Myrp lança Operação Black Friday para clientes Enterprise

A Black Friday se tornou o período mais intenso do varejo brasileiro, e também o mais desafiador. Com milhões de consumidores buscando ofertas, altos picos de transações e uma corrida constante por eficiência, é nesse momento que as operações precisam estar mais preparadas do que nunca. Para atender redes franqueadoras e operações de grande porte, o Myrp lança oficialmente sua Operação Black Friday, uma estrutura desenhada para sustentar o alto volume de vendas dos clientes Enterprise, tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. Infraestrutura preparada para os maiores picos do varejo O Myrp se antecipou à alta demanda e reforçou sua operação para garantir estabilidade, velocidade e continuidade durante todo o período promocional. Da emissão fiscal ao funcionamento do PDV, tudo foi pensado para que nenhuma venda seja perdida: ✅ Estoque totalmente integrado entre canais Loja física e e-commerce funcionam como uma única operação, evitando conflitos de estoque e garantindo fluidez no processo de venda. ✅ Expansão imediata de pontos de venda PDVs ilimitados podem ser criados de forma totalmente online, permitindo que as redes reforcem o atendimento no exato momento em que a demanda aumenta. ✅ Mix atualizado em todas as unidades Milhões de SKUs são sincronizados rapidamente, garantindo que produtos, preços e informações estejam sempre alinhados em toda a rede. ✅ Suporte 24 horas com atendimento humano Em um período crítico como a Black Friday, o tempo de resposta faz diferença. Por isso, o Myrp mantém um time especializado disponível para apoiar a operação a qualquer momento. Pronto para a Black Friday… e para o Natal também A operação Black Friday do Myrp foi preparada não apenas para a Black Friday, mas para todas as datas de grande movimento do varejo, incluindo o Natal, que segue como o período de maior fluxo do ano. Ano após ano, as redes que utilizam o Myrp superam expectativas, reforçando que uma operação bem estruturada faz toda a diferença quando a demanda dispara. Assista agora ao vídeo da nossa campanha e veja como garantimos que sua operação não pare quando você mais precisa vender. https://youtu.be/WIsyGi0GFNg?si=s6Jkrl7bVgrnju-U Sobre o Myrp O Myrp é referência em gestão empresarial na nuvem e atende mais de 30 mil clientes com soluções para controle fiscal, de estoque, vendas e financeiro. Desde 2022, a empresa também oferece o Myrp Enterprise, um sistema de gestão de lojas e PDV voltado para grandes redes franqueadoras do varejo. Sua tecnologia se baseia em três pilares: cloud (100% online), mobile (acessível em qualquer dispositivo) e omnichannel (integração do varejo físico e digital). O sistema já está presente em grandes corporações dos setores de logística, hotelaria e moda. O Myrp faz parte do Grupo Inventti, uma das maiores empresas de mensageria fiscal do Brasil, que atende marcas como Riachuelo, Hugo Boss, Louis Vuitton, Prada, Swarovski, Sephora, BMW, JBS, Carrefour, Accor e Ambev. Sua operação de franquias com o Myrp Enterprise Pronto para levar sua operação de varejo para o próximo nível? O Myrp Enterprise oferece a tecnologia e a parceria que seu negócio precisa para crescer com agilidade e integração total. Entre em contato com nosso time e descubra como transformar sua operação também: 0800 800 7740 enterprise@myrp.com.br
Checklist da Reforma Tributária: Etapas para uma Preparação Eficiente

A Reforma Tributária trará uma transformação relevante no sistema fiscal brasileiro, exigindo atenção redobrada das empresas para evitar impactos negativos na operação. Diante disso, elaboramos um checklist com as principais medidas que podem ser adotadas em cada fase da adaptação. Com base nos prazos e nas áreas mais afetadas, esse roteiro permite uma organização clara e prática, facilitando o planejamento e a execução das mudanças exigidas pela nova legislação. Confira abaixo os pontos de atenção: Estruturação e Governança ✅ Formar um grupo de trabalho com representantes das áreas Fiscal, Financeira, Jurídica e de TI; ✅ Definir um responsável pela condução do projeto de adequação; ✅ Montar um cronograma com prazos, entregas e responsáveis; ✅ Analisar as diferenças entre o modelo atual e o futuro regime tributário. Capacitação e Atualização ✅ Mapear as equipes que precisam de treinamento técnico; ✅ Avaliar a contratação de consultores externos, caso necessário; ✅ Promover treinamentos internos sobre os aspectos principais da Reforma; ✅ Acompanhar portais oficiais e newsletters sobre atualizações legislativas. Análise de Impactos ✅ Identificar produtos e serviços que poderão sofrer alterações de alíquota; ✅ Registrar os incentivos fiscais atualmente utilizados e verificar sua continuidade; ✅ Avaliar contratos vigentes que possam ser afetados; ✅ Estimar o impacto inicial no fluxo de caixa com o modelo de pagamento fracionado (Split Payment). Tecnologia e Sistemas ✅ Verificar se o sistema de gestão (ERP) está preparado para as exigências da Reforma; ✅ Alinhar cronogramas de atualização com os fornecedores de tecnologia; ✅ Levantar os requisitos técnicos para ajustes nos módulos fiscais; ✅ Criar um ambiente de testes para validar as alterações antes da entrada em produção. Ajustes nos Processos ✅ Revisar os procedimentos de emissão de documentos fiscais; ✅ Atualizar políticas de precificação conforme a nova carga tributária; ✅ Adequar contratos comerciais com fornecedores e clientes; ✅ Ajustar processos de pagamento para atender ao Split Payment. Planejamento Financeiro ✅ Refazer projeções financeiras considerando os impactos da Reforma; ✅ Analisar a necessidade de reforço no capital de giro durante o período de transição; ✅ Explorar possibilidades de ganho fiscal com o novo modelo não cumulativo; ✅ Estudar a viabilidade de linhas de crédito específicas para essa fase de adaptação. Início da Implementação Técnica ✅ Iniciar as modificações nos sistemas para inclusão dos novos tributos; ✅ Atualizar o cadastro de itens com os códigos fiscais exigidos (CST e cClass); ✅ Configurar a apuração dos novos tributos dentro do ERP; ✅ Realizar testes com operações comuns da empresa para validar cenários. Etapa de Testes ✅ Simular cenários fiscais no ambiente de homologação; ✅ Testar a comunicação entre os sistemas internos e os parceiros externos; ✅ Validar a emissão de documentos com os novos layouts; ✅ Conferir se os créditos estão sendo apropriados corretamente. Documentação e Procedimentos ✅ Formalizar os novos procedimentos em documentos internos; ✅ Criar manuais e guias para os times operacionais; ✅ Desenvolver materiais de apoio e respostas para dúvidas de clientes e parceiros; ✅ Estabelecer indicadores para acompanhar a eficácia da transição. Treinamentos Operacionais ✅ Capacitar as áreas fiscais, contábeis e financeiras com foco nas novas regras; ✅ Preparar a equipe comercial para negociações com base nas novas alíquotas; ✅ Orientar o setor de compras quanto ao aproveitamento de créditos; ✅ Conduzir simulações práticas com todos os envolvidos no processo. Comunicação com o Mercado ✅ Enviar comunicados a fornecedores sobre os ajustes nos processos internos; ✅ Compartilhar informações relevantes com os clientes sobre mudanças nos documentos fiscais; ✅ Disponibilizar FAQs com respostas padronizadas sobre a Reforma; ✅ Criar canais diretos de atendimento para tirar dúvidas durante a fase de transição. Contingência e Monitoramento ✅ Estabelecer planos de contingência para eventuais falhas na implementação; ✅ Montar uma equipe de suporte dedicada aos primeiros dias da virada tributária; ✅ Desenvolver painéis de monitoramento para acompanhar o desempenho do novo modelo; ✅ Ter planos de ação rápida para corrigir inconsistências que surgirem. Pós-Implementação: Ajustes e Verificações Auditoria Inicial ✅ Realizar auditoria nos documentos fiscais emitidos já sob o novo regime; ✅ Verificar se os créditos tributários estão sendo corretamente aproveitados; ✅ Acompanhar o recolhimento via Split Payment; ✅ Validar os dados fiscais com base nas informações do Fisco. Ciclo de Melhoria Contínua ✅ Reunir feedback das equipes envolvidas na transição; ✅ Avaliar pontos de melhoria e readequar processos, se necessário; ✅ Atualizar estratégias fiscais com base na prática operacional; ✅ Ajustar rotinas conforme novas orientações legais e normativas. Dicas para Aplicar o Checklist com Eficiência 👉 Foque nas ações com maior impacto para sua operação;👉 Defina responsáveis claros para cada item do plano;👉 Estabeleça prazos realistas para execução das etapas;👉 Realize reuniões de acompanhamento com frequência;👉 Registre lições aprendidas para futuras atualizações. Este checklist deve ser adaptado de acordo com as particularidades de cada empresa — porte, segmento e nível de complexidade operacional. Com organização, visão estratégica e acompanhamento contínuo, a transição para o novo modelo tributário pode representar uma excelente oportunidade para modernizar processos e aumentar a eficiência fiscal. 🚀 Hora de se Preparar A Reforma Tributária já está em andamento e promete simplificar o sistema fiscal brasileiro, trazendo mais transparência para empresas e consumidores. Mas, para aproveitar os benefícios e evitar problemas, é fundamental se planejar desde já. Manter-se informado, capacitar sua equipe e adaptar os processos internos serão passos importantes para garantir uma transição segura e eficiente. Se ainda tiver dúvidas ou quiser entender melhor como a Reforma pode impactar seu negócio, entre em contato com a gente. Estamos prontos para ajudar! 📞 0800 800 7740📧 reforma.tributaria@myrp.com.br E para aprofundar ainda mais no tema, acesse também o nosso Guia Completo da Reforma Tributária. Clique aqui para falar conosco pelo WhatsApp Aviso Legal: As informações apresentadas baseiam-se em projeções e discussões atuais sobre a Reforma Tributária e foram elaboradas com consultoria de especialistas tributários. Entretanto, é importante ressaltar que a legislação está sujeita a alterações e que as empresas devem acompanhar atentamente novidades para garantir correto cumprimento das obrigações fiscais.
30 Dúvidas Frequentes sobre a Reforma Tributária: Entenda o que Muda para sua Empresa

A Reforma Tributária já está oficialmente em curso no Brasil e promete transformar de forma significativa o atual modelo de arrecadação de impostos. A proposta busca substituir um sistema conhecido por sua complexidade por uma estrutura mais direta, padronizada e eficiente. Com a substituição de tributos, a criação de novos impostos e mudanças nas regras fiscais, é natural que surjam dúvidas — especialmente entre empresas que precisarão se adaptar às novas exigências. Por isso, reunimos as 30 perguntas mais comuns sobre o tema, organizadas por áreas de impacto. Neste guia, você confere prazos, implicações operacionais, questões setoriais e muito mais. 🔵 Questões Gerais 1. Quando a Reforma Tributária começa a valer? A implementação será feita em fases. Em 2026, serão iniciadas as alíquotas teste da CBS (0,9%) e do IBS (0,1%). O modelo atual continuará em vigor durante um período de transição que vai até 2033, quando o novo sistema passará a ser o único utilizado. 2. Qual é a principal finalidade da Reforma Tributária? O grande objetivo é descomplicar o sistema tributário nacional. Isso será feito por meio da unificação de tributos, redução de obrigações acessórias, eliminação da cumulatividade e maior transparência na cobrança de impostos — o que tende a beneficiar a economia como um todo. 3. A carga tributária vai aumentar? A expectativa é de que a carga total seja mantida próxima aos níveis atuais. Porém, a redistribuição da carga entre setores pode gerar efeitos distintos: negócios com cadeias produtivas longas ou que investem mais em infraestrutura tendem a ser favorecidos. Já outros segmentos, como serviços, podem sentir variações, dependendo da estrutura de crédito. 4. Como será o impacto para pequenos e médios negócios? Para PMEs, o principal benefício é a redução da burocracia. Com regras mais claras e uniformes, será possível diminuir os custos com compliance tributário. Além disso, haverá um regime diferenciado previsto para as empresas de menor porte, ainda a ser regulamentado. 5. O Simples Nacional e o MEI continuarão existindo? Sim. Ambos os regimes serão mantidos, com adaptações para o novo modelo fiscal. Empresas do Simples poderão optar por adotar o IBS e a CBS, gerando créditos para seus clientes. A partir de 2027, será obrigatório informar o IBS e a CBS nos documentos fiscais. Em 2026, porém, ainda não está claro como as devoluções deverão ser tratadas. A recomendação mais provável é indicar os valores no campo “Informações Complementares”, já que os tributos ainda não farão parte do valor total da nota. 🔵 Novos Tributos e Alíquotas 6. Qual será o valor da alíquota total do IBS e da CBS? As alíquotas exatas serão definidas por legislação complementar. A União, os estados e os municípios terão autonomia para ajustar suas participações no IBS. No entanto, foi fixado um teto de 26,5% para a soma dos dois tributos. Caso esse limite seja ultrapassado, novas medidas de ajuste deverão ser propostas ao Congresso. 7. O que muda nas alíquotas diferenciadas? A Reforma tende a eliminar a maioria das alíquotas reduzidas existentes hoje. Em contrapartida, itens essenciais como medicamentos, alimentos da cesta básica e educação contarão com tratamento especial, podendo ter isenção ou alíquotas mais baixas. 8. Quais produtos estarão sujeitos ao Imposto Seletivo? O Imposto Seletivo será aplicado sobre mercadorias e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Entre eles: cigarros, bebidas alcoólicas, bebidas adoçadas, veículos com alta emissão de poluentes e itens da mineração. 9. Como será a tributação de serviços digitais estrangeiros? Serviços digitais oferecidos por empresas de fora do país serão tributados com base no destino — ou seja, onde ocorre o consumo. Isso iguala a carga tributária entre serviços nacionais e estrangeiros, promovendo mais equilíbrio competitivo. 🔵 Impactos Operacionais 10. O que muda com o Split Payment? Com o Split Payment, o valor referente aos tributos (IBS e CBS) será automaticamente separado no momento do pagamento da operação. Esse valor será transferido diretamente aos cofres públicos, enquanto o restante será repassado ao fornecedor. A previsão é que esse modelo comece a ser adotado a partir de 2027, exigindo adaptações nos sistemas financeiros e fiscais. 11. Como funcionará a apuração assistida? Nesse modelo, o Fisco passará a calcular automaticamente o imposto devido, com base nos documentos eletrônicos emitidos e recebidos. O contribuinte poderá revisar e corrigir a apuração antes do pagamento, reduzindo erros e retrabalho. 12. O que é necessário ajustar nos sistemas de NF-e? As empresas devem acompanhar as atualizações técnicas da SEFAZ e da Receita Federal, além de garantir que seus sistemas estejam prontos para os novos campos, códigos e estruturas exigidas. Um ambiente de testes deve ser criado para validações antes do go-live. 13. Quais são as mudanças nas notas fiscais eletrônicas? As NF-es passarão a contar com campos próprios para CBS e IBS, além dos novos códigos CST-cClass. Durante o período de transição, os tributos antigos ainda aparecerão, mas posteriormente serão eliminados dos documentos fiscais. 14. Como identificar o código CST-cClass correto? As empresas devem acompanhar as tabelas oficiais disponibilizadas no Portal da NF-e e classificar corretamente seus produtos e serviços. A consulta a especialistas tributários pode ser fundamental nesse momento. 🔵 Créditos Fiscais 15. O que muda no uso de créditos tributários? O novo modelo traz uma ampliação significativa do direito ao crédito. Aquisições de insumos, bens de uso e consumo e até mesmo despesas administrativas passam a gerar créditos de IBS e CBS, o que pode impactar diretamente a margem das empresas. 16. Como funcionará o crédito para empresas do Simples Nacional? Essas empresas continuarão com tratamento simplificado, mas poderão gerar créditos parciais para seus clientes. Os detalhes dessa regra ainda serão definidos por regulamentações específicas. 17. E no caso de exportações? As exportações seguirão isentas dos tributos. Os créditos acumulados nas operações anteriores continuarão sendo ressarcidos — e a promessa é de que esse processo seja mais simples e rápido que o atual. 18. Como será tratado o saldo credor de IBS e CBS? Empresas que fecharem o período com saldo a recuperar poderão
Tudo que sua Empresa Precisa Saber sobre a Reforma Tributária

A transformação do sistema tributário brasileiro representa o maior redesenho fiscal em décadas, introduzindo novos impostos e alterando profundamente as obrigações empresariais em todo o país. Reconhecido mundialmente pela sua alta complexidade, o modelo tributário nacional está em processo de reestruturação com foco em simplificação. Contudo, essa mudança demanda ação imediata dos gestores. Entender essas alterações e ajustar adequadamente infraestrutura tecnológica e procedimentos operacionais transformou-se em imperativo estratégico. Quais são as consequências? Organizações que agirem preventivamente conseguirão minimizar exposições fiscais, maximizar recuperações tributárias e racionalizar sua administração contábil. Em contrapartida, empresas desprevenidas enfrentarão não conformidades, penalizações e prejuízos econômicos. Este material oferece visão abrangente das transformações, seus reflexos corporativos e estratégias essenciais para transição bem-sucedida. 🔹Panorama Geral das Alterações A Reforma Tributária estabelece três novos impostos que substituem os atuais, tornando a cobrança mais direta e compreensível. A iniciativa visa diminuir a burocracia e uniformizar procedimentos, criando fundamentos mais consistentes para cálculos fiscais. Os tributos que entrarão em vigor: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) Unificará ICMS e ISS, consolidando a tributação sobre comercialização de produtos e prestação de atividades. Este formato promove cobrança mais transparente, facilitando recuperação de créditos e simplificando apurações fiscais empresariais. CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) Consolidará PIS e COFINS em tributo único. Consequentemente, a recuperação de créditos tributários ganhará eficiência, reduzindo procedimentos burocráticos e padronizando recolhimentos. IS (Imposto Seletivo) Denominado popularmente como “tributo sobre produtos nocivos”, incidirá sobre itens prejudiciais à saúde pública e ecossistema. Seu propósito é reduzir o consumo desses produtos e fomentar práticas sustentáveis. Substituirá parcialmente o IPI, mantido exclusivamente para manufaturas da Zona Franca de Manaus, preservando incentivos regionais. Adicionalmente, a Reforma Tributária cria o Comitê Gestor do IBS, com função crucial na regulação, supervisão e assistência empresarial. Esta entidade, colaborando com a Receita Federal, monitorará a implementação e oferecerá suporte na apuração assistida, proporcionando maior segurança e previsibilidade tributária. Esta representa a mais significativa simplificação tributária da história nacional, reduzindo substancialmente obrigações acessórias e estabelecendo ambiente mais claro para decisões corporativas. 🔹Aplicabilidade do IBS e CBS A Reforma redefine critérios de incidência desses tributos, estabelecendo estrutura mais precisa para determinar operações tributáveis. Transações Onerosas Genericamente, IBS e CBS incidem sobre transações onerosas – aquelas envolvendo contraprestação financeira. Definição: Qualquer fornecimento mediante pagamento ou outra forma de compensação. Ilustração: Comercialização de equipamento industrial entre corporações configura transação onerosa, sujeita aos novos tributos. Transações Não Onerosas A legislação estabelece incidência sobre transações não onerosas em hipóteses especificamente previstas. Definição: Operações sem contraprestação direta. Ilustração: Doação de mercadorias para instituição beneficente sem qualquer pagamento. Com a nova estrutura, torna-se fundamental revisar contratos comerciais e ajustar plataformas fiscais para garantir aplicação adequada das regras e prevenir riscos. 🔹Cronograma de Transição e Percentuais A implementação será escalonada, permitindo adaptação progressiva às novas normas. Este período transitório será crucial para ajustes operacionais, atualização tecnológica e adequação de fluxos contábeis. 📆 2026 – Início da Implementação Alterações: Novos tributos começam aplicação, coexistindo com tributos anteriores (PIS, COFINS, ICMS, ISS, IPI) Valores de IBS e CBS serão compensados com PIS e COFINS, garantindo ajuste gradual Alíquotas iniciais: IBS → 0,1% CBS → 0,9% Dispensa Facultativa: Organizações cumprindo rigorosamente obrigações acessórias poderão ser isentas do pagamento desde que recolham integralmente tributos anteriores. 📆 2027 a 2028 – Ajustes Progressivos Alterações: Alíquotas começam diferenciação entre entes federativos CBS substituirá completamente PIS e COFINS Imposto Seletivo vigora a partir de 01/01/2027, incidindo sobre produtos nocivos e substituindo parcialmente o IPI Alíquotas: IBS será dividido: Estado → 0,05% Município → 0,05% Exceção: Combustíveis mantêm regime diferenciado Empresas poderão deduzir IBS recolhido do montante de CBS. 📆 2029 a 2033 – Consolidação Progressiva Alterações: IBS será ajustado progressivamente, permitindo compensação proporcional com ICMS Exemplo: Com IBS de 15% e ICMS de 17%, compensação será proporcional Eliminação gradual: Tributos antigos serão removidos progressivamente até vigência definitiva do novo sistema. 📆 Pós-2033 – Sistema Definitivo Tributos permanentes: IBS CBS IS IPI: Mantido exclusivamente para produtos da Zona Franca de Manaus, preservando incentivos regionais. O extenso período transitório oferece janela estratégica para ajustes operacionais, atualização de infraestrutura e planejamento fiscal. Organizações iniciando adaptações antecipadamente poderão otimizar carga tributária e reduzir custos antes das mudanças definitivas. 🔹Apuração com Assistência Fiscal A apuração assistida constitui uma das mais relevantes inovações, estabelecendo novo modelo de relacionamento entre fisco e contribuinte. Com esta mudança, o Comitê Gestor e a RFB poderão apresentar aos contribuintes a apuração do saldo baseada em débitos e créditos dos documentos eletrônicos. Esta metodologia visa reduzir esforço empresarial na apuração, minimizando interpretações equivocadas e otimizando tempo dedicado à conferência fiscal. Adicionalmente, maior transparência no cruzamento reduz inconsistências e facilita cumprimento de exigências. A documentação técnica prevê criação das finalidades “nota débito” e “nota crédito” na NF-e, possibilitando ajustes mais precisos na apuração. Estes mecanismos permitirão correção de discrepâncias diretamente no sistema, garantindo maior segurança nos cálculos. Eventos para Créditos Fiscais A legislação estabelece eventos específicos para apropriação ou estorno de créditos. Um exemplo ocorre na aquisição de bens para revenda, quando o artigo 57 da LC 214/2025 define que certos itens são de uso pessoal, não gerando crédito. Entretanto, se esses itens integrarem a atividade principal do adquirente, o crédito será mantido mediante geração do evento correspondente na NF-e. Exemplo ilustrativo: Joalheria adquire joias para comercialização. Regra padrão: Legislação presume uso pessoal, sem crédito fiscal Exceção: Como integra atividade principal, há direito ao crédito mediante registro correto Evento na NF-e: Solicitação de Apropriação de Crédito para bens dependentes de atividade do adquirente Este modelo traz maior transparência e previsibilidade, permitindo melhor planejamento tributário e redução de riscos. 🔹Destinação Geográfica do IBS – Mudança Estrutural A determinação da destinação geográfica do IBS sofre modificações significativas, representando um dos aspectos mais impactantes para empresas com operações multilocalizadas. Atualmente, ICMS e ISS são destinados ao Estado/município da sede – com exceções para retenção. Por exemplo, venda de mercadoria com emitente em Santa Catarina e destinatário em São Paulo gera 12% de ICMS para Santa Catarina. Com a Reforma, o IBS será destinado ao Estado de entrega, fazendo
Myrp e Apoio Contabilidade apresentam a clientes conteúdo sobre a Reforma Tributária

Com o avanço da Reforma Tributária e suas implicações diretas no dia a dia das empresas brasileiras, crescem também as dúvidas sobre como se adaptar às novas exigências fiscais. Para esclarecer pontos-chave dessa transição, a Apoio Contabilidade promoveu uma palestra exclusiva para seus clientes, com participação especial do Myrp como convidado técnico. Realizado em Blumenau (SC), o evento reuniu representantes de empresas de diferentes segmentos da economia. Ao longo do encontro, especialistas do Myrp apresentaram um panorama objetivo e prático das mudanças previstas na legislação, trazendo exemplos concretos sobre como as novas regras impactam rotinas operacionais, fiscais e financeiras. Fim da NFC-e para vendas a CNPJ e obrigatoriedade da NF-e Um dos principais pontos de atenção abordados na palestra foi o fim da possibilidade de emitir NFC-e (modelo 65) em vendas realizadas para empresas (CNPJ). A partir de 3 de novembro de 2025, esse tipo de operação deverá ser documentado exclusivamente por meio da NF-e (modelo 55), conforme determinam os Ajustes SINIEF 11, 12 e 13/2025. A mudança exige uma reorganização dos processos de faturamento e controle fiscal, exigindo atenção tanto de quem vende quanto de quem recebe. A palestra destacou como a tecnologia pode ser uma aliada para garantir conformidade e fluidez nas operações. Apuração assistida: o Fisco assume um novo papel Outro tópico debatido foi a adoção do modelo de apuração assistida, no qual o governo assume a responsabilidade de calcular os tributos devidos por cada contribuinte com base nas informações transmitidas. Nesse novo cenário, o papel das empresas muda: mais do que calcular, será preciso revisar, conferir e eventualmente contestar os dados apresentados pelo Fisco. A revisão da cultura de apuração fiscal será uma etapa essencial para evitar inconsistências, autuações ou prejuízos financeiros, especialmente durante o período de transição entre os modelos. Split payment e CCLASS: mudanças nos bastidores da gestão O encontro também abordou temas menos conhecidos, mas igualmente importantes, como o split payment (pagamento dividido), que determina o repasse automático do valor dos tributos aos entes federativos no ato da venda. Essa nova sistemática altera a dinâmica do fluxo de caixa e exige revisões nos processos financeiros. Outro ponto apresentado foi o cClassTrib, código que define a classificação tributária do produto ou serviço. Esse elemento terá papel estratégico nos documentos fiscais da Reforma Tributária, pois, além de classificar a tributação, permitirá ao Fisco validar se as informações prestadas no XML estão corretas. Simples Nacional: planejamento tributário será essencial a partir de 2026 Durante a palestra, um dos temas que mais gerou discussão foi o impacto da Reforma Tributária nas empresas optantes pelo Simples Nacional. Embora a obrigatoriedade de prestar informações relacionadas ao novo modelo esteja prevista apenas para 2027, já em 2026 será fundamental que essas empresas realizem um planejamento tributário criterioso. Isso porque, no novo cenário, o Simples continuará existindo, mas haverá limitações relevantes quanto ao aproveitamento de créditos por parte dos clientes dessas empresas. Os contribuintes do Simples não terão direito aos créditos amplos do regime não cumulativo do IBS e da CBS, como os relacionados a serviços tomados, materiais de uso e consumo, e ativos. Com isso, os clientes CNPJ só poderão aproveitar créditos limitados aos percentuais efetivamente recolhidos pelas empresas dentro do Simples. Diante disso, poderá haver vantagem, para algumas empresas, em optar por recolher o IBS e a CBS fora do Simples, no regime normal, com débito e crédito, permitindo que seus clientes pessoa jurídica aproveitem integralmente os créditos nas aquisições. Essa decisão poderá se tornar um diferencial competitivo e precisa ser avaliada com antecedência. Conhecimento como ferramenta de adaptação Mais do que uma palestra técnica, o evento representou um movimento estratégico da Apoio Contabilidade em parceria com o Myrp: oferecer aos seus clientes informações claras e atualizadas sobre a Reforma Tributária, facilitando a tomada de decisão e a adequação antecipada às novas regras. A atuação conjunta reforça o papel de protagonismo dos escritórios contábeis e das soluções de gestão nesse novo momento do país. Estar preparado, mais do que nunca, será um diferencial competitivo. Por que escolher o Myrp? Gerenciar um negócio exige praticidade, segurança e eficiência. Com o Myrp, você automatiza processos, elimina burocracias e mantém tudo sempre em conformidade com a legislação, sem complicações. Totalmente online e na nuvem, ele permite acesso de qualquer lugar, garantindo mobilidade e agilidade na gestão. E se precisar de ajuda, nossa equipe especializada está sempre pronta para oferecer suporte. Quer entender melhor como o Myrp pode otimizar a gestão da sua empresa? Entre em contato com nossa equipe e transforme sua rotina fiscal e financeira com uma solução completa e eficiente. Clique aqui para falar conosco pelo WhatsApp 💬
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