Finanças empresariais – 7 sinais que você precisa de ajuda no controle financeiro empresarial

    Você ainda anota suas contas em velhos cadernos ou mistura as despesas particulares com as da empresa? Então, é hora de mudar! E nós vamos ajudar você a descobrir se ainda comete esses erros tão comuns e precisa de apoio na administração das finanças do seu negócio.

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    Confira 7 sinais de alerta!

    1 – Usar papel para controle das informações

    Em tempos de tanta conectividade e tecnologia pode parecer estranho ainda anotar ou guardar informações da empresa em papel, mas acredite, tem gente que continua fazendo isso! E esse é um sinal claro que é preciso mudar de hábito.
    E aí vale tanto para casos extremos daqueles que ainda controlam um fluxo de caixa em um velho caderno, quanto para aqueles que já estão informatizados, mas costumam armazenar toda a documentação em papel.
    Aqui a solução é realmente partir para a organização das informações em um software de gestão, onde seja possível integrar todos os dados financeiros e assim garantir um maior controle geral.
    Além disso, as informações financeiras armazenadas em um sistema proporcionam mais segurança e também mais agilidade na busca de qualquer dado que seja necessário em uma eventual operação do dia a dia.

    2 – Misturar as despesas pessoais com as da empresa

    Muitos pequenos e médios empreendedores ainda caem no erro de misturar as despesas pessoais com as contas da empresa. Quem embaralha as duas contas nunca consegue de fato ter uma visão clara de quais são os gastos e qual realmente é o lucro da empresa. 
    Sem esses números exatos de lucratividade, fica difícil até partir para um plano de expansão e buscar um crédito. Pois se o empresário não sabe quanto consegue gerar exatamente de caixa, não pode ter certeza que vai ter dinheiro suficiente para conseguir pagar os juros de um empréstimo.
     
    Também não é uma boa solução usar recursos pessoais para fazer um aporte financeiro no negócio. O melhor é separar completamente as contas pessoais e da empresa e só reinvestir no empreendimento aquilo que for gerado de lucro pela própria empresa ou então buscar créditos empresariais específicos.
     
    Assim, tanto a família quanto o negócio podem ter uma noção exata de sua saúde financeira!
     

    3- Focar só na inovação de produtos e serviços

     
    Seu grande foco é dedicar boa parte do tempo para a criação de novos produtos e serviços? OK, isso é superimportante! Mas um negócio completo envolve também atenção para o lado financeiro da empresa.
     
    Se você acredita que não vai dar conta do recado sozinho, é importante ter em seu quadro de colaboradores um profissional específico para essa área de finanças.
     
    Caso a estrutura do negócio não permita ter alguém só para isso, então uma boa solução pode ser buscar o apoio de algum consultor financeiro para o acompanhamento do negócio. O que não dá mesmo é só ser criativo!
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    4 – Preocupar-se somente com grandes gastos

     
    É comum que as pequenas e médias empresas se preocupem com os grandes gastos como os impostos, salários dos colaboradores e aluguel, por exemplo. E com isso acabam deixando um pouco de lado o controle das pequenas despesas. E é aí que o dinheiro pode começar a escorrer pelo ralo!
     
    Por isso, é importante ficar de olho também nas pequenas economias que seja possível fazer nos gastos de água, energia elétrica e mesmo telefonia.
     
    Muitas vezes a empresa tem um plano antigo com a operadora telefônica e nem se preocupa em verificar se o que foi negociado lá atrás ainda atende a atual realidade da empresa.
     
    Pode ser interessante conferir com a empresa de telefonia se existem novos planos que ofereçam condições mais adequadas ao perfil de uso da empresa e até mesmo preços menores. Uma pequena mudança que pode trazer economia ao longo de um ano inteiro.
     

    5 – Não se preocupar com a ampliação do conhecimento 

    Tudo bem que você não entende muito de finanças, mas um erro bastante comum é não ter a menor noção do assunto e mesmo assim não ir atrás de novos cursos e mais conhecimento sobre o tema.
     
    Buscar mais informações, seja em algum curso, ou mesmo com uma assessoria financeira, é sempre importante para o desenvolvimento do negócio. 
    Desta maneira, o empresário consegue ficar atualizado em relação as novas ferramentas que estão sendo lançadas no mercado e também sobre os conceitos mais inovadores que estão surgindo para gerenciar as finanças da empresa. 

    6 – Não ficar de olho na sazonalidade 

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    Prestar atenção na sazonalidade do mercado é essencial para todos os negócios. E aqui não estamos falando apenas de produtos e serviços que dependam de estações do ano e do frio e do calor! Existem outros fatores sazonais que podem impactar no empreendimento, como por exemplo, um grande evento que ocorrerá na cidade.
     
    Ao colocar no calendário do ano esses possíveis eventos que podem impactar nas finanças é possível fazer um fluxo de caixa previsto para os meses seguintes, com a projeção do que vai ter que pagar e do que deve receber.
     
    Com isso, o pequeno empresário pode ver que valores vão sobrar e planejar onde pode investir, ou até mesmo ver antecipadamente em que época pode faltar dinheiro e assim se precaver.
     

    7 – O contador ainda não é seu melhor amigo 

    Você ainda não tem um relacionamento estreito com seu contador? Pois então é hora de aumentar esse relacionamento e ter um contato mais constante com esse profissional. O contador pode ser fundamental para as pequenas e médias empresas, pois pode orientar o empresário sobre a melhor forma de tributação para pagamento do imposto devido e, em alguns casos, até gerar economia para o negócio. 
    Ele vai direcionar todas as possibilidades de regime de tributação, que podem inclusive mudar dependendo da situação financeira da empresa.
    Em um momento de lucros mais altos, por exemplo, a empresa pode estar dentro de um determinado regime de tributação, mas em um período de lucros menores, talvez seja hora de mudar para outra modalidade de tributação. E o contador vai ser a melhor pessoa para ajudar a fazer essa escolha!
     
    Possui alguma dúvida ou sugestão? Deixe nos comentários abaixo que teremos prazer em responder.
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