Fique de olho: aprenda a identificar investidores mal-intencionados

    Você, empreendedor, tem uma grande ideia, mas faltam recursos para viabilizar o seu negócio. Aparece um investidor oferecendo a verba, com algumas condições, e como você precisa muito dos recursos, aceita, e vira um empregado de luxo de um investidor “picareta”. Para que isso não aconteça, é importante pensar bem antes de fechar negócio com qualquer um. Procure empreendedores que já foram parceiros do investidor e converse sobre a experiência deles. É sempre importante buscar referências sobre o seu futuro sócio. Além disso, fique atento aos sinais quando for negociar: Pedir um percentual da empresa muito elevado: é importante que o investidor saiba dosar os termos do acordo. Investidores bem-intencionados não querem diminuir a motivação do empreendedor ou limitar possibilidades de evolução da empresa pedindo um percentual alto demais. Insiste em ser o investidor, mas você sente que você não deve continuar com a parceria: acredite, a intuição é importante nesse momento. Tenha em mente que essa pessoa vai fazer parte do seu cotidiano e influenciará os rumos da sua empresa. É importante ter empatia e confiança na hora de decidir. Não quer assinar contratos: exija, sempre, mesmo que o seu investidor seja um amigo ou parente próximo, um compromisso formal através de um contrato. Todos os detalhes da parceria deverão estar no documento assinado pelas duas partes. E lembre-se: nunca assine nada sem antes discutir, com a ajuda do seu advogado, em detalhes o que está sendo colocado no papel. Pediu dinheiro para você: estranho, mas acontece. Se um investidor pede algum tipo de pagamento para cobrir algum custo de avaliação, fuja dele ou ele poderá pegar o seu dinheiro e sumir. Só tem a oferecer dinheiro e nada mais: é importante que o seu novo parceiro tenha uma bagagem e traga novos contatos. Quanto aos investidores que acabaram de sair da faculdade e não têm nenhuma experiência, desconfie, afinal teoria e prática são bem diferentes. Lembre-se que não é pela idade, sim pela experiência. Jovens empreendedores também têm muito a oferecer. Às vezes a melhor saída é economizar um pouco e ser o seu investidor. Se isso for impossível, tenha muita cautela ao escolher o seu parceiro. Esteja certo de que quer essa pessoa ao seu lado como sócio e que ele pode oferecer mais que apenas os recursos. Se faça uma pergunta: Você gostaria de ter essa pessoa ao seu lado, mesmo sem o dinheiro?

    Para um empreendimento de sucesso, o equilíbrio é a chave.

    Para ser um empreendedor é necessário mais que apenas uma ideia. É preciso ter paixão pelo seu negócio, ambição, controle e vontade de sentir-se realizado. Mas o principal mesmo, é a paixão. Se o empreendedor parar e pensar logicamente no seu empreendimento, sem o sentimento, e numerar os possíveis problemas que ele poderá enfrentar ao longo da sua trajetória, ele desiste. Assim é o perfil empreendedor, que traz características emocionais que são importantes para que a ideia saia do papel. Mas, para o crescimento saudável do negócio, o empresário precisa ser mais racional. Ele precisa equilibrar sua personalidade assimilando um perfil gestor. Só assim ele deixa de se preocupar apenas com oportunidades futuras e foca, também, nas questões do agora, que vão levar o empreendimento ao sucesso. É esse espírito de gestor que vai fazer o empresário definir as principais competências da companhia, descobrir quem são seus principais concorrentes, seu público-alvo, a estrutura que vai precisar, os canais de venda, etc. Depois de definir a estrutura do empreendimento e montar o seu plano de negócios, o empresário poderá focar na expansão da sua empresa, garantindo que ela aconteça de forma organizada. Essas analises não são fáceis para quem possui apenas o espírito empreendedor, mas, para os que possuem o perfil gestor, elas são simples e fazem a diferença no crescimento de qualquer empresa. Ou seja, segredo para o crescimento contínuo do seu negócio é o desenvolvimento do seu espírito gestor. Aprenda e evolua com a ajuda de livros, cursos ou analisando casos de sucesso no segmento em que a sua empresa atua. Pesquisas assim poderão te ajudar a estruturar de forma racional e organizada o processo de crescimento da sua empresa. Além disso, você pode avaliar os passos dados por outras empresas e melhorar o que já existe, ou procurar algum profissional para te ajudar com consultorias e dicas. Com isso você economiza tempo e dinheiro. Não esqueça de cultivar seu espirito de gestor e não focar apenas no seu lado empreendedor. O equilíbrio entre estes dois perfis é a chave para o seu sucesso e o da sua empresa.

    Como delegar funções? Veja os 3 erros mais comuns

    Você criou a sua empresa e ela começou a crescer: essa é a hora em que o empreendedor deve aprender a dividir as funções entre a equipe que está se formando. E é nessa hora que muitos empresários erram e impedem o desenvolvimento do próprio negócio. Afinal, é a sua empresa, que você fundou sozinho. É difícil confiar as atividades do dia a dia aos seus colaboradores e você se sente obrigado a centralizar todas as tarefas. Mas mesmo que você saiba executar todas as funções da sua empresa com perfeição, é preciso entender que trabalhar em equipe é essencial para o bom desenvolvimento do seu negócio. Quando as funções se acumulam e você precisa designá-las entre seus novos colaboradores, sua primeira tarefa é distinguir o que pode ser delegado e para quem delegar. Por isso é importante, antes de tudo, definir a estrutura da empresa e os profissionais que você deverá contratar. Além disso, é preciso ficar atento para não cometer os principais erros que empreendedores praticam ao delegar funções: Contratações equivocadas No processo de contratação, as tarefas e responsabilidades do novo funcionário já deverão estar bem definidas. E é nesse ponto que surge um erro grave: delegar para alguém que não está pronto. Seu colaborador deve ser um profissional preparado para a missão que receberá. Informações pela metade A falta de clareza na comunicação aumenta a chance de algo sair errado ao delegar alguma tarefa. Muitos empresários não definem claramente o objetivo da função ou delega em partes, sem explicá-la por completo. Quase sempre, isso acontece porque o empresário quer participar de tudo, delegando as tarefas pela metade e se responsabilizando pelo restante. Essa vontade de participar de tudo acaba se tornando um problema: abala a confiança do seu funcionário e ocupa o seu tempo com funções que podem ser exercidas por outro profissional. Falsa delegação Quando um empresário delega, exigindo sua aprovação ou supervisão direta, ele está se enganando. Isso é a falsa delegação, e não dá autonomia ou qualquer responsabilidade para seus funcionários. Além disso, consome seu tempo com verificações, aprovações ou direcionamentos e você não consegue se preocupar com assuntos mais importantes, como o desempenho dos seus colaboradores.

    Como usar as mídias sociais nos meus negócios?

    O marketing digital tem se tornado cada vez mais um dos principais meios para alcançar o consumidor final, seja para a venda de produtos ou serviços. As mídias sociais desempenham um papel fundamental nessa busca pelo público alvo, pois fomentam a interação entre empresa e cliente. Através de campanhas específicas, é possível muito mais do que simples propagandas, conseguimos chegar nas necessidades reais de nossos prospects. Antes de mais nada é preciso definir os objetivos e a abordagem utilizada. Você pode apenas divulgar seu negócio, apresentar novidades, anunciar produtos já existentes, oferecer serviços com diferenciais ou apenas como uma maneira mais rápida de atender as necessidades do seu cliente. À medida que você traça seu objetivo, você alcança suas metas e faz seu público crescer, trazendo mais retorno e gerando mais confiança, além de novos clientes. Muitas vezes você acaba despertando o interesse de um novo público inesperado, fora dos seus planos iniciais. É importante acompanhar a frequência de pessoas interagindo e convergindo para suas mídias sociais, sejam novos ou recorrentes. No final, você pode fazer um levantamento da conversão e realizar um ótimo trabalho de pós venda com os principais clientes. Uma das principais ferramentas para métricas na internet é o Google Analytics. No site oficial você pode ter mais informações e dicas para utilizar esta poderosa ferramenta.

    Como diferenciar meu negócio da concorrência?

    Está cada vez mais difícil criar diferenciais competitivos perante a concorrência. A evolução dos negócios na era da globalização tem se tornado uma tarefa árdua para os pequenos empresários, pois cada vez mais é importante a atualização e modernização dos processos e adaptação às novas tendências de mercado. Supondo que você seja dono de uma sorveteria, em um bairro onde as pessoas são de classe social alta, e distante de qualquer outra sorveteria. Já sabemos quem é o público e conhecemos a praça, logo, temos uma ideia de quanto cobrar pelo sorvete. O que precisamos pensar é: quanto tempo demorará para alguém abrir uma sorveteria no mesmo bairro? E se isso acontecer, qual será sua saída para ganhar clientes e não perdê-los para a outra sorveteria? Por conhecer seu público, você pode iniciar as vendas com preços mais altos, devido ao poder aquisitivo do consumidor local. Porém, você não pode descartar a hipótese de surgir um concorrente agindo com preços mais baixos, fazendo suas vendas decaírem. Nesses casos, o melhor a fazer é procurar maneiras diferentes de atrair seu público, sem baixar o preço dos seus produtos. Pensar em novas saídas, como um novo posicionamento de mercado, atendendo vontades específicas dos clientes, oferecendo conforto, programas de fidelidade, entre outros recursos. No caso do nosso exemplo, o dono da sorveteria poderia criar novos sabores de sorvete, trabalhar seu ambiente de maneira diferenciada, com mais conforto, criar sorvetes personalizados e promoções específicas durante os dias da semana. E você, tem alguma ideia para criar diferenciais competitivos para pequenos negócios?

    Obrigatoriedade de emissão de MDF-e começa a partir de 1o de outubro para empresas do Simples Nacional

    Se a sua empresa faz operações de transporte com mais de uma Nota Fiscal eletrônica (NF-e) é importante ficar de olho na nova obrigatoriedade do Manifesto Eletrônico de Documento Fiscal (MDF-e), que começa em 1º de outubro. A partir desta data, estarão obrigadas a emitir o MDF-e as empresas enquadradas no Simples Nacional que prestam serviços de transporte com carga fracionada e transportadores de carga com mais de uma NF-e. É importante que transportadoras ou empresas que transportam suas próprias mercadorias conversem com suas contabilidades para tirar dúvidas e busquem um sistema que atenda esta necessidade. O sistema de gestão myrp possui um módulo específico para facilitar a emissão do MDF-e pelas empresas. Através de um acesso simples à Internet e algumas informações sobre a carga é possível atender a legislação sem grandes dificuldades e com baixo custo.

    Nova obrigatoriedade de NF-e no RJ em 1º de outubro torna importante o uso dos sistemas de gestão para as empresas do Simples Nacional

    A utilização de ferramentas adequadas de emissão e gestão da Nota Fiscal eletrônica traz benefícios aos empresários e evita penalidades com o Fisco. A partir de 1º de outubro, começa a obrigatoriedade de uso da Nota Fiscal eletrônica (NF-e), no Estado do Rio de Janeiro, para as empresas classificadas no regime tributário Simples Nacional, com registro de receita bruta anual superior a R$ 120 mil, no ano-base 2013. De acordo com estatísticas do Portal de Serviços Simples Nacional da Receita Federal, até agosto, o Estado do Rio de Janeiro já registrava um total de 833.239 empresas enquadradas no Simples Nacional. Também entram na obrigatoriedade da NF-e, em 1º de outubro, os contribuintes dos demais regimes de apuração, distintos do regime de confronto entre débitos e créditos, independentemente da receita bruta anual registrada em 2013. “Por isso é importante entrar com contato com seu contador para verificar se sua empresa tem a necessidade de emitir a NF-e a partir desta data”, alerta a Consultora de Negócios, Karine Gresser, da empresa de TI Inventti, especializada na gestão de Documentos Fiscais eletrônicos. De acordo com a consultora, a obrigatoriedade da NF-e no Rio de Janeiro desperta a necessidade de contratação de sistemas de gestão adequados e eficientes, que possam emitir a Nota Fiscal eletrônica com facilidade, rapidez e segurança. “O mypr é um sistema de gestão online que tem essas características e pode ser fundamental para o sucesso dos negócios e para a correta adequação à legislação fiscal”, destaca Gresser. O myrp permite a emissão e gestão das NF-es, somado ainda a outras funcionalidades como: controle de entrada de mercadorias e de pedidos de vendas, Estoque, Financeiro e SPED.  O sistema é de fácil utilização, diretamente na Internet, sem necessidade de instalação de softwares.

    Série Grandes Empreendedores: Samuel Klein

    Samuel Klein (Zaklików, 15 de novembro de 1923) é um empresário judeo-polonês fundador da conhecida rede de lojas de departamento brasileira Casas Bahia. Biografia Começou a trabalhar com o tio como marceneiro até a invasão dos nazistas, quando foi levado para Maidanek com o pai. Maidanek era o terceiro maior campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Klein foi com o pai para Maidanek, enquanto a mãe e os irmãos foram para Treblinka. Foi levado junto com outros prisioneiros para Auschwitz em 1944, após a libertação da Polônia. Caminharam 50 quilômetros a pé até o rio Vístula (maior rio da Polônia). Fugiu dos soldados numa tentativa ousada no dia 22 de Julho. Suas palavras: “Fui me escondendo e entrando no trigal cada vez mais. Não sei para onde estava indo, mas tinha a certeza de me afastar do grupo.” Passou a noite na plantação. Ao acordar, encontrou-se com poloneses cristãos também fugidos, que o acolheram e ajudaram a fugir. Samuel chegou a voltar para sua antiga casa, que estava totalmente arrasada. Trabalhou numa pequena fazenda nas proximidades em troca de comida. Com o fim da guerra, encontrou-se com a irmã Sezia e o irmão Salomon (que vivem hoje em Nova Iorque). Depois da guerra, os irmãos Klein foram para a Alemanhaadministrada pelos norte-americanos. Conseguiram reencontrar vivo o pai. Viveram em Munique de 1946 até 1951. Nesta grande cidade alemã, Samuel conheceu Chana, com quem se casou. Sentiram que era hora de deixar a Europa e reconstruir a vida em outro lugar. O pai foi para Israel, junto com a outra irmã Esther. Samuel queria emigrar para os Estados Unidos, mas não conseguiu. A cota de emigração estava cheia. Decidiu ir para a América do Sul, onde tinha alguns amigos. Conseguiu visto para a desconhecida Bolívia e lá chegou com a esposa e o filho. Em 1952 a Bolívia vivia uma situação social muito complicada, com disputas políticas violentas e uma revolução em curso. Klein recordou-se de uma tia que vivia no Rio de Janeiro. Com a mulher e o filho embarcou no primeiro avião de La Paz para a então capital brasileira. Em menos de dois meses conseguiu autorização para viver no Brasil. Estabeleceu-se em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo com a família. Foi quando começou a trabalhar como comerciante. Tornou-se mascate, vendendo roupas de cama, mesa e banho de porta em porta, com uma charrete. Em cinco anos de dedicado trabalho, conseguiu capital para comprar uma loja chamada Casa Bahia. Era a sua homenagem a seus fregueses, na maioria retirantes baianos vindo tentar a sorte na região. Hoje são mais de 560 lojas e o maior depósito de distribuição da América Latina. As Casas Bahia tornaram-se uma das maiores redes de varejo do País.

    Inventti faz parceria com Fecontesc para comercialização do myrp

    As contabilidades associadas à Fecontesc – Federação dos Contabilistas de Santa Catarina – poderão contar com o sistema de gestão myrp para facilitar o trabalho de gestão de documentos fiscais eletrônicos de seus clientes. Para isso, a federação fechou uma parceria com a empresa desenvolvedora do myrp, a Inventti, sediada em Blumenau. A parceria foi formalizada na reunião da Fecontesc, realizada no final de agosto, em Tubarão. Durante o evento a Consultora de Negócios da Inventti, Karine Gresser, comentou as funcionalidades do myrp e as dificuldades que os contadores enfrentam na gestão de seus clientes. Gresser afirma que o acesso às informações atualizadas dos clientes, para emissão de guias de impostos e declarações, como SPED é uma das principais dificuldades enfrentadas pelos contadores. Além disso, a guarda dos documentos fiscais eletrônicos pelo período legal, que atualmente é responsabilidade do emissor, acaba sobrando para a contabilidade, que costuma ter as informações mais organizadas. A consultora explica que com o uso do myrp o contador pode ter acesso às informações atualizadas dos clientes através da Internet, de onde estiver e a qualquer momento. Para permitir esse acesso de forma segura, o myrp conta com uma permissão de acesso especial para o contador, que pode ser solicitada por qualquer cliente myrp, sem custos. A guarda das informações fiscais também fica mais segura, já que o sistema faz o armazenamento automático para o cliente, liberando o contador de mais essa responsabilidade. Saiba mais sobre o myrp em: www.myrp.com.br Sobre a Inventti: A Inventti é uma empresa de TI catarinense, pioneira em sistemas para gestão de Documentos Fiscais eletrônicos. Hoje também atua no segmento de Gestão Empresarial Web. A empresa, com cerca de oito mil clientes, teve um crescimento de 30% em 2013 e projeta para 2014 um incremento de 20% nos negócios.  

    Como escolher fornecedores para minha empresa?

    O sucesso de todo negócio envolve muitos aspectos importantes que começam na escolha do segmento e ramo de atuação e chegam até a entrega do produto final e tratamento do cliente após a venda. No meio desse percurso, após definir o produto a ser feito, se encontra um elemento fundamental para a fabricação do mesmo: O Fornecedor. Os fornecedores nada mais são do que outras empresas, ou mesmo pessoas físicas, que literalmente fornecem para sua empresa a matéria-prima, equipamentos, maquinários, produtos, mercadorias e serviços que são necessários para que ela funcione e possa fabricar seu produto final. Uma empresa só existe sem fornecedores caso ela seja totalmente suficiente e capaz de concluir todas as etapas do processo de produção sem necessidades externas, algo que exige bastante competência e muitos recursos. Por isso a importância do fornecedor ideal para o seu negócio. Como escolher os fornecedores? Quando você vai à busca de fornecedores está pagando por alguns dos itens listados mais acima que são essenciais para fabricação do seu produto, e, neste momento, nem sempre pagar o menor preço é a melhor opção, porém, é algo que também precisa de atenção. Aspectos relevantes na escolha de um fornecedor: • Variedade de produtos/serviços • Prazo de entrega • Qualidade dos produtos/serviços • Garantia oferecida • Confiança e bom relacionamento • Experiência no ramo • Preço Ainda existem outros fatores importantes no momento de decidir quem será o fornecedor e também existe a necessidade de avaliar se para a sua empresa o ideal é possuir exclusividade com apenas um fornecedor ou se vários fornecedores atenderão melhor sua demanda. Em qualquer uma das duas opções o ideal é que você sempre tenha cadastrado mais de um fornecedor para estar seguro caso aconteça alguma eventualidade que possa afetar sua produção.

    Série Grandes Empreendedores: Richard Branson

    Hoje no blog #vamoscrescerjuntos iniciamos a série Grandes Empreendedores. Para este primeiro post, selecionamos um dos homens mais ricos e influentes do mundo: Richard Branson. Acompanhe a história dele e inspire-se! Sir Richard Branson, Kt (Blackheath, 18 de julho de 1950) é um empresário britânico, nascido na Inglaterra, o fundador do grupo Virgin. Seus investimentos vão da música à aviação, vestuário, biocombustíveis e até viagens aeroespaciais. Richard Branson é o 245º homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes, e a sua fortuna, em 2008, foi avaliada em 4,2 bilhões de dólares. Biografia Branson é disléxico e desistiu da escola aos 16 anos. Seus pais educaram-no para ser independente e ter auto-confiança. Aos 16, ele criou a revista Student,juntamente com um seu amigo, Jonny. Ele teve muita dificuldade em lançar a primeira edição, pois não conseguia vender as páginas para publicidade. Já tentou quebrar diversos recordes, inclusive dar a volta ao mundo num balão, mas falhou duas vezes. Em 1999, Richard Branson tornou-se Sir, ao ser tornado Cavaleiro pela Rainha da Inglaterra. No ano de 2009, Richard Branson firmou contrato com Ross Brawn, dono da equipe de Fórmula 1 Brawn GP, tornando-se seu principal patrocinador. Na temporada 2010 do Mundial, Branson lançou sua própria escuderia, a Virgin Racing, que continua ativa na temporada de 2011 e conta com os pilotos Timo Glock e Jérôme d’Ambrosio. Até agora sem nenhuma vitória. Richard Branson participou da Série Friends, representando um vendedor ambulante de Londres, no penúltimo capítulo da quarta temporada. Atualmente Branson também dedica-se a procurar meios para diminuir o aquecimento global. Fonte: Wikipedia

    Os desafios do pai empreendedor: 15 dicas por Sahil Parikh

    Sahil Parikh, é fundador das startups de tecnologia DeskAway, Synageda e Brightpod, que desenvolvem softwares e produtos web. “Eu tenho uma filha de três anos e uma startup, são duas coisas que exigem tempo durante o meu dia, e é justo que eu reserve um tempo para ela. Passa um tempo com a minha família é tão importante para mim quanto a empresa”, disse em artigo publicado site da TNW. Confira abaixo suas dicas para equilibrar a vida entre a família e seus negócios: 1. Planeje o dia seguinte à noite Quando minha já filha está dormindo, levo 10 minutos para planejar o meu dia seguinte. Uma prática que também me ajuda é planejar as atividades das semana aos domingos à noite. 2. Acorde cedo Eu tento acordar uma hora antes de minha filha acordar. Isso para já planejar o dia, ler e-mails e fazer uma lista de prioridades. 3. Faça exercícios junto com seu filho Costumo levar minha filha para nadar duas vezes por semana, aí já aproveito para fazer um treino rápido, de 30 minutos de natação, enquanto ela está na piscina. Isso é ótimo porque ela se anima por eu também estar na piscina com ela. O exercício é uma ótima maneira de quebrar a monotonia do trabalho diário e me sentir revigorado. Minha produtividade aumenta após um treino. 4. Dieta de notícias Limito-me a ler poucas notícias gerais ou do mundo. Foco mais em assuntos de tecnologia. Pense nisso, não consumir tantas notícias pode ajudar, principalmente quando estamos de férias. 5. Adie leituras não importantes Eu costumava ler diariamente. Agora, faço isso principalmente nos fins de semana, quando estou um pouco mais relaxado e minha lista de leitura não aparece como uma lista de tarefas. Percebi que nem tudo é tão interessante quanto parece. Você pode salvar o que acha importante para ler depois. 6. Use o botão off para notificações de e-mail Um estudo revelou que nós checamos e-mails uma vez a cada 20 minutos, e mais da metade dos profissionais verificam sua caixa de entrada mais de 11 vezes por dia. Em suma, gastamos muito tempo com isso. Tento reunir minha atividade de e-mail em lotes, ler e enviar o que eu preciso e depois voltar ao trabalho. Se alguma coisa é urgente, eu sei que vou receber um telefonema. 7. Elabore e-mails mais curtos Escrevo e-mails com algumas frases, na medida certa. De acordo com Guy Kawasaki, ‘menos de cinco frases muitas vezes pode ser algo rude, e mais te cinco é desperdício de tempo’. 8. Use ferramentas de notificações VIP Você pode usar algumas ferramentas que permitam controlar de quem você quer ser notificado quando receber um e-mail, as pessoas mais importantes. 9. Use o telefone sempre que possível Muitas vezes, usar o telefone pode ser mais rápido para resolver um problema do que enviar um e-mail e ficar esperando alguém responder. 10. Limite uso de redes sociais Se você não trabalhar com mídia social, não vejo motivo para gastar mais de 10 ou 15 minutos por dia com Twitter e Facebook. Tento usar essas ferramentes na hora do almoço, quando minha filha está jantando ou depois que já fui para a cama. 11. Use softwares de gestão Usar softwares que apresentem um relatório e uma análise do que está acontecendo com o negócio é uma boa ideia. Isso pode poupar uma tonelada de tempo e evita que você tenha que fazer isso manualmente. 12. Tarefas diárias viáveis Eu tenho praticado uma nova técnica de gestão de tempo chamado de ‘mínimas tarefas diárias viáveis’. Escolho a quantidade mínima de trabalho que precisa ser feito no dia. Se eu conseguir alguma coisa a mais é um bônus. Seja realista com suas metas. Não tente morder mais do que você pode mastigar. 13. Faça pausas regulares Dois dias da semana trabalho em casa, trabalho em períodos curtos e bem focado e separo um tempo para brincar com milha filha. A cada 50 minutos de trabalho, tiro 15 minutos para me distanciar do trabalho. 14. Valorize uma boa noite de sono A maioria das histórias empreendedoras conta com muitas horas de trabalho, de pessoas que viram a noite trabalhando. Esse não é o meu caso, pois acredito que uma boa noite de sono é fundamental para a saúde. Trabalho inteligente é melhor do que trabalhar duro. 15. Saia de cena de vez em quando Tirar um período de férias a cada três ou quatro meses pode ajudar. A vida é curta. Trabalhe de forma inteligente e busque um tempo para aproveitar a família e refletir sobre o trabalho quando você não estiver trabalhando. Você volta desses pequenos períodos de férias rejuvenescido e pronto para enfrentar o mundo.

    Mesmo pagando mais impostos em 2014 as pequenas e médias empresas continuam resistindo à crise

    Enquanto o pagamento do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) baseado na estimativa mensal de lucro das grandes empresas, na maioria do setor financeiro, caiu pouco mais de 14% no primeiro semestre de 2014, o pagamento desse mesmo imposto por pequenas e médias empresas, que fazem a declaração através de lucro presumido, teve crescimento de 6,38% além da inflação para o mesmo período. Para as pequenas e médias empresas a arrecadação passou de R$22,32 bilhões no primeiro semestre de 2013 para R$23,74 bilhões para igual período em 2014. Já para as grandes empresas esses número, descontado IPCA, foram de R$55,49 bilhões nos primeiros seis meses de 2013 passando para R$47,56 bilhões no primeiro semestre de 2014. Isso deixa claro que o pequeno crescimento em critérios de arrecadação federal para os primeiros seis meses do ano, que ficou somente em 0,28% acima da inflação, não é culpa de todos os setores da economia do país. Com os dados é notório que a redução na arrecadação dos impostos ficou reduzida por conta das grandes empresas, em sua grande maioria do setor financeiro. O desempenho considerável das pequenas e médias empresas está atrelado à chamada manutenção do consumo que, mesmo com a freada da economia, continua crescendo. Foram 1,71% de crescimento na comparação do primeiro semestre de 2013 com os primeiros seis meses de 2014, de acordo com o IBGE.

    O que é substituição tributária?

    Substituição tributária é um mecanismo de arrecadação de tributos utilizado pelos governos federais e estaduais. Ele atribui ao contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pelo seu cliente. A substituição será recolhida pelo contribuinte e posteriormente repassada ao governo. Esse procedimento é notadamente utilizado na cobrança do ICMS (sendo conhecido como ICMS/ST), embora também esteja previsto na regulamentação do IPI. A incidência da substituição tributária é definida a depender do produto. A substituição tributária é utilizada para facilitar a fiscalização dos tributos “plurifásicos”, ou seja, os tributos que incidem várias vezes no decorrer da cadeia de circulação de uma determinada mercadoria ou serviço. Pelo sistema de substituição tributária, o tributo plurifásico passa a ser recolhido de uma só vez, como se o tributo fosse monofásico. Espécies Há várias espécies de substituição tributária: a substituição para frente, a substituição para trás (ou diferimento), e a substituição propriamente dita. Na primeira hipótese (substituição para frente), o tributo relativo a fatos geradores que deverão ocorrer posteriormente é arrecadado de maneira antecipada, sobre uma base de cálculo presumida. Assim, à guia de exemplo, o estabelecimento industrial que vende certo produto, recolhe o tributo devido por ele mesmo, e também o tributo que seria devido pelo distribuidor e pelo varejista. Para proceder ao cálculo, o Estado deve divulgar uma base de cálculo presumida, segundo critérios definidos em lei. Essa base de cálculo deve observar a realidade de cada mercado, para fins de determinar o preço final praticado em cada operação. Na substituição para trás, ou diferimento, o que ocorre é justamente o contrário. Apenas a última pessoa que participa da cadeia de circulação da mercadoria é que paga o tributo, de maneira integral, inclusive relativamente às operações anteriormente praticadas e/ou seus resultados. Já na substitução pura e simples, o contribuinte em determinada operação ou prestação é substituído por outro que participa do mesmo negócio jurídico. Este é o caso, por exemplo, do industrial que paga o tributo devido pelo prestador que lhe provém o serviço de transporte. Os valores recolhidos a título de substituição tributária são considerados definitivos, a não ser que o fato gerador presumido não se realize, hipótese em que o contribuinte poderá pedir restituição do tributo.

    Investimentos para novos projetos e empresas

    Atualmente no Brasil, há um crescimento como nunca antes visto de novos empreendimentos, as pessoas estão cada vez mais interessadas em trabalharem por conta própria e não apenas depender do salário no fim do mês. Elas querem muito mais, querem empreender! Sentem que possuem a capacidade para produzir de acordo com os seus talentos, porém muitos desses empreendedores terminam parados no meio do caminho e a maioria por causa da falta de capital para investirem em seus negócios. Esse é o momento divisor de águas na carreira de um empreendedor, pois é a ocasião perfeita para fazer a separação entre aqueles que realmente são dedicados e empenhados em realizar o seus objetivos e aqueles que não são. Um verdadeiro empreendedor é aquele que sabe superar todas as dificuldades de um negócio, ele não desiste diante dos problemas, muito pelo contrário, os problemas se tornam uma motivação a mais para continuar, pois ele tem foco e objetivo consistente e não apenas uma ilusão. Mas aos que já passaram pela fase inicial e pela fase das adversidades, continuando com os olhos fixos no alvo, como podem conseguir atrair a atenção dos investidores? É preciso ter em mente que os investidores têm plena consciência dos riscos de investirem numa Startup, porém eles não jogam dinheiro na lata do lixo, eles investem em empresas que realmente tenham a possiblidade de um crescimento relativamente rápido e consistente, ou seja, empreendedores que sejam organizados e com um conhecimento profundo da área em que pretendem atuar. O empreendedor precisa convencer o investidor baseado em dados reais de custos e a possibilidade de expansão da comercialização do produto ou serviço em questão. Fazer uma planilha de apresentação bem organizada com todos os dados relacionados à empresa é imprescindível para mostrar o grau de organização e conhecimento do setor de atuação almejado pelo empreendedor. É preciso sonhar, mas não podemos nos esquecer de que vivemos num mundo real. O empreendedor precisa ter a consciência de que passará dias e até noites inteiras trabalhando na resolução de problemas, por isso é importantíssimo ser apaixonado pela área em que pretende atuar. Ter uma boa ideia é o começo, mas é primordial colocá-la em prática e somente após um nível aceitável de consistência do negócio, buscar por um investidor. Atualmente, o Brasil está repleto de oportunidades com o surgimento das redes de investidores, que faz o papel importante de conectar os empreendedores aos investidores, tornando possível a alavancagem dos negócios. Porém, o empreendedor precisa saber que ao convencer um desses investidores a investir nos seus sonhos, terá que se empenhar para mostrar os resultados reais que serão cobrados. Nesse momento, é fundamental o equilíbrio emocional para trabalhar sob pressão, ou seja, cobranças de crescimento rápido do empreendimento. Lembrando, que o verdadeiro empreendedor é o que transforma as dificuldades em oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal.

    Como lidar com sócios

    No mundo dos pequenos e microempreendedores é muito comum haver sociedade entre duas ou mais pessoas para que o negócio se fortaleça e acabe se consolidando no mercado. Geralmente a sociedade é constituída entre o criador da ideia/empresa e um investidor, mas também é muito comum estabelecer-se entre colegas de trabalho, amigos ou até mesmo parentes. No momento de fazer uma sociedade é de suma importância que todos estejam alinhados ao que a empresa necessita no geral. Se os sócios não compreenderem as metas e objetivos definidos isso pode gerar uma grande dor de cabeça para ambas as partes fazendo com que o negócio sofra com as consequências. É possível evitar conflitos entre os sócios e garantir o sucesso da empresa seguindo algumas dicas: Comunicação entre os sócios A comunicação sobre as expectativas e ideias entre os sócios é um dos itens mais importantes, senão o mais importante de todos. É algo crucial para que todos estejam alinhados sobre aonde à empresa quer chegar e o que será necessário fazer para isso. Todos precisam entender e conversar sobre as metas que devem ser atingidas, assim como desenvolverem em conjunto os planos de curto e longo prazo. Se todos estiverem alinhados será mais fácil tomar decisões importantes em conjunto, onde todos devem estar em comum acordo. Vale lembrar que tudo que for definido em reuniões deve ser transformado em documentos formais como um contrato para que seja comprovado o que foi definido. Definição de tarefas e metas individuais para cada sócio Mais do que sócios, cada um deve possuir uma função específica dentro da empresa e deve desempenhar tal função a ponto de que se possam medir os seus resultados. Um dos sócios pode ficar responsável pela área operacional enquanto o outro pode assumir a área comercial, por exemplo, e a partir daí definir metas a serem alcançadas por cada um. Regras de convivência entre os sócios Além dos problemas do próprio negócio para resolver é muito comum surgir problemas de convivência entre os sócios. Para evitar desgastes com coisas banais, mas que no decorrer do dia a dia podem causar vários conflitos, é importante que existam regras de convivência no ambiente de trabalho. Regras simples como sempre chegar no horário das reuniões ou não ocupar o espaço de trabalho com coisas que não fazem parte do negócio são essenciais para o sucesso da sociedade. Em empresas familiares é muito importante que os problemas de casa fiquem em casa. Nada de compartilhá-los durante o horário de trabalho, e vice-versa!

    Plano de Cargos e Salários

    Com a globalização dos mercados, a competitividade cada vez mais acirrada e a busca permanente pela excelência dos produtos e serviços, torna-se prioritário para as empresas se voltarem essencialmente para seus negócios de resultados. É necessário e de fundamental importância para as empresas que qualquer medida de aprimoramento, desenvolvimento ou racionalização seja bem planejada e executada, visando a economia de esforços e que os mesmos sejam direcionados à objetivos comuns. Portando, hoje você irá compreender como montar um plano de cargos e salários na sua empresa. Primeiro, identificamos o que é este conjunto. Basicamente, são as normas que rege a estrutura de gestão de pessoas de uma empresa, determinando a posição de cada profissional dentro do quadro de funcionários. É um esquema tático onde é definido a posição de cada profissional e o que cada um pode dar de melhor à empresa. Os gestores definem o plano de cargos e salários de maneira que os funcionários trabalhem em suas melhores posições para fortalecer toda a equipe. Este plano deve proporcionar aos colaboradores desenvolvimento profissional, deve harmonizar o desempenho de cada colaborador, definir jornadas de trabalhos, entre outras. Para montar um plano de cargos e salários simplificado para sua empresa, primeiramente você deve se organizar com os gestores da empresa para atribuir as funções e responsabilidade de cada colaborador na empresa. Nesta etapa, se você tiver um organograma da empresa poderá economizar muito tempo. A tarefa de ir atrás de sindicatos de profissionais e pesquisas de mercado ajuda a definir a estrutura correta de salário inicial para cada cargo da empresa. Para os planos de cargo, um job description é uma boa saída – onde cada colaborador saberá qual será seu trabalho dentro da empresa e como poderá crescer dentro dela. Avaliar como cada colaborador desempenha sua função dentro da empresa, quais são suas melhores atividades, seus pontos fortes e pontos fracos também é essencial.

    5 livros importantes para empreendedores

    Ser um empreendedor e ter a responsabilidade de gerir uma empresa não é tarefa fácil. Para isso, é preciso muita preparação e capacitação para que  a gestão seja bem feita e tudo na empresa corra da melhor forma possível. Se você está abrindo sua empresa agora, ou já possui e está em busca de capacitação na área de gestão, apresentamos uma lista com cinco livros importantes para empreendedores. 1. First, Break All the Rules (1999), de Marcus Buckingham e Curt Coffman Este livro encoraja os gestores a abandonar as técnicas para formar lideranças que pretendem ser úteis para todas as pessoas. Os consultores da Gallup Buckingham e Coffman fizeram mais de 80 mil entrevistas e descobriram que os melhores gestores são aqueles que escolhem as pessoas certas para o trabalho certo. Entre outras lições da obra estão o tratamento humano aos funcionários e a orientação para ressaltar os pontos fortes dos profissionais ao invés de suas fraquezas. 2. The Goal (1984), de Eliyahu Goldratt O livro de Eliyahu Goldratt’s é atípico entre as obras de administração por pelo menos duas razões. Primeiro, Goldratt não era um titã da indústria, não lecionava em uma escola de negócios, nem atuava como consultor, mas sim como médico. Em segundo lugar, “A Meta” é um livro de ficção centrado no gestor Alex Rogo, que tem três meses para transformar uma planta industrial que não gera lucro em uma operação eficiente. Rogo usa os métodos socráticos para ajudar a melhorar seu casamento e depois para revolucionar a fábrica. 3. Good to Great: Why Some Companies Make the Leap … and Others Don’t (2001), de Jim Collin Este livro sugere ao leitor descobrir o que é necessário para transformar o bom em ótimo e como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, de uma coisa: os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa. 4. The Human Side of Enterprise (1960), de Douglas McGregor Este livro aplica o pensamento e McGregor ao mundo empresarial de hoje, provando, mais uma vez, que o aspecto humano do trabalho é fundamental para a eficácia organizacional. O autor em Foco sugere ainda como mudar a forma de pensar e implementar as idéias de McGregor na própria empresa e no ambiente de trabalho. 5. On Becoming a Leader (1989), de Warren Bennis O guia do guru de liderança Warren Bennis  serve mais como um livro de auto-ajuda do que um tutorial de negócios para aperfeiçoar seu líder interior. Benni chama a escassez de líderes eficazes uma “doençasocial”, caracterizado pelo pensamento míope e uma falta de auto-consciência.  A solução? Aperfeiçoar sua “voz interior”, cultivando uma paixão por aquilo que você faz, e construção de confiança entre os seguidores.

    Dicas importantes para sua loja virtual

    Muitos empreendedoras ainda não compreendem as diferenças das lojas físicas para as lojas virtuais. Por isso, acabam sempre se confundindo na hroa de administrá-las. As leis para comercio eletrônico são recentes, mas já existem para auxiliar tanto os consumidores como os lojistras. Uma das leis que tem chamado a atenção da população é a lei 7.962/2013, que traz regras sobe a contratação no comércio eletrônico. Todas as informações constantes da lei são importantes, e devem ser analisadas com atenção pelo lojista. Apesar das leis relacionadas a uma loja virtual serem praticamente as mesas de uma loja física, devendo o lojista se atentar à lei acima indicada, existem alguns cuidados que o lojista deve estar atento. Para começar, é necessário um planejamento cuidadoso do negócio. Ainda que os investimentos sejam menores do que para a implantação de uma operação física, existem investimentos. É necessário constituir uma empresa, que tenha objeto compatível com a atividade que será exercida. Também é preciso obter um CNPJ e a obtenção do registro da empresa na municipalidade para pedir o alvará municipal de funcionamento, o do bombeiro e o sanitário, se for o caso. Registre um domínio. Recomenda-se a pesquisa do nome do domínio para verificar se existe pedido de registro de marca igual perante o INPI. Indica-se também a utilização de política de segurança, para proteger a loja virtual de eventual ameaça de segunda da informação. Contrate formas de pagamento seguro, para que tanto o cliente como a loja virtual fiquem protegidos contra eventuais fraudes. PagSeguro e PayPal são as mais conhecidas no meio. Por fim, faça uma pesquisa de mercado e da plataforma que será utilizada, bem como dos preços dos concorrentes.

    Trabalhando o marketing da sua empresa

    Nenhuma empresa, loja, escritório ou qualquer outro ramo de empreendimento, sobrevive sem um detalhe muito importante: clientes. E  eles são conseguidos através do Marketing. Alguns novos empreendedores, acreditam que apenas preço baixo é o suficiente, mas mal sabem eles que esta é uma ferramenta de marketing, também conhecida como ‘promoção’. O marketing é importantíssimo em uma empresa e sem ele não há vendas. Para os empresários que estão querendo investir mais um pouco em seu empreendimento neste setor, sugerimos algumas dicas abaixo. A boa notícia é o marketing pode ser aplicado a qualquer empresa com pequenas modificações. O ideal é sempre ler com atenção qualquer informação e investir em livros e leituras de sites especializados para saber as novidades do setor. Blog é algo simples e que pode dar o start no seu planejamento. Todo mundo ama blogs e os clientes assíduos adoram saber de novidades por meio deles. Uma boa dica é mesmo tendo um site da empresa, ter um blog com bastidores, anunciando novidades e promoções, em um estilo mais informal como uma conversa com os clientes e parceiros para estreitar relações. Não é preciso investir em ferramentas caras, podendo ser um blog gratuito. Se o fizer, não se esqueça de assinar seu email com o endereço virtual do blog. Já viu em sites e lojas online textos de usuários falando como foi a compra? Essa é uma forma de marketing também. Se você serve bem aos seus clientes, entrega os pedidos na data e tem boa qualidade de atendimento, por que não mostrar a outros clientes como você é bom? Uma dica é criar um espaço em seu site apenas para isso ou pode também divulgar em seu blog empresarial. Ambas as formas são bem bacanas e em breve darão um resultado de marketing positivo, atraindo novos clientes para o seu negócio. Quem pensa que ficar online é perda de tempo é porque ainda não sabe o poder da ferramenta web: ela é um canal tanto para elogiar como para falar mal. Por isso, dedique ao menos meia hora do seu dia lendo fóruns de notícias online para saber o quanto e como estão falando de sua empresa e saiba exatamente onde estão seus erros. Saiba usar a web para o bem do seu negócio. Ouça as críticas e tente corrigir os erros e não trate os comentários apenas como ‘inveja’ ou ‘difamação’. Se os problemas relatados realmente existirem, encontre o setor responsável e tente corrigi-los. Todo mundo curte uma boa promoção e por isso, esta é considerada a ferramenta de marketing mais útil do mundo. Eventualmente, diminua a margem de lucro de alguns produtos e serviços e faça uma promoção para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Uma promoção age como marketing direto para o público que sempre se sente recompensado por ser agraciado com preços baixos. Brindes também são uma boa pedida, sejam eles em produtos ou serviços ao estilo “pague um e leve outro de graça.”

    Compreendendo o MEI – Microempreendedor Individual

    Como falamos no post anterior, transformar seu talento em negócio pode parecer complicado. Quando nosso hobby começa a crescer, pensamos em expandir e levar nossa paixão a sério. Para isso, existe uma alternativa ótima que supre a necessidade de ter seu negócio próprio: o MEI – Microempreendedor Individual. As vantagens deste programa do governo é que você formaliza sua empresa com um pouco menos de burocracia. A vantagem é que o empreendedor tem seus direitos previdenciários e benefícios garantidos. Para se tornar um Empreendedor Individual, você precisa: O faturamento total anual da atividade que é desempenhada por você deve ser de, no máximo, R$ 60.000 (ou R$ 5.000 por mês) no ano-calendário, entre janeiro e dezembro. Quem trabalha em lugar fixo deverá ter a autorização da Prefeitura com relação ao tipo de atividade e ao local onde irá trabalhar. Você não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. E, também, não pode ter filiais. Você poderá contar com um empregado, que receba um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. E o valor? O interessante é que ao se tornar um Microempreendedor Individual você fica isento da maioria dos tributos cobrados. Não é necessário pagar uma taxa de abertura. A única taxa que você terá que se preocupar é um mensal de 5% do salário mínimo vigente. Nisso, inclui-se: contribuição previdenciária ao INSS, ICMS para o Estado, se a atividade for comércio ou indústria, ou R$5 de ISS caso seja prestação de serviço.  A forma de pagamento é por um carnê, emitido no Portal do Empreendedor. Benefícios: Cobertura da Previdência Social para o Empreendedor e sua família; Segurança para desenvolver seu pequeno negócio de forma legal; Dispensa de formalidade escrituração fiscal e contábil; Com o CNPJ, pode emitir notas e vender para outras empresas e para o governo; Pode comprovar renda legal e financiar compras com acesso facilitado aos serviços bancários. Como faço para formalizar meu pequeno negócio? Antes de fazer o registro da formalização, consulte a prefeitura para saber se é possível desenvolver sua atividade no local (bairro, casa ou rua) que você deseja e se ela está de acordo com a legislação, especialmente a sanitária, que cuida da saúde pública, e a de uso e ocupação do solo, que protege e ordena o crescimento das cidades. Após isso, entre no site do Portal do Empreendedor e realize seu cadastro online.

    É possível transformar hobby em negócio?

    As histórias mais comuns nos dias de hoje são de pessoas que optaram por trabalhar com algo que gosta muito, unindo o prazer com o trabalho. Mas você sabe como fazer a transação de um hobby para um negócio próprio? Na nossa cultura, de forma errônea, o trabalho é colocado como algo que produz sofrimento e luta. Portanto, se você faz algo com prazer, não deve ser renumerado, pois o trabalho não pode ser uma atividade prazerosa. É óbvio que este é um pensamento retrógrado. Podemos ser renumerados por fazer aquilo que temos prazer, inclusive essa é uma das principais regras para empreender: o segredo do sucesso está na paixão que colocamos no nosso negócio. É muito comum que o empreendedor comece de forma informal e possua uma outra atividade profissional. Para isso, você deve fazer um planejamento a médio e longo prazo visando equilibrar suas finanças para que um dia você consiga transformar o hobby em renda principal. Também defina objetivos claros para daqui a três, cinco e dez anos. Trace estratégias para divulgação de seus produtos. Loja virtual, redes sociais, e-mail, feiras, entre outros. Se o seu empreendimento demanda que você trabalhe de casa, é preciso muita disciplina para não desfocar do negócio no dia a dia. E, o mais importante: mantenha-se atualizado no mercado, fazendo cursos de capacitação na área escolhida.

    Desafios de uma startup

    Muito se fala de startups nos últimos tempos. A possibilidade de suprir uma necessidade com um negócio próprio, muitas vezes online, e tornar-se empreendedor fez com que muitas pessoas criassem empresas muito interessantes. Porém, este tipo de empresa também tem seus desafios. A maioria das dificuldades enfrentadas pelos negócios digitais no Brasil tem um fundo comum: a novidade deste ciclo econômico em um cenário onde as reformas estruturais, tão necessárias, ainda não foram feitas. A falta de reformas políticas, fiscais e previdenciárias e o baixo nível de investimento afeta a competitividade de todos os setores, mas é especialmente nefasto com o de alta tecnologia pela fragilidade e novidade do ecossistema. O Brasil é carente de mão de obra qualificada no geral, e não existe um ciclo prévio de empreendedores que tenham tido sucesso ou não e que possam ser reengajados com mais chances em uma nova startup. Montar uma empresa no Brasil, pagar seus impostos e lidar com a justiça (trabalhista ou não) é um esforço hercúleo. A estratégia de impostos é muito focada em faturamento e não lucro, e foi montada em um cenário de sonegação muito maior do que existe hoje. Associada ao bootstrap, uma forma ainda comum de financiamento é a dívida, seja pessoal ou corporativa. A junção de demora, burocracia e spread no Brasil faz com que a mortalidade causada por essa forma de financiamento seja desnecessariamente alta.

    Criando um planejamento estratégico

    Nas grandes empresas, é quase obrigatório apresentar aos clientes e fornecedores um planejamento estratégico, com informações sobre a missão, os valores, a estratégia e a visão. Em pequenos e médios negócios, esse planejamento também pode ajudar a definir o que pode ser feito para melhorar a empresa. Criamos este post para ajudar quem ainda tem dúvidas em como montá-lo. Para as empresas muito iniciantes, falar de missão ou valores pode ser mais difícil e o empreendedor fica com o óbvio. A dica é fazer algo que as pessoas consigam entender e colocar em prática. Comece escrevendo quais tarefas serão necessárias para colocar em prática as ações que vão te fazer atingir a meta principal. Outra técnica divide o negócio em nove partes: parceiros, atividades, recursos, proposta de valor, relacionamento com o consumidor, canais, clientes, custos e receitas. Faça isso levando em conta a situação da sua empresa hoje, daqui 3 e 5 anos. Assim, você consegue visualizar um pouco como o negócio está evoluindo. O momento ideal para elaborar o planejamento é quando a empresa passa a fase startup e o empresário está disposto a ter uma gestão cada vez mais profissional. É impotante desenvolver um plano de negócios de acordo com o que sua empresa projeta para os próximos anos, escrito de acordo com o seu objeitvo.

    Utilizando Instagram para sua empresa

    Atualmente, o Instagram se encontra numa lista das redes mais populares entre jovens e adultos. Até então, a única atividade feita na rede era postar fotos e curtir as dos amigos. Porém, alguns empresários utilizam a ferramenta para vender seus produtos. O Instagram, que foi comprado pelo Facebook em 2012, conta atualmente com mais de 200 milhões de usuários no Brasil e tem se tornado eficaz em ações de marketing digital. Com abordagem diferenciada de outras redes como Facebook e Twitter, exige ainda mais criatividade de empresas e pode ser bastante útil na consolidação do conceito de uma marca. Como visto em uma entrevista para o site Pequenas e Médias Empresas, do Estadão, a arquiteta Raquel Arazaki adotou a rede social para vender as jóias que produzia. Raquel afirma que as vendas atuais são o dobro do que vende em seu site. Se você pensa em utilizar a rede social para alavancar a divulgação da sua marca, confira abaixo algumas dicas que podem ajudar essa tarefa: 1. Crie hashtags de compartilhamento: O uso de hashtags no Instagram auxilia na segmentação do conteúdo e facilita as buscas dos usuários. Estimule seu público a postar imagens relativas à sua marca com hashtags específicas. Desta maneira é possível identificar quem usa seu produto e serviço, o que pensa sobre ele e também publicar as melhores fotos de seus consumidores em seu próprio perfil. Este tipo de ação permite a criação de campanhas e promoções para melhores imagens, por exemplo, além de demonstrar maior aproximação com o público. 2. Exiba seu backstage: Uma boa maneira de afirmar o compromisso de seu negócio é mostrar sua linha de produção. Se sua marca estiver vinculada a um serviço, aproveite para divulgar suas vantagens, a utilização por consumidores, pontos físicos disponíveis. Caso sua empresa desenvolva algum tipo de produto, aproveite o Instagram para postar fotos de cada etapa da montagem, os funcionários responsáveis, a chegada às prateleiras. 3. Integre seu perfil a outras redes sociais: É importante que seu perfil no Instagram esteja vinculado a outras redes sociais. Sempre que você postar uma imagem, essa será compartilhada em seu Facebook ou Twitter, por exemplo. Desta maneira, além de manter seus perfis atualizados, você estimula que seu público acompanhe, também, esse outro canal de comunicação de sua empresa. 4. Propague seu estilo de vida:  Muito além de produtos e serviços, sua empresa deve vender um conceito. Quem sua marca quer atingir? Que sensações ela é capaz de proporcionar? Por que alguém deve escolhê-la? Motive seus usuários através de imagens estimulantes, diferentes, interessantes e que, principalmente, definam o que sua marca quer demonstrar.

    Como evitar erros de marketing na sua empresa

    É de conhecimento de todos que marketing é bom senso! Esse é um dos principais equívocos encontrados na gestão de marketing das empresas. A pergunta que não quer calar é: c omo é possível aplicar esse conceito tão amplo ao marketing? Aqueles que realmente o conhecem sabem que, assim como outros campos do conhecimento, o marketing tem recursos específicos que tornam possível ao empresário, por exemplo, avaliar sua atividade no mercado identificando seu grau de competitividade. Selecionamos alguns assuntos específicos em que você precisa redobrar sua atenção para não cometer equívocos no marketing do seu negócio. 1. Tenha objetivos claros Só assim você poderá planejar as ações necessárias, dimensionando o tamanho do público que pretende atingir com elas, e definindo as ações de acordo com os prazos em que ocorrerão. E isso significa o quê, exatamente? Bom, se você definiu atingir um determinado valor em faturamento precisa estimar para quantas pessoas deve vender e qual a verba para investir nos aspectos críticos, por exemplo, comunicação, distribuição, entre outros, que possibilitem alcançar o objetivo de marketing definido. 2. Estabeleça métricas É preciso ter métricas para que você possa avaliar os resultados obtidos com as ações realizadas, adequadas aos prazos de cada uma. Se você, na sua loja física, lançar uma promoção específica por duas semanas, precisa estimar aproximadamente quantas pessoas, em média, circulam em sua loja por dia. Desse número você sabe quantas pessoas realmente compram, diariamente? Qual o valor do ticket médio diário? Dependendo de cada ação implementada você deve estabelecer uma maneira para poder estimar o retorno que irá obter com ela. Jamais realize ações sem mensurar os resultados obtidos. É como se você investisse em um fundo sem monitorar o retorno que você pode obter, sem qualquer acompanhamento. Você faria isso? Tenho certeza que não. 3. Jamais lance um produto sem pesquisar Para essa pesquisa de mercado é preciso que você conheça muito bem o consumidor final. Qual seu perfil: idade, gênero, classe econômica, instrução, estilo de vida e hábitos de compra. Procure pesquisar com profundidade a opinião que seu público tem do seu produto e se o compraria sem pestanejar. Lance seu produto no mercado e procure, de tempos em tempos, monitorar como seu público avalia o desempenho geral desse produto para que você tenha a oportunidade de se renovar, evitando entrar na rota do declínio.   Fonte

    Utilizando LinkedIn para sua empresa

    Muita gente não sabe, mas o LinkedIn é muito mais do que uma rede social para registrar suas experiências profissionais. Hoje, essa rede já possui mais de 200 milhões de usuários registrados, onde 3 milhões são negócios que possuem uma página de empresa. É importante que você administre a imagem da sua empresa por lá, já que ela pode ser vista por muitas pessoas. A primeira dica importante é ter uma boa imagem de capa. Ela é a primeira coisa que seus visitantes/seguidores vêem quando acessam sua página, então, providencie uma que seja adequada à sua identidade visual e ao conceito que deseja transmitir na rede. Na Página de Empresa do LinkedIn é possível criar abas adicionais para seus produtos/serviços e, nelas, você pode solicitar recomendações de seus clientes – que podem aumentar sua credibilidade. Vá além de seus produtos e serviços, use ao máximo a capacidade multimídia que o LinkedIn oferece e compartilhe também seus conteúdos como Vídeos, PDFs, eBooks, Whitepapers, Webinars e qualquer outro material que seja relevante e, sobretudo, tenha qualidade. Além de gerar tráfego qualificado para seu endereço, você vai poder acompanhar a aceitação do conteúdo por meio de métricas como impressões, curtidas, compartilhamentos e comentários. Essas mesmas métricas vão ajudar você a entender o que funciona melhor com seus seguidores e onde é possível melhorar.  

    Gerenciando crises na sua empresa

    Um dos principais problemas na área financeira de um pequeno empreendimento é consequência de uma estratégia ruim do produto ou serviço. A rotina de um pequeno empresário é repleta de imprevistos. Problemas com a equipe de funcionários, queda no faturamento, entrada de um concorrente grande no mercado são alguns exemplos. Abaixo, você confere dicas que ajudam no gerenciamento das crises da sua empresa: 1) Planilhas  Problemas nas áreas de finanças e vendas são comuns quando o empresário não tem dados que possam auxiliá-lo nas tomadas de decisão. Algumas planilhas são essenciais para quem deseja diminuir a exposição da empresa a riscos. 2) Pontos fortes Normalmente, quando um concorrente é comprado por uma grande empresa ou um outro player começa a atuar no seu mercado muita coisa pode mudar. Para os empreendedore, é preciso fazer mudanças, mas sem tentar copiar o novo concorrente. 3) Não centralize as tarefas Em uma pequena empresa todo funcionário é importante. Mas a saída de um profissional não pode fazer com que o empresário fique desesperado. É importante que todos os funcionários saibam mais de uma coisa, para que uma pessoa só não tenha todas as responsabilidades. 4) Não tenha apenas um fornecedor Imprevistos com fornecedores podem fazer com que o empreendedor não consiga atender os seus consumidores. Além de uma queda nas vendas, a imagem da empresa pode acabar arranhada se o produto ou serviço é de nicho, pois o estoque pode ficar zerado, por exemplo.

    Habilidades que o mercado exige e a faculdade não ensina

    Ao sair da universidade, muitos profissionais identificam lacunas de aprendizados no recém-formado. Muitos conhecimentos exigidos pelo mercado, como comunicar-se bem, motivar e montar uma equipe, não são ensinados nas salas de aula. Muitas vezes, as notas altas não garantem que a pessoa seja um excelente profissional. Abaixo, você confere uma lista de habilidades que não são aprendidas na universidade, mas que são muito importantes para ser inserido dentro do mercado de trabalho: 1. Ser multicultural (na prática). Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas. No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa. E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência. 2. Trabalhar em equipe Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes. 3. Fazer networking Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais. 4. Ser interdisciplinar Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar. 5. Falar em público Na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes. 6. Como escolher a carreira A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional. O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. 7. Liderar e gerir pessoas Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. 8. Contratar “Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez. “A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho delas em vez de pessoas com características complementares a dela”, afirma. 9. Negociar Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. 10. Ler ambientes No mundo corporativo é preciso ser autentico, mas também é essencial se adequar. Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. Fonte

    Como melhorar seu fluxo de caixa

    Já falamos aqui uma breve explicação sobre o fluxo de caixa. Basicamente, ele é a parte da empresa que administra e compreende as movimentações financeiras. Se você ainda tem dúvida nessa parte, separamos algumas dicas que ajudam a melhorar o fluxo de caixa da sua empresa. Fature prontamenteVocê fica tão ocupado em tocar a empresa e cumprir prazos que não consegue encontrar tempo para faturar os clientes regularmente? Acredite, você não é o único. Se você ainda não implantou um sistema, comece (ou atribua um funcionário para começar) a faturar projetos regularmente. Ao aceitar projetos longos, negocie antecipadamente pagamentos regulares em vez de deixar o montante devido se acumular até a conclusão do contrato. Incentive os clienteAlgumas pequenas empresas podem reduzir significativamente o tempo de espera do pagamento oferecendo desconto para pagamento antecipado. Há fornecedores que oferecem descontos de 1% ou 2% para pagamento em 10 dias. Organize seu estoqueMuitas vezes, reduzir o estoque pode ser muito simples. Muios restaurantes diminuem o tamanho de suas adegas, concentrando-se na qualidade dos vinhos de algumas poucas regiões em vez de tentar agradar todos os comensais com vários tipos da bebida. Se o cliente ainda tiver boas opções na carta de vinhos, talvez nem perceba que há menos variedades que antes.

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