cenário, a gestão empresarial online pode contribuir de forma significativa, pois facilita o cumprimento dessas atividades. Ter uma boa gestão é o primeiro e essencial passo para ter uma empresa de sucesso e que gere resultados positivos para a organização. Inclusive, com a popularidade e as facilidades que a Internet nos proporciona hoje em dia, garantir que isso seja feito se torna ainda mais fácil. Para que você possa compreender o assunto em sua totalidade, desenvolvemos este post especial, que tem o objetivo de servir como um guia absolutamente completo sobre a gestão empresarial online. Siga conosco e tire as suas dúvidas nos tópicos a seguir! O que é a gestão empresarial online? Podemos definir a gestão empresarial como o conjunto de processos administrativos e burocráticos que fazem parte de uma empresa. De forma ainda mais direta, podemos dizer que a gestão empresarial é um modelo de trabalho que dita como os processos devem ser realizados dentro da empresa, por meio de sua estrutura hierárquica. No caso dos pequenos negócios, como um comércio varejista de bairro, o foco da gestão empresarial é a estruturação das atividades administrativas, de contabilidade e operacionais da organização. O planejamento de compras das mercadorias, o controle de estoque, as boas práticas para o fluxo de caixa, a contratação e controle dos horários e pagamentos dos funcionários são exemplos de ações práticas de gestão empresarial. Todas as ações citadas não estão relacionadas à execução das atividades-fim do negócio, como se pode observar, mas sim mais voltadas para a parte administrativa da empresa. A gestão empresarial online, portanto, é a execução de todas essas atividades por meio da Internet, fazendo o uso de softwares de gestão e outros programas que garantem mais facilidade para que as ações anteriormente descritas sejam feitas de forma correta. Entre as suas principais vantagens, está o fato de que o pequeno empresário poderá ter mais tempo para se dedicar às ações estratégicas e a atividades próprias do seu ramo de atuação. Automatizar a gestão empresarial faz com que o empresário possa transpor para o computador as atividades que antes eram feitas de forma manual. Isso evita que erros humanos sejam cometidos, como o erro de cálculos no fechamento do caixa, o que poderia resultar em um problema sério para a empresa. O funcionamento da gestão empresarial online será explicado com maior riqueza de detalhes no tópico a seguir. Continue conosco e entenda mais. Como funciona a gestão empresarial online? A gestão empresarial online funciona basicamente por meio da implantação de sistemas de gestão da empresa. Tais softwares têm o objetivo de otimizar as tarefas administrativas e burocráticas do dia a dia organizacional, proporcionando, assim, a automatização dos processos. De tal modo, as empresas podem contratar diferentes tipos de sistemas de gestão. Existem softwares específicos, como aqueles que são exclusivos para o controle de fluxo de caixa, ou apenas para a administração de estoque, entre outros focos. Em contrapartida, também há sistemas mais completos e que reúnem todas essas funções em um mesmo programa. Certamente, o uso de um software que reúne todas as necessidades em um mesmo local é a melhor opção para negócios de qualquer porte. Afinal, dessa forma, se evita o pagamento de mais de uma mensalidade para o uso, bem como todas as informações ficarão concentradas em um mesmo local, por exemplo. A gestão empresarial online, portanto, permite que o empresário possa ter duas visões do seu negócio: a visão departamental e a visão por segmento. Explicaremos brevemente cada uma delas. Visão departamental Como o próprio nome sugere, a visão departamental permite que o empresário observe todos os processos dos departamentos de sua empresa em uma tela única. Isso facilita o manuseio das informações, com a segurança necessária para os usuários do programa. Vale destacar que o empresário poderá limitar o acesso dos seus colaboradores de acordo com a necessidade. Assim, um funcionário responsável pelo estoque da empresa terá acesso apenas às informações relativas a esse departamento e não às informações do caixa, por exemplo. Essa separação por departamento é feita por meio da criação de usuários. Desse modo, ao instalar o programa, pode ser criada uma conta no programa para cada colaborador da empresa, limitando os acessos apenas às atividades que são de sua competência. Visão por segmento A visão por segmento, por sua vez, exige que sejam desenvolvidos programas próprios para a área de atuação da empresa, pois a gestão empresarial online pode ter particularidades para cada tipo de negócio. Nesse sentido, um consultório médico precisa de um software de gestão que permita que as secretárias façam o agendamento das consultas dos pacientes de forma digital. A mesma realidade não é vista em um supermercado, que tem outras necessidades, como controlar os produtos que tem disponível em estoque, controlar as entradas de valores no caixa, verificar os tipos de pagamentos que são feitos, em cartão de crédito ou dinheiro em espécie etc. Esses módulos específicos de cada segmento de mercado são chamados de software de gestão vertical, sendo a solução ideal para alguns ramos de negócios. Para o mercado varejista, no entanto, as particularidades são praticamente as mesmas, independentemente do segmento escolhido. Tendo isso em vista, uma loja de roupas tem as mesmas necessidades que um supermercado no que se refere às práticas administrativas de gestão. Ter o entendimento sobre o funcionamento da gestão online é necessário para também compreender sobre a importância da tecnologia da gestão empresarial, assunto que será debatido na sequência. Qual a importância da tecnologia na gestão empresarial? Praticar a gestão empresarial não é uma tarefa das mais fáceis e, conforme já explicado, exige conhecimentos que nem

    5 vantagens de um sistema de gestão para microempresas

    Se a tecnologia pode facilitar o controle dos seus processos na empresa e deixar seu tempo mais livre para pensar em melhorias, por que não a considerar como um investimento necessário e imprescindível? Esse certamente é o caso de um sistema de gestão para microempresas. Enquanto sua empresa não tem o sistema, você vai se virando. Mas quando você adota um, sua vida muda exponencialmente. Um sistema de gestão é uma ferramenta que permite um melhor controle dos processos do seu negócio, como na gestão financeira, no controle de estoque, nas vendas e no relacionamento com o seu cliente. Resumindo, tudo o que você fazia de forma separada, pode ser controlado em um só lugar. E até mesmo online. Percebeu como pode ser vantajoso? Então leia este post até o final para descobrir cinco benefícios que esse tipo de ferramenta pode trazer para o seu dia a dia. 1. Reduz os erros que ocorrem em controles manuais Ninguém está livre de erros enquanto os controles são feitos de forma manual. Eles acontecem. Com um sistema de gestão para microempresa, a possibilidade de eles ocorrerem é menor. Menos erros resultam em menos prejuízo e mais dinheiro para investir em outras coisas.  Imagine a seguinte situação: você faz uma promoção para liquidar o estoque de um determinado produto que não saiu muito. Com isso, as vendas passam a ir de vento em popa. Depois de uma semana, você descobre que ficaram 50 produtos ainda escondidos no estoque. Ou, então, faz as vendas e percebe que não tem a quantidade de produto suficiente para todo mundo. Essas situações provavelmente aconteceram porque na hora de controlar os números e dar baixa no estoque, alguém pode ter esquecido algo ou inserido números errados sem querer. Com um sistema de gestão, isso não acontece mais e você ainda consegue ter contato com os seus clientes posteriormente para oferecer novas promoções. 2. Aumenta a produtividade dos seus funcionários e do seu negócio Ter que abrir duas ou três planilhas para gerenciar as finanças, por exemplo, toma um tempo enorme. Além de ser extremamente exaustivo. Com uma ferramenta dessas, essa tarefa fica muito mais fácil, ágil e confiável. Com isso, você ganha tempo para tratar do que realmente importa, como expandir sua participação no mercado, aumentar o portfólio da empresa, encantar seus clientes com ações mais customizadas e aumentar a fidelização deles. É muito mais relevante para o seu negócio que você esteja voltado para assuntos estratégicos do que para tarefas operacionais. É com esse tempo livre que também é possível pensar e estimular a inovação na empresa. O que não precisa ser necessariamente uma invenção ou algo novo, mas pode ser voltado para melhorias de algo já existente, como o próprio uso do sistema. Inovação é o que diferencia você dos seus concorrentes e faz com que a sua empresa saia na frente na corrida por mais consumidores. 3. Integra os processos já existentes Mesmo em uma microempresa, alguns processos acontecem em setores ou são feitos por pessoas diferentes. Muitas vezes, é difícil visualizar o todo que abrange todas as etapas espalhadas. Um sistema de gestão para microempresa permite que você tenha essa visão macro que ajuda a entender onde estão as falhas ou os gargalos dos processos. Alguns sistemas chegam a ter versões para dispositivos móveis, o que facilita o acesso rápido a esse tipo de informação em casa ou em uma reunião fora da empresa, a qualquer momento do dia ou da noite.  Essa facilidade é importante para que você, que muitas vezes não fica na empresa o dia inteiro, possa fazer uma gestão mais próxima de tudo o que está acontecendo em tempo real. É você, enquanto microempresário, mais perto de tudo que lutou para construir. 4. Melhora a gestão das atividades da empresa Fluxo de caixa, controle de estoque, gestão de vendas, emissão de pedidos e notas. Quantas atividades acontecem dentro da sua microempresa todo dia? Quantos relatórios e planilhas você tem que olhar com frequência? E se você pudesse integrar tudo isso e olhar apenas para um sistema? O desafio de gerir um empreendimento, por menor que ele seja, não é fácil. Geralmente, exige muito esforço do dono para que tudo saia da melhor forma. Então, por que não adotar uma ferramenta que facilite essa gestão? E sabe quem é que sai mais satisfeito com isso? Seu cliente. Ele é quem ganha quando a gestão da sua empresa melhora. Hoje em dia, a competitividade entre concorrentes é muito grande. Basta um erro no pós-venda para que você perca clientes e credibilidade. Melhorias na gestão significam um cuidado maior com o seu negócio e o seu cliente, o que traz mais rentabilidade e lucros. 5. Ajuda na análise de resultados  Ninguém cria uma empresa para não dar certo. O sucesso também não vem de graça e ele é resultado de muito trabalho e cuidado com o seu consumidor. Um sistema de gestão para microempresa pode auxiliar na extração de relatórios de resultados e visualização de desempenho de algumas áreas ou produtos. Você vai saber quais produtos vendem mais e em quais épocas do ano. Poderá, ainda, fazer uma estimativa mais apurada para os anos seguintes e não gastar tanto com coisas que ficam paradas no estoque. Vai entender se as entregas dos fornecedores estão chegando com as quantidades desejadas e se não há atrasos. Todas essas informações podem ajudar na tomada de decisão ou em escolhas para que sua empresa seja cada vez mais eficiente. Você pode atingir seus objetivos de forma mais rápida e com mais assertividade olhando para os índices relatados pelo sistema.  Entendeu o quanto um sistema de gestão para microempresa pode ajudar? Pense nele como um aliado do seu negócio, que pode trazer mais competitividade e ajudar a obter lucros ainda maiores. Sem contar o desempenho que poderá ser atingido com uma gestão melhor.  E já que você está por aqui, aproveite para se aprofundar no assunto e conhecer cinco dicas para escolher bem o sistema de gestão para a sua empresa. Neste artigo, você encontra outras orientações sobre a ferramenta. Boa leitura!

    Como montar e apresentar o DRE para o seu cliente microempreendedor

    Lidar com números é uma das tarefas cotidianas dos empreendedores. Eles precisam analisar as métricas do seu negócio, ver as receitas, os gastos, etc. Além disso, ainda é importante se atentar aos documentos contábeis, como a DRE (Demonstração de Resultado de Exercício). Esse nome todo chique pode espantar muita gente, especialmente os iniciantes. Mas calma, neste post explicaremos detalhadamente o significado e quais são as informações que precisam aparecer nesse documento contábil. Ainda vamos dar dicas de como apresentar o relatório e quais são as ferramentas que podem auxiliar na criação da Demonstração de Resultado de Exercício. Confira! O que é a DRE? A elaboração desse documento contábil é obrigatória para todas as empresas de capital aberto (companhias que possuem ações na bolsa de valores), segundo a Lei 6.404/76, que trata sobre a contabilidade no Brasil. O comprovante visa demonstrar os resultados financeiros da empresa. Isso é feito por meio da confrontação dos ganhos e gastos de um negócio, levantados em um determinado período, que geralmente é de 12 meses. Resumidamente, esse registro demonstra o resumo financeiro de uma empresa. Quais são as informações que precisam aparecer em uma DRE? As leis que regem a área contábil deixam pouca margem de criação da Demonstração de Resultado de Exercício. Por isso, são necessárias algumas informações, são elas: Receita líquida: é preciso saber qual foi a sua receita total e subtrair pelos gastos oriundos de sua receita, como devoluções de vendas, impostos etc; Resultado bruto: basta descobrir a receita líquida e subtrair os custos relacionados às vendas (formado pelo gasto dos produtos vendidos, pelo preço das mercadorias e serviços prestados); Relação das despesas: coloque todos os gastos envolvidos com o seu empreendimento. Eles podem estar ligados aos custos de vendas, pagamento de salários e fornecedores e os impostos; Resultado líquido do exercício: trata-se do lucro que será distribuído entre os sócios ou acionistas, ou prejuízos abatidos futuramente. É o objetivo final da DRE. Os valores destacados acima fazem parte de uma composição de lançamentos contábeis que registram os acontecimentos de um negócio. Procure preencher o documento seguindo as leis vigentes. Por isso, é muito importante procurar um contador para obter orientações sobre a DRE e aplicá-las no cotidiano do seu empreendimento. Qual é a importância do relatório? A Demonstração do Resultado do Exercício é uma das principais ferramentas contábeis que auxiliam na verificação da saúde financeira de uma empresa. Por meio desse documento é possível ver se um negócio apresenta lucro ou prejuízo e se será possível realizar tudo o que foi planejado. Essa maneira de fazer o controle financeiro ajuda os gestores a tomarem melhores decisões, fazer previsões realistas e saber quais são os investimentos mais viáveis do ponto de vista econômico da empresa. A ferramenta ajuda, portanto, na observação da relação entre custo e benefício de algo. Fica mais fácil ver quais são os investimentos que valem a pena serem feitos sem sacrificar as finanças da companhia. Além disso, os bancos podem pedir essa demonstração contábil para verem como anda um negócio e decidirem se devem ou não conceder crédito ao empreendimento. Muitos investidores e o Fisco pedem esse registro para checar os lucros. O primeiro quer ter segurança na aplicação do seu dinheiro. Já o segundo define o valor dos tributos baseados nos lucros do seu negócio, caso opte pelo regime do lucro real. Como você percebeu, diversas pessoas podem pedir o documento. Por isso, é muito importante que ele seja simples e objetivo para que possam analisar o andamento e terem segurança para investir na sua empresa. Outro motivo é que a simplificação do relatório facilita a gestão financeira e contábil do seu empreendimento. Quais são as ferramentas que ajudam a fazer a DRE? Os sistemas integrados de gestão empresarial auxiliam na tarefa de fazer o documento contábil. O software ERP (Entreprise Resource Planning) ajuda no controle dos processos e obrigações da empresa, o que ajuda na produtividade dela. Esse programa também automatiza os procedimentos e integra diversas áreas de um negócio. Elas podem estar relacionadas às finanças, contabilidade, compras, logística, recursos humanos etc. Quais são os benefícios de usar um sistema de gestão? A informatização dos processos tem facilitado a elaboração de documentos e o cumprimento de diversas obrigações, e consequentemente, traz vários benefícios às empresas. Grande parte das vantagens se relacionam com a otimização da administração, economia de tempo e redução de gastos. Veja abaixo como os sistemas de gestão empresarial ajudam a fazer e apresentar a Demonstração do Resultado do Exercício. Melhora a administração da empresa As ferramentas permitem o conhecimento dos procedimentos de todas as atividades empresariais em apenas um lugar. Elas facilitam a tarefa de montar e elaborar a DRE, pois é fácil encontrar o registro dos ganhos e gastos, no período desejado, e utilizá-los na elaboração do documento. Armazenamento de dados Os sistemas de gestão empresarial ajudam a guardar os registros do negócio. Mas, qual é a relação disso com a elaboração da Demonstração do Resultado do Exercício? Você vai precisar de registros ou comprovantes para saber, exatamente, as suas despesas e receitas em um determinado tempo. Por isso, é fundamental ter organização e contar com ferramentas de automação e tecnologia ajuda nisso. Redução de erros e otimização do tempo As novas tecnologias contribuem para a redução de erros — o que ajuda em redução de custos aos negócios — e a otimização do tempo, que é um recurso valioso, concorda? Com apenas poucos cliques já é possível ver e administrar as entradas e saídas de recursos das atividades que envolvem o empreendimento. Isso facilita bastante a tarefa de montar e apresentar a DRE. Por causa das funcionalidades dos sistemas de gestão, você terá menos trabalho com questões burocráticas e ganhará tempo para se dedicar com as tarefas mais importantes do seu empreendimento. Isso otimiza a produtividade e contribui para que a sua empresa se torne mais competitiva no mercado. Gostou das dicas de como montar e apresentar a DRE? Está interessado em receber dicas de administração financeira e contábil? Caso

    Contabilidade na nuvem: tudo o que você precisa saber

    Pequenas e médias empresas estão buscando, cada vez mais, opções que deem o que elas precisam por um custo menor — e claro que não seria diferente em relação ao mercado contábil que precisa sempre trazer novidades, como a contabilidade na nuvem. Assim, a tecnologia tem ajudado gestores e funcionários de empresas, contadores e escritórios de contabilidade a lidar com a burocracia e a grande quantidade de dados que precisam ser gerenciados e estar sempre organizados. Afinal, com a contabilidade na nuvem, é possível acessar e gerenciar os dados dos clientes de forma mais prática a partir de qualquer lugar, tornando o papel do contador menos mecânico e mais estratégico. Sendo assim, se você quer se manter atualizado no mercado e agregar mais valor aos seus serviços, vale a pena continuar lendo este texto e entender o que é o sistema em nuvem, como ele funciona e quais as vantagens que ele pode trazer para o seu escritório de contabilidade. Vamos lá? O que é um sistema na nuvem? Imagine que você salvou uma foto no seu computador de mesa, que está na sua casa. Em um outro dia, você visita um amigo ao qual gostaria muito de mostrar essa mesma foto, mas isso não é viável, afinal, ela está guardada na sua máquina, certo? O que você precisa saber é que, se ela estivesse guardada em uma pasta, dentro de um sistema em nuvem, seria possível exibi-la para quem você quisesse, desde que houvesse acesso à Internet. Toda e qualquer informação armazenada em nuvem está disponível e pode ser acessada de qualquer lugar e por qualquer dispositivo que utilize Internet, sem a necessidade de instalação de um software específico. Ou seja, você vai precisar apenas de acesso à rede e de login e senha. Fácil, não? Com certeza, você já conhece alguns sistemas em nuvem, como o Google Drive, o Onedrive e o Dropbox, ferramentas utilizadas em lugar de pendrives e HDs externos para fazer o backup de informações ou simplesmente para guardar fotos, vídeos, textos e outros arquivos importantes ou interessantes. Além deles, você também pode considerar e-mails e as redes sociais como sistemas em nuvem, afinal, todas as informações colocadas lá, como fotos, vídeos, posts e mensagens, estão armazenadas em servidores espalhados pelo mundo, e você ainda pode acessar tudo isso, independentemente de onde estiver. Simples e prático. Todos esses exemplos estão encaixados no modelo SaaS (Software as a Service) de infraestrutura em nuvem — a versão final dessa tecnologia —, ou seja, é quando há um programa já desenvolvido, com várias funções e que já está pronto para ser usado por pessoas que não têm conhecimentos técnicos de programação. Um software na nuvem, então, é capaz de guardar diversos documentos e arquivos de forma organizada em um servidor remoto, ou seja, um servidor que não ocupa um espaço físico na sua empresa, além de contar com o fácil acesso por meio da Internet. Como funciona um sistema na nuvem? Esse tipo de sistema funciona a partir de vários computadores que podem estar em qualquer lugar do mundo. Eles estão o tempo inteiro ligados, recebendo e enviando informações. Todas essas máquinas em funcionamento estão guardadas de forma segura em vários locais, sendo esses espaços chamados de “Data Centers”. Esses ambientes são gerenciados por empresas especializadas nesse tipo de tecnologia e que priorizam a segurança dos equipamentos. Como você pode ver, é tudo muito profissional, seguro e fácil. Para simplificar, sempre que você adiciona ou retira uma informação do sistema em nuvem é a mesma coisa de que se estivesse criando ou deletando um arquivo em sua própria máquina, com a diferença de que esse computador está em algum lugar no planeta e você tem acesso às suas informações a partir de qualquer outro local, ao mesmo tempo em que as mantém seguras. Por que utilizar um sistema de contabilidade na nuvem? O sistema de contabilidade em nuvem é uma das ferramentas para escritório contábil mais eficientes atualmente. Com esse recurso, pode-se observar o impacto da inteligência artificial na contabilidade a partir da automatização de processos, o que facilita muito a organização de informações e documentos, e na gestão financeira, que é feita pelos clientes do escritório a partir de um sistema fiscal. Com a maior integração entre escritórios de contabilidade e clientes a partir da facilidade em acessar informações, é possível ser mais ágil nas atividades do dia a dia de trabalho e, assim, aumentar a produtividade da sua empresa. Quais as vantagens de armazenar documentos contábeis na nuvem? As vantagens da utilização desse tipo de tecnologia são muitas, tanto para um escritório de contabilidade quanto para os clientes. Esse sistema traz para os negócios: segurança; flexibilidade; integração; mobilidade; praticidade; organização; produtividade; rendimento; redução de custos; redução de espaço físico. Segurança Todas as empresas, independentemente do segmento em que atuam, precisam e querem a garantia de que todos os seus dados estão seguros, ou seja, de que suas informações confidenciais não serão roubadas e muito menos perdidas. Assim, existe um grande avanço na área da cibersegurança, que traz a inteligência artificial integrada ao sistema de segurança dos softwares. Ao mesmo tempo em que surgem melhorias nas partes físicas das máquinas, também existem modificações que são feitas constantemente nos softwares, que contam sempre com atualizações com otimizações e correções de bugs. Todas essas mudanças são feitas automaticamente por quem fornece o serviço, assim, o usuário não precisa se preocupar em baixar versões mais novas e passa a ganhar tempo. Outro benefício que você tem ao usar programas de contabilidade na nuvem é o fato de que é possível controlar quem tem acesso a qual tipo de informação, evitando, por exemplo, que funcionários possam vazar informações importantes da empresa, prejudicando, assim, o desenvolvimento do escritório contábil. Certamente, todos os dados contidos no sistema têm cópias salvas, que são feitas regularmente pelo fornecedor do programa. Todos esses recursos são essenciais para que acidentes que poderiam causar sérios danos sejam evitados. Dessa forma, a rotina da empresa vai continuar normalmente todos os dias e

    4 dicas para melhorar a organização do tempo de microempresários

    A velocidade da internet ajudou a deixar várias coisas do nosso dia mais rápidas e práticas, porém dominar as técnicas de organização do tempo do microempresário é crucial para conseguir executar todas as tarefas durante o período de trabalho. É comum ouvirmos alguém dizer que “está faltando horas no seu dia” e, por conta disso, muitas coisas importantes acabam ficando em segundo plano. Saber otimizar seu tempo poderá mudar consideravelmente a produtividade do seu negócio e sua qualidade de vida, e entender como pode fazer isso te ajudará a colocar em prática todos os pontos estabelecidos, seguindo as suas necessidades. Se você ficou interessado, confira o nosso post de hoje! Continue a leitura. 1. Tenha uma lista de tarefas diárias Antes de começar seu dia, separe alguns minutos para definir quais serão as tarefas que executará. O planejamento inicial é fundamental para um dia mais produtivo, sendo assim, alguns pontos devem ser considerados, como: quanto tempo tenho para as tarefas? o que preciso alcançar hoje? qual meu tempo de descanso? qual a média de tempo para realizar as tarefas? o que posso terceirizar? Faça uma lista com as prioridades Ao responder às perguntas básicas, você precisará definir quais serão as prioridades do dia. As metas devem estar alinhadas e todos os pontos da sua lista precisam seguir de acordo com a necessidade. Junto com a nova ordem de afazeres, busque predefinir o tempo gasto com a atividade, ao esgotar, vá para outra tarefa e foque em resolvê-la de maneira rápida e eficiente. Ao fim do dia, volte nas tarefas não concluídas e tente resolver mais uma vez e, se necessário, busque por outras pessoas que possam te ajudar a finalizar de maneira satisfatória. Separe um tempo para descanso Tão importante quanto trabalhar, o descanso merece uma atenção especial, pois sem uma mente tranquila e descansada, é impossível ter um bom rendimento. Quando temos uma lista do que precisamos fazer, é importante separar alguns períodos durante o dia que vão servir exatamente para desligar sua mente e relaxar. Cada pessoa sabe o tempo que precisa de descanso antes de voltar para sua atividade, por isso, é necessário analisar quais os momentos de mais tensão e quando mais sente falta de um café, por exemplo. Toda folga deve ser feita com responsabilidade, servindo como um momento de alívio antes de voltar e seguir com a programação do dia. 2. Mantenha o foco Conseguindo descansar de maneira periódica, manter o foco no que realmente precisa se torna uma tarefa muito simples. Nesse caso, é necessário que saiba exatamente em quais tarefas precisa gastar mais ou menos energia e, assim, conseguirá resolver os pontos cruciais sem grandes problemas. Técnica Pomodoro Hoje encontramos várias técnicas para ajudar a manter a concentração e, ao mesmo tempo, dar uma pausa de maneira saudável. Uma delas é a “Técnica Pomodoro”, que consiste basicamente em você analisar quanto tempo gasta para uma tarefa e acrescenta pausas.  Como praticar? Trabalhe em uma tarefa por 25 minutos, com foco total, sem nenhuma distração! Quando esse tempo acabar, faça uma pausa de 5 minutos para descanso. Nesse intervalado levante, tome água, vá ao banheiro, tome um café ou utilize para qualquer outra necessidade que tenha no momento. Ao finalizar o período de descanso, ative novamente o relógio para focar por mais 25 minutos na mesma tarefa ou em uma nova. Esse ciclo se repetirá por 4 vezes e, ao finalizar, aumente de 15 a 20 minutos seu período de descanso.  Resultados Você conseguirá organizar todas as suas tarefas, aumentando seu foco em todas as atividades que for fazer e conseguirá determinar qual o tempo médio gasto em cada uma delas. Por meio desse processo você consegue entender o que te distrai com mais facilidade, quais os pontos que precisa melhorar e, além disso, ajuda no estresse e ansiedade. 3. Utilize a tecnologia a seu favor Muitas vezes a tecnologia acaba se tornando a grande vilã da otimização do nosso tempo, pois podemos nos distrair com coisas irrelevantes. Porém, existem muitos pontos que se aplicados corretamente, se tornam extremamente valiosos no nosso dia a dia. O microempreendedor precisa sempre buscar por novas formas de ajudar o seu estabelecimento e conhecer os benefícios e quais tecnologias utilizar, deve ser um dos seus principais interesses. Conheça algumas das principais vantagens de ter a tecnologia como sua aliada: emita nota fiscal eletrônica; faça reuniões remotamente; cheque suas atividades e compromissos pelo celular; utilize aplicativos que te ajudarão na organização de tarefas; tenha um contato rápido e feche negócios com clientes e fornecedores por meio de aplicativos. 4. Aprenda a delegar Muitos microempresários tendem a cuidar de todos os processos do negócio e acabam tornando a função de delegar mais difícil, porém, saber dividir as funções e ter pessoas de confiança cuidando de pontos específicos, pode contribuir muito para o crescimento de sua empresa! Contratar um contador, por exemplo, te auxiliará na área contábil de sua empresa, fazendo com que tenha mais tempo livre para se dedicar a outras funções, além de que com um profissional especializado na área, você terá uma direção mais ampla de onde seguir com seu patrimônio. Mesmo sabendo que a maioria das pessoas que estão à frente de um negócio não gostam de delegar, é preciso entender que essa atitude pode se tornar um problema a longo prazo, pois você não consegue resolver tudo de forma tranquila, saudável e eficiente. É preciso contar com pessoas especializadas para encarregá-las de funções correspondentes e conseguir ter um tempo para se dedicar ao que realmente precisa. A organização do tempo do microempresário deve passar por todas essas etapas para ter um aperfeiçoamento do seu negócio. Aprender a dividir as tarefas de acordo com sua necessidade e metas estabelecidas pode ser o diferencial para solucionar todos os pontos do decorrer do dia, e quando aprendemos a resolver os problemas em menos de 24 horas, as metas a longo prazo tendem a seguir o mesmo preceito. Agora que conhece os principais pontos para melhorar a organização do seu tempo, baixe nosso e-book sobre Como criar um Planejamento Anual! Temos certeza de que ele será muito

    Loja de produtos naturais aumentou suas vendas em 40% após a implementação do Myrp

    Com o aumento da demanda foi necessário a automatização de todo processo bem como mais agilidade ao caixa, maior controle fiscal além de um gerenciamento rápido e simples.  Há 10 anos atuando na cidade de Marechal Cândido Rondon, no Paraná, a Reuter Produtos Naturais resolveu expandir seus negócios, de uma pequena loja para um comércio que é referência na região. Com o aumento da demanda, a empresa chegou até o MYRP, um sistema de gestão empresarial desenvolvido para apoiar o crescimento de micro e pequenas empresas com segurança. “A nossa necessidade nos levou até o MYRP. Estávamos procurando um sistema que trouxesse mais agilidade e suprisse a demanda que estava crescendo, de forma a facilitar as atividades diárias e simplificar os nossos processos. Depois de implementar o MYRP conseguimos aumentar a nossa receita em 40%”, comenta o sócio André Reuter. Hoje, a Reuter, emite uma média de 2 mil notas fiscais por mês e gerencia mais de 20 produtos diferentes diariamente. “Nós utilizávamos uma ferramenta que tinha dificuldade em fazer cálculos, por isso, acabávamos fazendo o controle de compras e notas manualmente. Esse processo levava certa de uma hora; com o MYRP levamos somente 10 minutos fazendo o lançamento da compra. As notas do fornecedor são automáticas. Sem o MYRP não teríamos crescido”, afirma o empresário. Cuidado com a saúde No mercado há mais de 10 anos, a Reuter oferece aos clientes diversos produtos naturais, suplementos, óleos essenciais, aromatizantes e chás. Na loja existe também o setor de suplementação e medicamentos naturais ou fitoterápicos criados pelo farmacêutico Valter Reuter, o dono e fundador do comércio. O Desafio e a escolha do MYRP Com o objetivo de promover uma vida mais saudável, a Reuter Produtos Naturais procura garantir o cuidado e o bem-estar das pessoas por meio de alimentos mais orgânicos e nutricionalmente mais ricos, que começaram a integrar o cardápio de muitas pessoas. Essa mudança de comportamento das pessoas se deu pela diminuição da crença de que estes são alimentos exclusivos para atletas ou praticantes de algum esporte. Prova disso é o estudo realizado pela agência Euromonitor International, em 2017, que indicou que nos últimos cinco anos o segmento de alimentos e bebidas saudáveis tem crescido 12,3% ao ano. Esse aumento foi sentido pela Reuter que resolveu expandir os negócios e aumentar a oferta de produtos aos seus clientes. Neste momento os sócios perceberam que o sistema utilizado não estava correspondendo as suas expectativas, pois era muito lento, tinha deficiências na hora de realizar a gestão e os cálculos tributários. Pesquisaram muito e descobriram o MYRP. “Com o aumento do número de clientes surgiu a necessidade de realizar as vendas de forma mais rápida e o antigo sistema nos fazia ter um atendimento muito demorado. Agora com o MYRP eu tenho uma visão mais ampla no negócio e consigo controlar a quantidade de produtos vendidos, qual o produto mais vendido e qual o preço mais atrativo das promoções”, explica Reuter. Para André Reuter, o MYRP se tornou essencial para o seu negócio, pois agilizou e simplificou os processos, ajudou a reduzir o tempo para realizar o inventário e o controle do estoque. “Agora eu possuo mais informações detalhadas sobre as vendas e elas são atualizadas em tempo real. Isso me deu mais tempo para focar em outros assuntos da loja. Agora toda essa mudança de gerenciamento nos tornou mais profissionais nos auxiliou muito no aumento das receitas que foi de 40%, mesmo na maior dificuldade financeira do país”, comenta. “Agora que conseguimos nos estruturar, estamos pensando no crescimento e evolução do nosso negócio. Nos próximos anos, por exemplo, queremos colocar mais um PDV rodando no caixa para dar mais fluxo nas vendas e também entrar no mercado online com a criação do nosso e-commerce e assim expandir para outras regiões”, comemora.

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